Segundo DIÁRIO DE NOTÍCIAS OTÍCIAS da terça-feira, 13 de Outubro de 2009 – Edição 1491, CNE financia coligação já dissolvida(AR), desde aquele ano até a legislatura que termina este ano. Entretanto, esta coligação já não existe, uma vez que a sua dissolução formal aconteceu em Julho passado. Nas eleições que se avizinham, a Renamo candidata-se não coligada a nenhum outro partido. Nesta mesma corrida eleitoral, concorrem 19 partidos políticos e coligações, mas a CNE dividiu a primeira
tranche do fundo de financiamento da campanha eleitoral à 20 formações políticas, incluindo a coligação RUE, apesar desta não existir mais nem sequer ser candidata em nenhum dos 13 círculos eleitorais. A lei estabelece que, “na distribuição do fundo de campanha eleitoral a CNE deve ter em conta a representatividade parlamentar do partidos políticos durante a legislatura cessante, bem como a proporção das candidaturas apresentadas de acordo com os lugares a serem preenchidos”. Com base neste dispositivo legal, a CNE atribuiu 4,5 milhões de Meticais, aproximadamente 164 mil dólares norte-americanos à RUE, ainda que os legisladores possam não ter decidido sobre a atribuição de algum dinheiro à uma formação política extinta.
Nota Reflexiva: A ser verdade, se a lei for implacável! haverá instituições autorizadas a errar?
14 outubro 2009
07 outubro 2009
A vida é feita de Curiosidade
Temho acompanhado a campanha com um pouco de atenção, um dos discursos que me aparvalha é o da renovação! e questiono o que é renovação na compreensão dos Moçambicanos? atenção ninguém pretende dizer que fulano não fez ou não está a fazer ou não fará. o que queremos expor é o facto de os jovens não se preocupar com a política no nosso País, para isso basta procurar ver quantos jovens oucupão cargos de Presitentes dos conselhos municipais, Administradores distritais, secretários de células de Partidos políticos pelo menos o mais antigo, na faixa de 18 a 35 anos de idade?
A gente tem que parar de confundir renovação com troca de nome. Se você troca de nome e as práticas continuam as esmas, você não tem renovação. Por mais que entre outro, mas que continua fazendo a mesma coisa, você praticamente não mudou. portanto, os mentores de mudança são os jovens com todos os "riscos", (eu aprendí souzinho que no Rádio não se estalava pessoas mas sim a sua voz chegava por outras vias). a Política é o nível conceptor da nossa vida em sociedades Estado.
Pesa comigo
Reconheço os erros
A gente tem que parar de confundir renovação com troca de nome. Se você troca de nome e as práticas continuam as esmas, você não tem renovação. Por mais que entre outro, mas que continua fazendo a mesma coisa, você praticamente não mudou. portanto, os mentores de mudança são os jovens com todos os "riscos", (eu aprendí souzinho que no Rádio não se estalava pessoas mas sim a sua voz chegava por outras vias). a Política é o nível conceptor da nossa vida em sociedades Estado.
Pesa comigo
Reconheço os erros
01 outubro 2009
O que credibiliza nossas Instituições?
Governo exalta e promove canalhas- afirma Alice Mabote, presidente da Liga dos Direitos Humanos depois da apresentação feita pelo MDM
“Golpe baixo e crime punível”, disse a presidente da LDH sobre a atitude da CNE e do Conselho Constitucional
“Tenho vergonha do presidente da CNE”
“A decisão do Conselho Constitucional não surpreendeu, em nenhum aspecto, pois trata-se de uma rede formada para defender interesses pessoais de alguns”. “Só posso dizer que estou envergonhada com esta e comigo mesma, por pertencer a esta sociedade de mafiosos”.
A presidente da Liga Moçambicana dos Direitos Humanos (LDH), Dra. Alice Mabote, disse esta quarta-feira, em Maputo, comentando a decisão do Conselho Constitucional, que o Governo de Moçambique, liderado por Armando Emílio Guebuza, “está constantemente a promover e exaltar canalhas”, indivíduos que, segundo ela, “cometem atrocidades ao povo em benefício pessoal”. leia aqui
Nota Reflexiva: a Ser verdade a vergonha não é só tua Mãe! é de todos nós
A união faz a Força
Um grupo dos partidos políticos excluídos total e, ou parcialmente das eleições de Outubro próximo, liderados pela União Democrática de Moçambique (UDM), tenciona apoiar o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), liderado por Daviz Simango, que concorre para as Eleições Presidenciais e Legislativas em quatro círculos eleitorais. Leia na íntegra http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2009/10/partidos-excluídos-tencionam-apoiar-mdm.html
28 setembro 2009
Aló meu amigo Custódio Duma
Esperamos que estejas bem de saúde com a tua família, nós cá em casa estamos bem não obstante as mudanças climáticas! Sabias que em Maputo já é frequente os termómetros andarem aos 40ºc! E o mais agravante no dia seguinte já não cai chuva, como acontecia “quando crescemos”! simplesmente os termómetros voltam a escala de 20ºc, acompanhado de ventania que levanta todo o sedimento clástico solto para a vista; nariz e ouvidos, modificando drasticamente todo um funcionamento normal do sistema respiratório.
Olha, estou-te escrevendo por causa de muitas questões que me tenho vindo a fazer a cerca dos acidentes do estado. Veja, vou citar só alguns o primeiro e dos mais indeléveis dos últimos tempos é o das explosões de paiol de Malhazine a 22 de Março de 2007, onde o balanço morta cerca de 103 mortes, 515 feridos e cerca de mil famílias afectadas, destruições de infra-estruturas sociais e económicas (não temos os cálculos para a reparação)ver aqui. Mas não é disto que quero fala, é que profissionalmente sou vizinho da PGR e do Tribumal aqui na Olof Palme esquina com Ahmed Scoutoré. No sabádo Passado a STV reportou um caso que se deu na Av. Kimil Sung relacionado com a fuga de um presioneiro e a Polícia no exercício da sua tarefa, disparou para cima onde uma das balas foi apanhar um indivíduo em serviço numa varanda das casa localizadas nas redondezas da cadeia civil.
A STV, em entrevista com um dos representantes da Cadeis ou do Ministério da Justiça procurou saber o que seria feito da vítima e da sua família? –o entrevistado respondeu que a instituição se responsanbilizará pelas despesas funerárias.
Aí vierão muitas questões à mente, Custódio, estava sentado na minha sala com as pequenas Nnândi, Shanna e a mãe, acredita que eu e a mãe logo nos olhamos e simultaneamente olhamos para as nossas dependentes! Ninguém falou nada para o outro... balbuciamos considentemente abanamos as cabeças... – aquilo parecia algo combinado em couro dissemos coitado daquele senhor e sua família!... Tudo bem acidentes são acidentes o meu problema ao ponto de te escrever é a seguinte: Parece que a responsabilidade do estado nestes casos começa com as despesas funerárias... sim, mas passam por onde e terminão a onde? Porque os meus conhecimentos em administração pública não me deixão com dúvidas em relação à responsabilidade do Estado em casos de um acidente que vitima um agente do estado em pleno exercício do seu trabalho mas já não alcança com relação a outras vítimas quando o acidente é causado pelo agente deste? Me responde Duma por favor até onde vai a responsabilidade do estado com relação à família deste “Gajo” pá?!... porque só despesas funerárias!... xiii anossa vida seria tão barrata quanto isso? E as minhas filhas estam condenadas a tudo?
Bem, as razões são várias a geral é a qui já me referí mas existe a específica, porque aqui em Moçambique em casos destes é normal ouvir um vice-ministro do interrior a dizer “a família será indemnizada se junto das estruturas competentes o exigir” embora o CP se refira a não isenção da aplicação da lei por ignorância ou disconhecimento a ela, é que isso só tem lugar quando o estado ou Governo quer exercer sua força sobre o cidadão o mesmo já não se aplica para com ele mesmo! Sabendo que a difusão e educação é da sua inteira responsabilidade. Moçambique tem 43% taxa de analfabetismo o que esperamos destes com relação à justiça? Qual é o Papel do Estado? Não pretendo chegar a seguinte pergunta: Que fazer com relação às injustiças cometidas pelo Estado Governo ou por outras o Estado interveio sempre que a "liberdade"comprometa a justiça com cordo plenamente meu amigo, só que pensei que o ideial fosse o equilíbrio entre a liberdade e a Justiça mas no caso vertente o que fazer quando há desiquilíbrio inversamente?
Estou Preocupado
Olha, estou-te escrevendo por causa de muitas questões que me tenho vindo a fazer a cerca dos acidentes do estado. Veja, vou citar só alguns o primeiro e dos mais indeléveis dos últimos tempos é o das explosões de paiol de Malhazine a 22 de Março de 2007, onde o balanço morta cerca de 103 mortes, 515 feridos e cerca de mil famílias afectadas, destruições de infra-estruturas sociais e económicas (não temos os cálculos para a reparação)ver aqui. Mas não é disto que quero fala, é que profissionalmente sou vizinho da PGR e do Tribumal aqui na Olof Palme esquina com Ahmed Scoutoré. No sabádo Passado a STV reportou um caso que se deu na Av. Kimil Sung relacionado com a fuga de um presioneiro e a Polícia no exercício da sua tarefa, disparou para cima onde uma das balas foi apanhar um indivíduo em serviço numa varanda das casa localizadas nas redondezas da cadeia civil.
A STV, em entrevista com um dos representantes da Cadeis ou do Ministério da Justiça procurou saber o que seria feito da vítima e da sua família? –o entrevistado respondeu que a instituição se responsanbilizará pelas despesas funerárias.
Aí vierão muitas questões à mente, Custódio, estava sentado na minha sala com as pequenas Nnândi, Shanna e a mãe, acredita que eu e a mãe logo nos olhamos e simultaneamente olhamos para as nossas dependentes! Ninguém falou nada para o outro... balbuciamos considentemente abanamos as cabeças... – aquilo parecia algo combinado em couro dissemos coitado daquele senhor e sua família!... Tudo bem acidentes são acidentes o meu problema ao ponto de te escrever é a seguinte: Parece que a responsabilidade do estado nestes casos começa com as despesas funerárias... sim, mas passam por onde e terminão a onde? Porque os meus conhecimentos em administração pública não me deixão com dúvidas em relação à responsabilidade do Estado em casos de um acidente que vitima um agente do estado em pleno exercício do seu trabalho mas já não alcança com relação a outras vítimas quando o acidente é causado pelo agente deste? Me responde Duma por favor até onde vai a responsabilidade do estado com relação à família deste “Gajo” pá?!... porque só despesas funerárias!... xiii anossa vida seria tão barrata quanto isso? E as minhas filhas estam condenadas a tudo?
Bem, as razões são várias a geral é a qui já me referí mas existe a específica, porque aqui em Moçambique em casos destes é normal ouvir um vice-ministro do interrior a dizer “a família será indemnizada se junto das estruturas competentes o exigir” embora o CP se refira a não isenção da aplicação da lei por ignorância ou disconhecimento a ela, é que isso só tem lugar quando o estado ou Governo quer exercer sua força sobre o cidadão o mesmo já não se aplica para com ele mesmo! Sabendo que a difusão e educação é da sua inteira responsabilidade. Moçambique tem 43% taxa de analfabetismo o que esperamos destes com relação à justiça? Qual é o Papel do Estado? Não pretendo chegar a seguinte pergunta: Que fazer com relação às injustiças cometidas pelo Estado Governo ou por outras o Estado interveio sempre que a "liberdade"comprometa a justiça com cordo plenamente meu amigo, só que pensei que o ideial fosse o equilíbrio entre a liberdade e a Justiça mas no caso vertente o que fazer quando há desiquilíbrio inversamente?
Estou Preocupado
21 setembro 2009
Nos 20 anos do INSS
UTENTES do Sistema de Segurança Social em Manica queixam-se do mau atendimento oferecido na Delegação do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) naquela província, caracterizado pela arrogância, falta de cortesia e de respeito por parte de alguns funcionários afectos àquela instituição pública. Lea na íntegra aqui
27 agosto 2009
Eleições, Alguém me esclarece?

Estão agendadas eleições Legislativas, Presidênciais e das assembleias provinciais para o dia 28 de Outubro de 2009 em todo o território Moçambicanos. Da experiência que tenho (para não me chamarem de infantil como o que acontece aqui ) dos processos semelhantes já havidos no país, deparamos com muitos problemas mas neste momento apras me solicitar esclarecimento com relação à almejada transparências ou como Mazula prefere, "livres e limpas" tais como:
1- Número de inscritos = ao número dos votos na úrna ou pelomenos não superior ao nº dos inscritos;como será tratada esta questão?
2-A questão da equidade aos concorentes como é que a a CNE e o STAE estarão preparados para fazer face? Mesmo porque o Conselho Constitucional adiantou penalizar sem ter ouvido alguns moçambicanos ( aqui, em mim, se a lei favorece este tipo de situações! estão, há que precipitar-se uma emenda urgente à mesma, alguma coisa não está bem aqui...)
3-Voto dos Moçambicanos na diáspora. Mais esta! se nem internamente pelo menos a oposição não consegue colocar observadores esclarecidos em todas as mesas à altura do adversário, como é que será o processo na diáspora?
4-Nunca foi levantado problesmas relacionados com tipos de urnas mas já agora nunca é de mais falar sobre este estrumento importantíssimo para a segurança do voto depositado nela.
Bem, há muito que se pode solicitar esclarecimento como deve-se ver mas por enquanto ficamos por aqui.
PS: É que se não existe condição ou resposta para estas questões então não vale apena fazer teátro se não há adversário a altura do campião!
Pensa comigo
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26 agosto 2009
Anibal dos Santos Júnior de Volta

O foragido Aníbal António dos Santos Júnior, mais conhecido por Aníbalzinho, está desde o princípio da noite de ontem novamente nas celas do Comando da Polícia em Maputo, após ter sido recapturado na última sexta-feira em Joanesburgo, África do sul.
Nota: Mas por que o homenzinho estaria preocupado com esta novela?
quem são os actores? Quem escreve? com que benefícios? enfim, há muito por se questionar mas por enquanto ficamos por aqui.
24 agosto 2009
INCOERÊNCIA DO JOAQUIM CHISSANO
Numa entrevista concedida ao jornal @ Verdade, o Joaquim Alberto Chissano ex-chefe do Estado Moçambicano, questionado primeiro sobre a atitude do Tandja actual presidente do Níger, convocar recentemente um referendo no qual pedia um alargamento do mandado por mais três anos e venceu-o. se este episódio não constituia em si um retrocesso nos processos democráticoa em África? Chissano diz que ">As constituições podem ser alteradas desde que sejam feitas de uma forma democrática. mesmo no caso de aumento de número de anos (...) o que devemos reprovar são as formas ilegais de tomada de poder ou de mudança da constituição".
Ora, o ex-chefe do estado até aqui ia muito bem só que a sua tese para mim começa a não fazer sentido quando é chamado a opinar sobre o Zimbabwe! vejamos então como é que se desenrola o diálogo:
(v) Em relação ao Zimbabwe, está confiante no processo de transição? (JC) pensoo que foi o melhor arranjo que se podia fazer para se sair daquele impasse. As pessoas estão a ler de uma forma invertida. O Mugabe é que estava no poder...(v) Mas a oposição venceu as eleições legislativa em Abril de 2007... (JC) Mas porque é que analisa o conflito Zimbabwe apartir de 2007? os problemas não começam aí. (...) a crise no Zimbabwe arrasta-se desde a independência, em 1980. Os acordos de Lacaster House prometeram coisas que nunca foram cumpridas. (...) não foi o Mugabe que não cumpriu (...)Aí começou a haver pressões para o reconhecimento do MDC que até há uns anos nós nem conheciamos..." E Daí?
Nota:1- Chissano é pela legalida, já é muito bom!
2-As constituições podem ser alteradas mesmo sendo para perpectuar o poder de alguém! desde que isso seja feita legalmente ou por outras, o povo legitime. também concordo.
3-O que para mim considero de incoerência, é que Chissano não nos mostra onde reside a ilegalidade do surgimento do MDC porque Tsvangirai e MDC são legitimados pelo povo Zimbabweano! A permanencia do Mugabe e da ZANU-PF no poder é que constitui uma ilegalidade total. Os factores históricos não legitimam de maneira alguma o poder do Mugabi. Quem disse que o MDC não quer a libertade do Homem e da terra Zimbabweana? vais ver o povo Zimbabweano não tem a mesma percepção pelo MDC é por isso que votou.
4-Creo que para um mediador que é, não é sensato ser se tão parcial quanto nos apresenta nesta entrevista...
Pensa comigo
20 agosto 2009
IVO GARRIDO É CONTRA O DESENVOLVIMENTO

O ministro da Saúde, Ivo Garrido, recusou-se, terça-feira, a falar aos órgãos de comunicação privados, nomeadamente, O País, Stv e TIM, sobre o caso da gripe A detectado no país, alegadamente porque já tinha falado à televisão pública. Mesmo diante da insistência dos jornalistas, Garrido recusou-se a falar, por considerar que ia repetir o que disse ao canal público.
No entanto, a vice-ministra da Saúde, interpelada pelos repórteres, disse que até ontem apenas havia um caso da doença confirmado em uma senhora de 46 anos de idade, contrariamente à informação avançada neste jornal, na sua edição de ontem, de que se tratava de um homem com 40 anos. E a vítima já efectuou algumas viagens para países que já registaram casos da doença.
Nota: Amartya Sen (2003) defende que "o desenvolvimento consiste na remoção dos vários tipos de restrições que limitam as escolhas e oportunidades das pessoas que procuram viver bem e por muito tempo". portanto o P. Ivo Garrido é contra o "desenvolvimento" se para ele ter falado na TVM é suficiente para que os Moçambicanos estejam informados!
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11 agosto 2009
30 julho 2009
Será isso que ia dizer?!

O governo de Moçambique está na mesa de negociação com as gasolineiras de forma a encontar uma plataforma face ao aumento do custo de combustível no mercago internacional e que segundo estes tem vindo a perder muito desde que isso tem vindo a se verificar. Entretanto a contraparte não areda o pé em manter os actuais custo por motivos que só os membros do execuivo governamental conhecem.
Orá, o Ministro das finanças Manuel Chang (economísta) aparaceu ontem no "Jornal da Noite" da STV, a negar de revelar o teior das negociações em curso (tudo bem). no entanto em jeito de apelo disse "niguém deve entrar num negócio a confiar que as vicissitudes do mesmo serão negociado e subsidiados"
Ficamos emparvalhados porque julgamos que o financeiro não devia se pronunciar desta forma sabendo que o mercado dos combustíveis é regulado pelo governo, não por si!Portanto, os pronunciamento só teriam enquadramento se neste caso o mercado fosse automática não desincentivemos invetimentos nesta área porque eles contribuem em grande para este País...
Pensa comigo
17 julho 2009
Lei da violência contra mulher no domicílio

Hehehe!... "o indivíduo entra em atritos, em vários pontos, com custumes estabelecidos. os desejos pessoais determinam um impulso no sentido de evasão do lôgro ou até das quebras efectivas das regras (...) portanto, o contrôle social deve sempre compreender meios, instituições de tratar possíveis quebrase regras estabelecidas, isto é policiamento, prisão dos transgressores, punição etc..." estou de acordo Felix M. Keesing (1972:456), mas o controle social só é possível com o que acaba de nos anunciar? quantas vezes as pessoas se sentem vítimas da lei?
Chacate filho, " se a lei formal entrar em desacôrdo com qualquer segmento ponderável da opinião pública, no que é considerado comportamento justo ou direito, essa lei não consegue operar." (idem) só que no meu País opera injustamente basta justificar o pejuizo de alguem, ou doações externas!- Então haverá muito dólar em jogo... mas daí até a RENAMO aceitar?! Xii dinheiro matou jesus mesmo... veremos então.
Pensa comigo
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15 junho 2009
MORTE NÃO É CASTIGO DEVINO

“Quero jazz no meu funeral”
- Ricardo Rangel (1924-2009)
(Maputo) Vão hoje a sepultar os restos mortais do fotojornalista Ricardo Rangel depois de ter tranquilamente abandonado o mundo dos vivos na última quinta-feira.
Rangel, entre outras coisas, um “doido” por jazz, terá dito à sua companheira de décadas, Beatrice Kiener, que “não queria choros” no seu funeral, preferindo música de jazz. Eventualmente, nos Paços do Conselho Executivo será feita a sua última vontade, quando a partir das 13.00 horas, aqueles que assim o desejarem poderão despedir-se do homem que, em matéria máquinas fotográficas, sempre preferiu a “Leica” à Nikon. Aliás, quem também a firma o nosso títilo é o escritor português José Saramago e nós confirmamos com a mensagem do Rangel, é que, mesmo com o "obrigatório" cosmos da vida estamos fartos de saber que ele na maioria das vezes não passa de um capricho e torna-se ele mesmo um castigo devino... Eterno descanço Rangel.
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O valor da morte na desnecessidade da vida
26 maio 2009
Suspenso administrador de Angoche

José Carlos Amade, encontra-se desde a última Segunda-feira suspenso das suas actividades, indiciado de uso indevido de bens do Estado.
O Administrador do distrito costeiro de Angoche, província de Nampula, Norte de Moçambique, José Carlos Amade, encontra-se desde a última Segunda-feira suspenso das suas actividades, indiciado de uso indevido de bens do Estado.
Parte das queixas contra a governação de José Carlos Amade foram levantadas pelas populações locais, durante a recente presidência aberta e inclusiva do Presidente Armando Guebuza aquela região do país.
A edição de hoje do matutino “Noticias” confirma este facto, referindo que o Governador de Nampula, Felismino Tocoli, escalou Angoche, esta última Segunda-feira, onde empossou o Administrador – substituto, Dionísio Cherewa.ler na integra no O País
19 maio 2009
O dilema das prioridade no combate ao HIV/SIDA
Há dias que tenho acompanhado uma publicidade nas televiões nacionais, onde aparece senhoras vendedoras do mercado informal a dizerem " eu amo a minha família e o meu País por isso digo sim ao censo sobre HIV/SIDA" ou "INSIDA" uma coisa semelhante.
Não pretendo tirar merito do censo na resolução do problema de HIV, apenas pensar com os outros sobre várias estratégias que adopta-se face ao sida. Por uma questão de inteligibilidade preferimos trazer um pouco da nossa percepção sobre a história dos censos, importância e prioridade dentro de tantas outras necessidades.
Há informações que indicam que o censo mais antigo do mundo foi na China em 2238 a.c., também se há referências dos gregos e romanos das suas influências no desenvolvimeno dos povos que também realizavam censos a.c. Os incas nas americas também tinham dados numerais sobre a população aprofunde aqui.
Mas também podemos lembrar o senso descrito na bíblia cristã no livro de Lucas, decretado pelo César Augusto, para que todos fossem recenseados nos lugares onde nascenram.
Objectivos
São vários, por exemplo na antiguidade permitia os chefões obrigarem os homens a comprirem com obrigações fiscais, militares, Xibalo etc. portanto são usados para aplanificação e definição das prioridades tanto dos governos, como dos empresários e a sociedade em geral para a definição de prioridades e comparações.
No caso vertente de HIV/SIDA, há várias acções a serem desenvolvidas, deste a formação através de palestras, identificação e tratamento.
Em principio a identificação e tratamento deveria ser feito em simultânio mas o custo e despesa da sua realização torna a actividade muito difícil. o INE falanos de uma população de 20 milhões dos quais estima-se que 16.2% são HIV positivos o que equivale a 3.24 milhões de moçambicanos efectados, neste universo, 23% está a receber tratamento anteretroviral e linearmente 77% do mesmo universo não pode aceder por falta de farmacos, é preciso acrescentar que o HIV/SIDA é umas das principais razões do empobrecimento das sociedades porque ataca maioritariamente a população activa deixando muita das vezes velhos e crianças.
O último censo da População o seu custo é estimando em mais de 20 milhões de euros e a mais da metade do seu financiamento veio da ajuda externa! movimentou 16.542 controladores, 45.551 recenciadores para além dos meios.
O é que significa em termos de custos e despesas realizar este censo de HIV? se muitos Projectos de investimentos estam a lutarem por se manterem firmes perante a crise económica finaceira! Moçambique ainda aposta em projectos alongo prazo! como é que se explica a falta de medicamentos para logo intervir em casos de se detectar um seropositivo mas há dinheiro para realizar censo de um problema já identificado? ou para os Gestores tres milhões de Moçambicanos em perigo não definem a imergência da provável crise Humanitária!? E depois de ter o número dos doentes é exatamente isso que vai determinar a existência de fundos para compra de farmacos? Qual é a prioridade? recuperar os que já estam na linha vermelha ou simplismente conta-los!
Pensa Comigo
Não pretendo tirar merito do censo na resolução do problema de HIV, apenas pensar com os outros sobre várias estratégias que adopta-se face ao sida. Por uma questão de inteligibilidade preferimos trazer um pouco da nossa percepção sobre a história dos censos, importância e prioridade dentro de tantas outras necessidades.
Há informações que indicam que o censo mais antigo do mundo foi na China em 2238 a.c., também se há referências dos gregos e romanos das suas influências no desenvolvimeno dos povos que também realizavam censos a.c. Os incas nas americas também tinham dados numerais sobre a população aprofunde aqui.
Mas também podemos lembrar o senso descrito na bíblia cristã no livro de Lucas, decretado pelo César Augusto, para que todos fossem recenseados nos lugares onde nascenram.
Objectivos
São vários, por exemplo na antiguidade permitia os chefões obrigarem os homens a comprirem com obrigações fiscais, militares, Xibalo etc. portanto são usados para aplanificação e definição das prioridades tanto dos governos, como dos empresários e a sociedade em geral para a definição de prioridades e comparações.
No caso vertente de HIV/SIDA, há várias acções a serem desenvolvidas, deste a formação através de palestras, identificação e tratamento.
Em principio a identificação e tratamento deveria ser feito em simultânio mas o custo e despesa da sua realização torna a actividade muito difícil. o INE falanos de uma população de 20 milhões dos quais estima-se que 16.2% são HIV positivos o que equivale a 3.24 milhões de moçambicanos efectados, neste universo, 23% está a receber tratamento anteretroviral e linearmente 77% do mesmo universo não pode aceder por falta de farmacos, é preciso acrescentar que o HIV/SIDA é umas das principais razões do empobrecimento das sociedades porque ataca maioritariamente a população activa deixando muita das vezes velhos e crianças.
O último censo da População o seu custo é estimando em mais de 20 milhões de euros e a mais da metade do seu financiamento veio da ajuda externa! movimentou 16.542 controladores, 45.551 recenciadores para além dos meios.
O é que significa em termos de custos e despesas realizar este censo de HIV? se muitos Projectos de investimentos estam a lutarem por se manterem firmes perante a crise económica finaceira! Moçambique ainda aposta em projectos alongo prazo! como é que se explica a falta de medicamentos para logo intervir em casos de se detectar um seropositivo mas há dinheiro para realizar censo de um problema já identificado? ou para os Gestores tres milhões de Moçambicanos em perigo não definem a imergência da provável crise Humanitária!? E depois de ter o número dos doentes é exatamente isso que vai determinar a existência de fundos para compra de farmacos? Qual é a prioridade? recuperar os que já estam na linha vermelha ou simplismente conta-los!
Pensa Comigo
28 abril 2009
Injustiça Ambiental
A ausência de justiça ambiental no mundo pode ser fatal para a humanidade e moçambique (governos central e local) aproveita-se disso para injustiçar as comunidades com o agravante de os membros do governo ou líderes do partido no poder constituirem de alguma maneira a burguesia nacional, preocupada com o lucro dando menos valores a saúde e vidas Humanas! Se não a Mozal não estaria no nosso pais com as regalias fiscais que tem! se não a Cimentos de Moçambique já estaria na barra do tribunal com os desmandos ambientais que a Livaningo tem vindo a reportar já a mais de 10 anos! Se não o Conselho municipal da Matola não ia afixar lixeiras no meios dos bairros de Infulene e Malhampswene! se não a companhia industrial da Matola teria limites de poluir o meio com o cheiro nauseabundo dos seus produnctos! se não a lixeira de Malhampswene já estaria fechado há muito tempo com as reclamações que acomunidade tem vindo a apresentar a quem de direito! Se não a Barragem de Mphanda Kuwa não ia ser construido só pelo seu valor económico como se chama atenção aqui; Se não o lixo hospitalar não seria incinerado ao ar livre como se reporta aqui; Se não a lixeira de Hulene teria sido fechedo e garrantir-se segurança ambiental para todas as comunidades em redor desta! Que fazer perante esta situação cujo o defensor do povo é o mentor de injustiças?
27 abril 2009
Maria da Luz é por mérito

Apremeação da primeira dama da República de Moçambiçambique é por mérito do esforço que tem vindo a desencadeiar em prol da luta contra a malária; o reforço da auto estima dos Moçambicanos. Lembro de uma passagem que ela visita o bairro da Mafala em Maputo desapontada com o estado da drenagem lá existente e dizia " há wim não pode mu entcha leswo swa ku petela nsila lomu" traduzido em português não façam isso de meterem lixo nesta drenagem. Portanto para dizer que é um exemplo de educadora nato da nossa sociedade visível aos olhos de todos nós incluindo a Global Health Council força mamã.
17 abril 2009
EM QUE CONSISTIU A ELABORAÇÃO DA CGE2007?

Ora, a opinião do Tribunal Administrativa com relação à CGE2007 é de que não existe evidências das operações nela registadas! isto é. Há falta de justificativos de parte das despesas realizadas, há inscrição de despesas em linhas orçamentais desapropriadas; aquisição sem observância de concurso público, contas bancárias movimentadas sem registo dos valores na conta etc... não obstante a chefe do Executivo ver as coisas pelo outro pólo! aqui
Uma das funções do Subsistema da Contabilidade Pública no SISTAFE é de elaborar a Conta Geral do Estado; Preparar e propor medidas que visem a melhoria dos procedimentos contabilísticos relativos aos processos de gestão orçamental, financeira e dos bens do património do Estado em colaboração com os restantes subsistemas;
Nota Reflexivas: Parece que o registo das operações financeiras na Contabilidade Pública é efectuada arbitrariamente do nada! porque é que as despesas serião classificadas erradamente? com que intenção as aquisições não obedeceram o critério de concurso público? Mãe Luisa! o SISTAFE é um sistema receptor de dados que devem ser introduzidos conforme as evidências, o que pressupõe introdução pelo menos do que existe não inventar dados! então, porque isso iria suceder? a contabilidade pública está a melhorar mesmo com muitos desvios só porque já há um sistema informatizado de processamento da mesma! isso só para o leigo! já há muito se fala de uso de meios públicos para fins particulares ou de certos grupinhos ou grupões mesmo!...
16 abril 2009
A insustentabilidade do plano de parcelamento dos Bairros na Matola! (2)

E agora! Esperamos sinceramente que tenhamos trazido algo suficiente para se tirar algumas conclusões. repara que estamos a falar de um Bairro emergente onde entre outros problemas exite os de falta de água, posto de saude etc. os provocados intencionalmente pelo próprio Conselho Municipal! ora, o que seria então uma planificação sustentável e coerente? Em nós, ver os pontos forte e fracos é fundamental.
1º As condições do relevo é primordial para a definição da sustentabilidade de um plano; isto é: será a zona alta ou baixa como condicionalismos para fixação de residências. Sobre tudo num país onde as águas por vezes se escasseião e por vezes abundão provocando danos incalculáveis...
2º Que condições primárias a criar para uma zona ser residêncial? (Hospital, Escola,Equadra, Água, transporte e Luz); aqui queremos nos referi à oqui vimos em Tete! o Conselho Municipal desta urbe viu que o Edifício de Cinema está sendo habitada mesmo em condições de estrema degradação, pelo que há necessidade de desalojar aqueles residentes. Até aqui tudo bem. o problema começa quando as nossas autoridades mostrão uma opção segura à inicial! como por exemplo: desalojamos para onde? que condições mínimas existem lá? desde as do relevo, climatéricas até às administrativas (serviços)? este exercício já não é feito! Então o que vale desalojar alguém porque está correndo perigo e ainda minar mais porque vais lhe deixar ao relento sem o mínimo de condições?
3º Que a meiaças a afastar? veja que a zona pode ser ameaçada por uma errosão. Então, seria necessário primeiro antes de atribuir terrenos para construção de residências criar condições de segurança contra isso!
4º Veja que já falamos de ameaças naturais, mas exitem outras ameaças criadas mesmo pelo Homem que fazer com elas? por exemplo a existência de uma Indústria poluidora do meio (Lixeiras, fábricas de sabão, borracha, alumínio, cimento etc.)
Achamos que são condicões indispensáveis para que uma zona seja mesmo residêncial, ora, os nossos Conselhos municipais não se preocupam com isto tudo, preocupa a penas parcelar uma zona e começar a distribuir terrenos!
Por exemplo o caso em análise, para além da cebreira (covão) que até hoje tira se areia! é usado também para deitar lixo pelo próprio CM!
Há uma previsão que se pode fazer com relação a esta lixeira: o lixo é colocado bem encostado no morru da Darling e de seguida queimado! esta empresa é productora de colchões e mexas, uma das matérias primas é a esponja e a cola (inflamável;) emprega acima de trezentos trabalhadores maioritariamente jovens; o governo está preparado para distribuir caixões e mil meticais às famílias onde o azar orquestrado bater aporta?
Outro facto não menos carricato é a fixação de uma empresa de produção de cimento-cola ben junto da Darling e no meio do bairro! o que será desta população quando esta empresa começar a emitir poeiras para o ar? não será a primeira porque a Fábrica de explosivos já o faz!

Orá, o Conselho Municipal e o próprio Governo tem uma responsabilidade muinto grande para com as populações e o povo em geral, para quem já foi para Matola ao chegar a FRIGO começa a sentir-se um cheiro nauseabundo indo até Salvador Caetano, vozes intestinais afirmão que é da fábrica de Sabão e Companhia Industrial da Matola sem esquecer da Petromoc extalações e a cimentos de Moçambique etc. a pergunta é, o que as nossas autoridades já pensaram para as populações que vivem entre a estrada velha e a EN4?
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14 abril 2009
BRAZIL É UMA POTÊNCIA EM TUDO
20 março 2009
EU PESSOALMENTE NÃO VEJO MAL NENHUM NOS PRONUNCIAMENTOS DA ALTA AUTORIDADE DA INGREJA CATÓLICA A CAMINHO DE CAMARÕES COM RELAÇÃO AO HIV/SIDA

Bento XVI disse terça-feira, a caminho dos Camarões, onde está a fazer a sua primeira viagem oficial ao Continente Africano, que a SIDA não se combate só com dinheiro, “nem com a distribuição de preservativos que, ao contrário, aumentam o problema”. Citar notícias. Porém O DIRECTOR-EXECUTIVO do Fundo Mundial da Luta contra a SIDA, tuberculose e paludismo, Michel Kazatchkine, exigiu ontem que o Papa “retire as suas palavras” sobre o uso do preservativo, que considera “inaceitáveis”. Le-se aqui
Ora, a SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.
É na sequência disto que eu pessoalmene não vejo mal nenhum nos pronunciamento da alta autorida da Igreja Católica! poque vejamos: Como evitar o contacto com sangue de uma pessoa infectada! absténdo se de tudo que possa nos levar a isso obviamente, não amamentar, tomar Nevirapina durante a gravidez e tomar devidas precauções durante o parte, atenção o mais seguro em casos de trasmissão vertical seria não (1)ter filhos se es seropositivo é aqui onde o porco torce o rabo! porque as pessoas acham isso uma "prisão divina"! Quanto a outras vias de transmissão,(2) Abstinência de todo o contacto sexual ou sanguíneo onde temos alguma incerteza! o probulema anterior continua porque as pessoas são Geralmente adúlteros!
Caro leitor, não compreendo sinceramente! Como é que uma pessoa como Michel Kazatchkine vai se revoltar com a pessoa que lhe diz que ao envez de distribuir dinheiro, e gastar o mesmo dinheiro por produzir preservativos numa altura em que o alimento é o calcanhar de aquilis, seja fiel ao teu parceiro, não engravide nem amamente se es seropositivo, evite contacto com saguem de outras pessoas, muito menos descriminar os que estam a viver com este mal. Será porque isso é dito pelo PaPa que os mercantilistas do HIV/SIDA estam a ver a expedição ententada?! hoje é que acredito que essa coisa do SIDA extrapola a dimensão de uma doença, mas sim, cheira me a negócio e expionagem não que não exista! porque isso agente já está farto de saber com evidências, mas adimensão da sua cura ou tratamento.
Pensa Comigo
18 março 2009
Ainda prevalece a escravatura em Moçambique
A TECOMADJE, Lda., uma instância turística na ilha do mesmo nome, no distrito de Palma, em Cabo Delgado, acaba de ver as suas actividades suspensas por ordem da Inspecção do Trabalho por sujeitar os seus trabalhadores a tratamentos desumanos e violação da lei laboral. A instituição emprega 50 trabalhadores, dois dos quais de nacionalidade zimbabweana e em situação laboral ilegal no país.
Para além da concessão de emprego a estrangeiros de forma ilegal, consta da lista das irregularidades detectadas a falta de contratos laborais, pagamento de salários mínimos iguais a todos os trabalhadores, independentemente das suas categorias, e privação dos funcionários do direito de férias e de descanso.
Segundo um comunicado do Ministério de Trabalho (MITRAB) ontem recebido na nossa Redacção, a inexistência de horário de trabalho, de equipamento de protecção contra acidentes, falta de inscrição dos trabalhadores no Sistema de Segurança Social e o não pagamento de horas extraordinárias figuram como outros atropelos à lei que vinham sendo cometidos por aquela empresa há largo tempo.
"Adicionado a estas infracções laborais, a empresa violava os direitos elementares de um ser humano, como por exemplo a falta de fornecimento de alimentação condigna e suficiente aos trabalhadores e a criação de condições mínimas para o efeito", lê-se no comunicado do MITRAB.
A Inspecção do Trabalho em Cabo Delgado, após um trabalho naquela ilha e em resposta à preocupação da população bem como das autoridades distritais de Palma, detectou que os trabalhadores, para além de dormirem em tendas precárias e em travessas de paus por falta de camas, satisfazem as suas necessidades biológicas a céu aberto por falta de sanitários.
Detectou-se ainda que a Direcção da Tecomadje, Lda., dá apenas 20 litros de água aos 50 trabalhadores por cada três dias para efeitos de higiene pessoal, confecção de alimentos e para beber, enquanto que as refeições resumem-se a 400 gramas de arroz e 250 gramas de feijão-manteiga por dia, na razão de pequeno almoço, almoço e jantar.
Constatadas todas as situações anormais, a Inspecção do Trabalho mandou imediatamente suspender as actividades daquela instância turística por forma a salvaguardar a dignidade humana e a implementação da legislação laboral do país até que sejam feitas as devidas correcções.
Pelas infracções cometidas, a empresa, que viu os seus dois trabalhadores estrangeiros ilegais suspensos, foi ordenada a parar de laborar sem a perda de salários por parte dos trabalhadores, e foi multada em quase 136 mil meticais, valor já pago.
Segundo o comunicado, a instituição iniciou de imediato a correcção das irregularidades, encontrando-se neste momento a produzir blocos de cimento e areia para a construção de alpendres consistentes e de sanitários para os trabalhadores. O reinício das actividades dependerá da celeridade na regularização das anomalias e dos resultados do relatório a produzir após segunda inspecção. Maputo, Quarta-Feira, 18 de Março de 2009:: Notícias
Nota Reflexiva: quem escancarou as portas para o colono? se não fosse a H. Taipo amita swi wona nwina-iam ver vocês mas esta senhora vira-se mesmo com a manobra do empresário de facilitar suas vidas a través de troca trocas feitas na Lei laboral. claro com apoio de malta Mutisse, Macamo, Duma e Lda hehehe!... brincadeira...
Para além da concessão de emprego a estrangeiros de forma ilegal, consta da lista das irregularidades detectadas a falta de contratos laborais, pagamento de salários mínimos iguais a todos os trabalhadores, independentemente das suas categorias, e privação dos funcionários do direito de férias e de descanso.
Segundo um comunicado do Ministério de Trabalho (MITRAB) ontem recebido na nossa Redacção, a inexistência de horário de trabalho, de equipamento de protecção contra acidentes, falta de inscrição dos trabalhadores no Sistema de Segurança Social e o não pagamento de horas extraordinárias figuram como outros atropelos à lei que vinham sendo cometidos por aquela empresa há largo tempo.
"Adicionado a estas infracções laborais, a empresa violava os direitos elementares de um ser humano, como por exemplo a falta de fornecimento de alimentação condigna e suficiente aos trabalhadores e a criação de condições mínimas para o efeito", lê-se no comunicado do MITRAB.
A Inspecção do Trabalho em Cabo Delgado, após um trabalho naquela ilha e em resposta à preocupação da população bem como das autoridades distritais de Palma, detectou que os trabalhadores, para além de dormirem em tendas precárias e em travessas de paus por falta de camas, satisfazem as suas necessidades biológicas a céu aberto por falta de sanitários.
Detectou-se ainda que a Direcção da Tecomadje, Lda., dá apenas 20 litros de água aos 50 trabalhadores por cada três dias para efeitos de higiene pessoal, confecção de alimentos e para beber, enquanto que as refeições resumem-se a 400 gramas de arroz e 250 gramas de feijão-manteiga por dia, na razão de pequeno almoço, almoço e jantar.
Constatadas todas as situações anormais, a Inspecção do Trabalho mandou imediatamente suspender as actividades daquela instância turística por forma a salvaguardar a dignidade humana e a implementação da legislação laboral do país até que sejam feitas as devidas correcções.
Pelas infracções cometidas, a empresa, que viu os seus dois trabalhadores estrangeiros ilegais suspensos, foi ordenada a parar de laborar sem a perda de salários por parte dos trabalhadores, e foi multada em quase 136 mil meticais, valor já pago.
Segundo o comunicado, a instituição iniciou de imediato a correcção das irregularidades, encontrando-se neste momento a produzir blocos de cimento e areia para a construção de alpendres consistentes e de sanitários para os trabalhadores. O reinício das actividades dependerá da celeridade na regularização das anomalias e dos resultados do relatório a produzir após segunda inspecção. Maputo, Quarta-Feira, 18 de Março de 2009:: Notícias
Nota Reflexiva: quem escancarou as portas para o colono? se não fosse a H. Taipo amita swi wona nwina-iam ver vocês mas esta senhora vira-se mesmo com a manobra do empresário de facilitar suas vidas a través de troca trocas feitas na Lei laboral. claro com apoio de malta Mutisse, Macamo, Duma e Lda hehehe!... brincadeira...
13 março 2009
Crítica a maus tratos contra mulher afegã da direito 20 anos de prisão

Estudante afegão condenado a 20 anos de prisão por distribuir texto O Supremo Tribunal do Afeganistão condenou a 20 anos de prisão um estudante de jornalismo acusado de blasfémia por ter distribuído a colegas um texto crítico em relação à situação das mulheres submetidas à`lei islâmica. No Iraque, o jornalista que se celebrizou por atirar um sapato a George Bush cumprirá três anos na cadeia. veja aqui
A insustentabilidade do plano de parcelamento dos Bairros na Matola! (1)
Caro leitor e seguidores deste sitio, hoje nos propomos a desenvolver este tema que tomemos como exemplo concreto do "plano de parcelamento dos Bairros na Matola" quer dizer, poderia ser de todo o Moçambique mas como já disse Mia Couto "Ninguém pode pertencer ao mundo sem antes pertencer à suapequena aldeia" esta é a razão que nos leva a escolher Matola como refência para a nossa reflexão. as imagem abaixo fazem parte do texto e reflete o reial de uma lixeira no meio do Bairro e a escassez da agua.











Retrospectiva descritiva 1975-2009
"Com a independência do país, a 25 de Junho de 1975, recupera-se o nome original, passando a denominar-se Cidade da Matola. A Câmara Municipal passou a ser dirigida por um presidente nomeado pelo Governo de Moçambique, o primeiro dos quais foi Rogério Daniel Ndzawana. O sistema de funcionamento da câmara não se alterou substancialmente, se bem que passou a ser dada mais atenção às populações dos bairros mais necessitados, sobretudo na construção de fontanários de água.
Em 1980, por resolução da então Assembleia Popular (hoje, Assembleia da República), a Matola perdeu a sua autonomia ao ser integrada na cidade de Maputo. Esta anexação paralisou o processo de desenvolvimento da cidade.
Com o processo de democratização do país, abriram-se as portas para a restauração do estatuto municipal, confirmado pelas primeiras eleições autárquicas, realizadas a 30 de Junho de 1998. Na sequência destas eleições foram instalados os novos órgãos de poder local: a Assembleia Municipal e o Conselho Municipal.
O primeiro presidente do Conselho Municipal da Matola foi Carlos Almerindo Filipe Tembe, eleito nas primeiras eleições autárquicas de 1998 e reeleito em 2003. O seu falecimento súbito em Dezembro de 2007 levou à sua substituição pela presidente da Assembleia Municipal, Maria Vicente, em 10 de Janeiro de 2008".
conforme wapedia Porém, as últimas eleições realizadas em Novembro de 2008 derão vitória ao Arão Nhancale e seu partido FRELIMO tendo tomado posse a 5 de ferreiro de 2009. São no total oito vereadores que formam o conselho municipal que através deste órgão Nhancale promete acabar com a corrupção na matola.




Inteligibilidade Prospectivo
Dentro de toda a descrição acima dada é importante afixarmos que o estágio positivo ou negativo, social, político e económico dentro das obrigações do Concelho Municipal da Matola é da responsabilidade, e sublimão o heroismo do Dr. Carlos Tembe.
Portanto é dentro da Governação do Carlos Tembem que se planificou e se fez tanta coisa hoje visível na Matola mas o nosso ponto fulcral é ver a sustentabilidade dos Projectos e planos postos em prática como forma de prospectivar o presente mandato por sinal nas costas do Arão Nhancale.
Falaremos de três (3) exigência incontornável quando se fala de um projecto, plano racionalmente concebido:(1) A coerêcia, (2)optimização e a (3)sustentabilidade dos nossos Projectos, planos. Veja que há uma relação de encadeamento entre estas exigências o que significa a obrigatoriedade doas três.
(1)Coerência - "é termos as nossas próprias normas, que nos levam a agir de uma mesma forma, perante uma questão semelhante.Ser coerente pode ser uma virtude, mas também serve para que a pessoa se torne previsível. Os outros acabam por ter uma boa ideia da forma como vamos reagir e servem-se disso para nos controlar.Portanto no caso vertente do nosso objecto de reflexão, Plano de "parcelamento dos Bairros da Matola" o planificador, o emplemenador do plano devem ser elementos identificáveis do ponto de vista de acção, isto é, não pode de forma alguma haver situações em que temos que nos interogar se é a mesma pessoa dentro e fora desta ou da quela roupa ou equipamento, uniforme ou fardamento como queiramos! porque ele em situações semelhantes agi de forma igual.
(2)Optimização"Em matemática, o termo otimização, ou programação matemática, refere-se ao estudo de problemas em que se busca minimizar ou maximizar uma função através da escolha sistemática dos valores de variáveis reais ou inteiras dentro de um conjunto viável". em adminisração e Gestão tem haver com a ultilização racional de recursos tendo em conta as condições esxistentes e previsíveis para a realização dos objectivos fixados. aqui aporca torce o rabo! quais são as condições previstas para o parcelamento e atribuição de terrenos num bairro? hehehe... imagino a sua resposta! vias de acesso, condições de água e luz, e acima de tudo condições ambientais adequadas (saneamento do meio) como garante da saúde pública. será que os nossos planos contem esta componente? é o que vamos ver até la.
(3)sustentabilidade-é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planeando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais. A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro. Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:ecologicamente correcto; economicamente viável; socialmente justo; e culturalmente aceite.
Não nos propomos a fazer conclusões para não precipitar o jeito do seu pensamento caro leitor, por isso prefirimos deixar em aberto mas concilie o texto e as nossas imagens. quando tentei levantar esta questão com um grupo de amigos, um deles disse: os bairros da Matola foram concebidos para viver pessoas economicamene estável. por isso as mesmas não tem problemas de comprar agua a 6 meticais um bidão de 20 litros! eu disse será que a nossa planificação deve ser feita nesse prísma? se todos somos moçambicanos! mas a discunsão não foi longe por que quando ele ia me trazendo exemplos de Bairros como Belo orizonte, Hanhane, Tchume etc e ia concluindo que o josé ninguém souzinho iria procurar o seu meio! mas o que ligou mute em mim foi a minha memória que serviu para fazer buscas do pretérito onde numa das passagens da entrega dos terrenos a uma equipa feminina de Basket boll o saudoso Dr. Carlos Tembe dizia " os terrenos aqui na Matola não são para qualquer makhava fofo" fim da citação. agora, que conlusões a tirar? tudo bem, tudo bem, tudo bem... já sei os Bairro da Matola são concebidos propositadamente para a exclusão social, é por isso que: (1) Nos Bairros considerados dos não financeiramente poderosos pode se tirar lixo ou resíduos sólidos dos poderosos para se deitar nos não poderosos! (2) Não há preocupação de se verificar os trés ítens acima abordados porque se for a agua o poderoso pode comprar conforme os camiões e Tchovas os não poderosos vam esperando por um sinal de vida nas fontenárias abertas estrategicamente para aliciar o voto para o Nhancale! Quanto ao lixo, niguém vai reclamar depois de construir porque abandonar uma cazinha destas na imagem porcausa do lixo é defícil e mais os poderosos podem comprar leite, insecticida e outros meios de proteção sempre que necessário o resto se danem! não podemos perder o negócio de vender HO2 porque há miscelánia de classes! e mais conclusões pode se tirar.
"Com a independência do país, a 25 de Junho de 1975, recupera-se o nome original, passando a denominar-se Cidade da Matola. A Câmara Municipal passou a ser dirigida por um presidente nomeado pelo Governo de Moçambique, o primeiro dos quais foi Rogério Daniel Ndzawana. O sistema de funcionamento da câmara não se alterou substancialmente, se bem que passou a ser dada mais atenção às populações dos bairros mais necessitados, sobretudo na construção de fontanários de água.
Em 1980, por resolução da então Assembleia Popular (hoje, Assembleia da República), a Matola perdeu a sua autonomia ao ser integrada na cidade de Maputo. Esta anexação paralisou o processo de desenvolvimento da cidade.
Com o processo de democratização do país, abriram-se as portas para a restauração do estatuto municipal, confirmado pelas primeiras eleições autárquicas, realizadas a 30 de Junho de 1998. Na sequência destas eleições foram instalados os novos órgãos de poder local: a Assembleia Municipal e o Conselho Municipal.
O primeiro presidente do Conselho Municipal da Matola foi Carlos Almerindo Filipe Tembe, eleito nas primeiras eleições autárquicas de 1998 e reeleito em 2003. O seu falecimento súbito em Dezembro de 2007 levou à sua substituição pela presidente da Assembleia Municipal, Maria Vicente, em 10 de Janeiro de 2008".
conforme wapedia Porém, as últimas eleições realizadas em Novembro de 2008 derão vitória ao Arão Nhancale e seu partido FRELIMO tendo tomado posse a 5 de ferreiro de 2009. São no total oito vereadores que formam o conselho municipal que através deste órgão Nhancale promete acabar com a corrupção na matola.
Inteligibilidade Prospectivo
Dentro de toda a descrição acima dada é importante afixarmos que o estágio positivo ou negativo, social, político e económico dentro das obrigações do Concelho Municipal da Matola é da responsabilidade, e sublimão o heroismo do Dr. Carlos Tembe.
Portanto é dentro da Governação do Carlos Tembem que se planificou e se fez tanta coisa hoje visível na Matola mas o nosso ponto fulcral é ver a sustentabilidade dos Projectos e planos postos em prática como forma de prospectivar o presente mandato por sinal nas costas do Arão Nhancale.
Falaremos de três (3) exigência incontornável quando se fala de um projecto, plano racionalmente concebido:(1) A coerêcia, (2)optimização e a (3)sustentabilidade dos nossos Projectos, planos. Veja que há uma relação de encadeamento entre estas exigências o que significa a obrigatoriedade doas três.
(1)Coerência - "é termos as nossas próprias normas, que nos levam a agir de uma mesma forma, perante uma questão semelhante.Ser coerente pode ser uma virtude, mas também serve para que a pessoa se torne previsível. Os outros acabam por ter uma boa ideia da forma como vamos reagir e servem-se disso para nos controlar.Portanto no caso vertente do nosso objecto de reflexão, Plano de "parcelamento dos Bairros da Matola" o planificador, o emplemenador do plano devem ser elementos identificáveis do ponto de vista de acção, isto é, não pode de forma alguma haver situações em que temos que nos interogar se é a mesma pessoa dentro e fora desta ou da quela roupa ou equipamento, uniforme ou fardamento como queiramos! porque ele em situações semelhantes agi de forma igual.
(2)Optimização"Em matemática, o termo otimização, ou programação matemática, refere-se ao estudo de problemas em que se busca minimizar ou maximizar uma função através da escolha sistemática dos valores de variáveis reais ou inteiras dentro de um conjunto viável". em adminisração e Gestão tem haver com a ultilização racional de recursos tendo em conta as condições esxistentes e previsíveis para a realização dos objectivos fixados. aqui aporca torce o rabo! quais são as condições previstas para o parcelamento e atribuição de terrenos num bairro? hehehe... imagino a sua resposta! vias de acesso, condições de água e luz, e acima de tudo condições ambientais adequadas (saneamento do meio) como garante da saúde pública. será que os nossos planos contem esta componente? é o que vamos ver até la.
(3)sustentabilidade-é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planeando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais. A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro. Para um empreendimento humano ser sustentável, tem de ter em vista 4 requisitos básicos. Esse empreendimento tem de ser:ecologicamente correcto; economicamente viável; socialmente justo; e culturalmente aceite.
Não nos propomos a fazer conclusões para não precipitar o jeito do seu pensamento caro leitor, por isso prefirimos deixar em aberto mas concilie o texto e as nossas imagens. quando tentei levantar esta questão com um grupo de amigos, um deles disse: os bairros da Matola foram concebidos para viver pessoas economicamene estável. por isso as mesmas não tem problemas de comprar agua a 6 meticais um bidão de 20 litros! eu disse será que a nossa planificação deve ser feita nesse prísma? se todos somos moçambicanos! mas a discunsão não foi longe por que quando ele ia me trazendo exemplos de Bairros como Belo orizonte, Hanhane, Tchume etc e ia concluindo que o josé ninguém souzinho iria procurar o seu meio! mas o que ligou mute em mim foi a minha memória que serviu para fazer buscas do pretérito onde numa das passagens da entrega dos terrenos a uma equipa feminina de Basket boll o saudoso Dr. Carlos Tembe dizia " os terrenos aqui na Matola não são para qualquer makhava fofo" fim da citação. agora, que conlusões a tirar? tudo bem, tudo bem, tudo bem... já sei os Bairro da Matola são concebidos propositadamente para a exclusão social, é por isso que: (1) Nos Bairros considerados dos não financeiramente poderosos pode se tirar lixo ou resíduos sólidos dos poderosos para se deitar nos não poderosos! (2) Não há preocupação de se verificar os trés ítens acima abordados porque se for a agua o poderoso pode comprar conforme os camiões e Tchovas os não poderosos vam esperando por um sinal de vida nas fontenárias abertas estrategicamente para aliciar o voto para o Nhancale! Quanto ao lixo, niguém vai reclamar depois de construir porque abandonar uma cazinha destas na imagem porcausa do lixo é defícil e mais os poderosos podem comprar leite, insecticida e outros meios de proteção sempre que necessário o resto se danem! não podemos perder o negócio de vender HO2 porque há miscelánia de classes! e mais conclusões pode se tirar.
11 março 2009
Feitiçaria é ou não uma realidade?

Antes de mais gostaria de convidar vossa participação neste caso,C. Duma; J. Mutisse, A. Macamo Nyinkiwa, Egídio Vaz e não só, todos que possam de alguma forma darem suas contribuições a esta questão.
O Jornal notícias do dia 10 de Março do ano em curso reporta na sua pagina 23, história de cinco irmãs que juntaram-se para matarem os seus próprios tios! confira aqui a ordem natural dá direito a vida, porém indivíduos ha que movidos de sei lá o qué tiram vidas! se eu fosse juiz dava-as pena "máximas".
Vamos então ao epicentro das nossas reflexões, há informações segundo as quais a "crise social no seio da família data de há já algum tempo e vezes houve em que o caso teve de ser dirimido nas estruturas políticas locais, bem como a nível dos tribunais mas sem susseço" (idem). Se a justiça não consegue resolver um caso destes quem então irá resolver? porque ele defacto existe e apoqueta a sociedade! lembra-se dos linxamentos? qual é a sua razão? é ou não uma realidade? porque é que não se ataca as causas e estancar de uma vez com os efeitos! O PR já veio ao público dizer que os casos de linxamentos (justiça com as próprias mãos) devem ser identificados os mentores e de imediato julgados e condenados! veja que o chefão não está a dizer para os criminosos serem identificados julgados e de imediato condenados! porém não consegue controlar a causa dos linxamentos (crime)! neste caso então qual é a causa do crime? é obviamente oque não constitui objecto de análise pelo nosso sistema de justiça apesar de existir no nosso seio e semeiar desgraça na família moçambicana estas irmãs malucas ganharam desrespaito as normas por razões do nada mesmo as autoridades médicas provarem que são pessoas psiquicamente normais! é por isso que perguntamos mas afinal, feitiçaria é ou não uma realidade? que lugar é dado no nosso código Penal mais uma vez solicitamos a participação de Juristas, Atropólogos,Historiadores Sociólogos e tantos outros para olharmos este assunto com olhos de ver.
10 março 2009
Nova Roupagem
É por isso que sou apologista do E. Macamo,é perigoso concordar comigo porque a um dado momento poderei mudar. então, sugiro que mantenha a sua posição se gosta de mim porque não quero ter essa responsabilidade. mal notei que a razão na administração e Gestão parece que estava muito afunilado para a magnitude das nossas pretensões! ném mais, adoptei " Críticas e Reflexões" é verdade que o primeiro também poderia ser visto na vertente social, económico, político, cultural e não só mas para nós leigos isso só acontece na área empresarial, organizacional para lhe dar com as operações de Matéria prima, produção de bens e serviços, custos e despesas e outros recursos, se bem que não tinhamos especificado por entedermos que elas (administração e Gestão) evoluem de uma intensidade mínima até uma máxima mas nunca é uníca por exemplo Fayol afima que "varia de 5% a 60% de operário a chefe do Estado só para ver que ném aqui ainda não esgota por si só precisando no entanto de outras funçãoes corporativas para esistir e de objecto para agir". Portanto está lançado o desafio,só assim sacudimos todas as sacudidelas. abraços
02 março 2009
Nino Vieira Assassinado

Segundo a enciclopédia livre João Bernardo Vieira, mais conhecido por Nino Vieira ou Kabi Nafantchamna, (Bissau, 27 de Abril de 1939 - 2 de Março de 2009) foi um político da Guiné-Bissau, por três vezes presidente da República da Guiné-Bissau.
Vieira voltou à cena política em meados de 2005, quando venceu a eleição presidencial apenas seis anos depois de ser expulso durante uma guerra civil que pôs fim a 19 anos de poder.
Eletricista de formação, Vieira se afiliou ao Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) de Amílcar Cabral em 1960 e rapidamente se tornou peça-chave da guerra de guerrilha do país contra o regime colonialista Português. porém hoje tomei conhecimento do seu assassinato pelos soldados que primeiro tiraram avida do chefe esto maior não obstante se afirmarem fieis ao governo do dia! aprofunde Não será ajuste de contas?
19 fevereiro 2009
Despedimento de 80 trabalhadores : Mozal explica-se ao Governo
A FUNDIÇÃO de alumínio Mozal deverá apresentar esta semana ao Governo uma informação circunstanciada que fundamente a sua pretensão de despedir 80 trabalhadores do seu quadro, Maputo, Quinta-Feira, 19 de Fevereiro de 2009:: Notícias
alegando razões estruturais e de mercado. O exercício marcará o início de um processo de negociação e consulta envolvendo o órgão sindical e o empregador, durante o qual deverá ser discutida a relevância dos fundamentos evocados para o despedimento colectivo e analisada a possibilidade de se evitar ou reduzir o impacto negativo da medida, bem como as medidas necessárias para atenuar as suas consequências na vida dos trabalhadores afectados.Aprofunde aqui
alegando razões estruturais e de mercado. O exercício marcará o início de um processo de negociação e consulta envolvendo o órgão sindical e o empregador, durante o qual deverá ser discutida a relevância dos fundamentos evocados para o despedimento colectivo e analisada a possibilidade de se evitar ou reduzir o impacto negativo da medida, bem como as medidas necessárias para atenuar as suas consequências na vida dos trabalhadores afectados.Aprofunde aqui
18 fevereiro 2009
Banco Mundial agiganta influência dos países em desenvolvimento
Por Emildo Sambo-Retirado na íntegra do Canal de Moçambique N.º 759 Maputo, Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
A medida vai também “colocar a quota dos países em desenvolvimento em termos de direito de voto em 44%, o que tem por especial objectivo aumentar a voz dos países de baixo rendimento”. Ainda segundo o presidente do Grupo Banco Mundial, Rober Zoellick, “aumentar a voz do mundo em desenvolvimento é vital para se prestar uma ajuda eficaz e promover uma prosperidade e desenvolvimento partilhados no seio de uma realidade económica do Século XXI”. Rober B. Zoellick afirmou igualmente que adicionar um novo lugar para África, obter uma maioria dos países em desenvolvimento no Conselho, expandir as quotas dos países em desenvolvimento e estabelecer as bases para reformas adicionais representa uma mudança real, visto que o processo de reforma da sua instituição está no curso certo. Após essas declarações, Rober Zoellick lançou um apelo aos accionistas para que “tomem medidas agora relativamente às aprovações governamentais das alterações ao direito de voto e que continuem a envidar os seus melhores esforços com vista a reformas mais profundas e mais ambiciosas”. Segundo explanou aquele responsável do World Bank, estas reformas foram inicialmente acordadas nas Reuniões Anuais do Grupo Banco Mundial em Outubro de 2008, “o que representa uma antecipação da meta prevista para a Primavera de 2009”. Entretanto, com a aprovação dos Governadores, a emenda aos Estatutos do Banco destinada a aumentar os votos básicos, que beneficia os accionistas mais pequenos, “transita agora para os 185 países-membros, para aprovação final”. “Para poder entrar em vigor, a emenda tem de ser aprovada por 3/5 dos paísesmembros com 85% dos votos”. Num outro contexto, houve uma segunda medida, em que os accionistas concordaram que o Banco deveria empreender um programa de trabalho abrangente e intenso, “destinado a realinhar as detenções de acções do banco, no sentido de um direito de voto equitativo entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento”. De acordo com os accionistas um programa de trabalho daquele tipo iria também incluir reformas na organização afiliada e membro do Banco Mundial, a Corporação Financeira Internacional (IFC). Com o trabalho respeitante à segunda fase já em curso, considera-se que a participação de nacionais dos países em desenvolvimento nos quadros e administração do Banco Mundial desempenha um papel importante na reforma da voz, do direito a ter voz. Actualmente, cerca de dois terços dos funcionários do Banco e 42% dos gestores do Banco são de países em desenvolvimento. No entanto, refere-se que desde que Zoellick se tornou Presidente do Grupo Banco Mundial, “7 das suas 9 nomeações para cargos séniores são provenientes de países em
desenvolvimento”.
Nota reflexiva: desde quando ser ajudado é um direito para o ajudado e uma obrigação para quem ajuda? A não ser que haja culpado na fraqueza do outro!
A medida vai também “colocar a quota dos países em desenvolvimento em termos de direito de voto em 44%, o que tem por especial objectivo aumentar a voz dos países de baixo rendimento”. Ainda segundo o presidente do Grupo Banco Mundial, Rober Zoellick, “aumentar a voz do mundo em desenvolvimento é vital para se prestar uma ajuda eficaz e promover uma prosperidade e desenvolvimento partilhados no seio de uma realidade económica do Século XXI”. Rober B. Zoellick afirmou igualmente que adicionar um novo lugar para África, obter uma maioria dos países em desenvolvimento no Conselho, expandir as quotas dos países em desenvolvimento e estabelecer as bases para reformas adicionais representa uma mudança real, visto que o processo de reforma da sua instituição está no curso certo. Após essas declarações, Rober Zoellick lançou um apelo aos accionistas para que “tomem medidas agora relativamente às aprovações governamentais das alterações ao direito de voto e que continuem a envidar os seus melhores esforços com vista a reformas mais profundas e mais ambiciosas”. Segundo explanou aquele responsável do World Bank, estas reformas foram inicialmente acordadas nas Reuniões Anuais do Grupo Banco Mundial em Outubro de 2008, “o que representa uma antecipação da meta prevista para a Primavera de 2009”. Entretanto, com a aprovação dos Governadores, a emenda aos Estatutos do Banco destinada a aumentar os votos básicos, que beneficia os accionistas mais pequenos, “transita agora para os 185 países-membros, para aprovação final”. “Para poder entrar em vigor, a emenda tem de ser aprovada por 3/5 dos paísesmembros com 85% dos votos”. Num outro contexto, houve uma segunda medida, em que os accionistas concordaram que o Banco deveria empreender um programa de trabalho abrangente e intenso, “destinado a realinhar as detenções de acções do banco, no sentido de um direito de voto equitativo entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento”. De acordo com os accionistas um programa de trabalho daquele tipo iria também incluir reformas na organização afiliada e membro do Banco Mundial, a Corporação Financeira Internacional (IFC). Com o trabalho respeitante à segunda fase já em curso, considera-se que a participação de nacionais dos países em desenvolvimento nos quadros e administração do Banco Mundial desempenha um papel importante na reforma da voz, do direito a ter voz. Actualmente, cerca de dois terços dos funcionários do Banco e 42% dos gestores do Banco são de países em desenvolvimento. No entanto, refere-se que desde que Zoellick se tornou Presidente do Grupo Banco Mundial, “7 das suas 9 nomeações para cargos séniores são provenientes de países em
desenvolvimento”.
Nota reflexiva: desde quando ser ajudado é um direito para o ajudado e uma obrigação para quem ajuda? A não ser que haja culpado na fraqueza do outro!
02 fevereiro 2009
Cinco razões para ser optimista
Los pesimistas son serios, realistas y menos dados a desilusionarse por la vida. Los optimistas, en cambio, son ingenuos y por ello más propensos a ser sorprendidos por las malas noticias. Los pesimistas son pensadores profundos y bien informados mientras que los optimistas son superficiales y no entienden bien lo que está pasando, lembre-se, já falei sobre os conceitos em hepígrafe aqui neste blogue sobre o optimismo do nosso músico MC. Roger.
26 janeiro 2009
Jorge Rebelo Arranca o Veu Místico da História de Moçambique
Segundo a STV, J. Rebelo revelou aos jovens que Eduardo Chivambo Mondlane, o arquitecto da unidade dos Moçambicanos embora tenha sido assassinado por uma bomba "montada na correspondência dirigida para ele" sua morte não ocorreu no seu escritório como vem reportado nos livros de História mas sim numa casa da praia de uma tal americana.
Notas Reflexivas: Quem era para a FRELIMO essa dita americana? Porque é que Mondlane iria fazer seus despachos numa casa da Prais envez do escritório? qual é o mal dessa informação constar nos textos didácticos de História? Porque é que se ocultou todo esse tempo? Já agora! dá para confiar no que aprendemos ou temos que ser críticos sempre?... quem são os apóstolos... neste caso?
Notas Reflexivas: Quem era para a FRELIMO essa dita americana? Porque é que Mondlane iria fazer seus despachos numa casa da Prais envez do escritório? qual é o mal dessa informação constar nos textos didácticos de História? Porque é que se ocultou todo esse tempo? Já agora! dá para confiar no que aprendemos ou temos que ser críticos sempre?... quem são os apóstolos... neste caso?
Com a Crise Económica que Sindicalismo?

Vale apena pensarmos com ele, quem entra num centro de emprego, no Barreiro, Setúbal ou em Braga (apenas alguns exemplos) depara-se com muitas cadeiras e gente sentada. Todos aguardam. Alguns, (cada vez mais) estão ali pela primeira vez, com o impresso passado pelo ex-patrão para se inscreverem, outros, alimentam a esperança de sair dali directamente para um emprego. O que os une é o facto de estarem desempregados.
Estes trabalhadores, estão entre os milhares que procuram todos os dias um emprego independentemente da sua profissão, vão em busca de requalificação profissional ou de orientação sobre o Fundo de Desemprego.
O mesmo se passa em Barcelona, mas na sede das 3 centrais sindicais (CCOO, UGT E CGT) que, em parceria com o Governo da Catalunha e as associações patronais, mantêm um serviço de aconselhamento, cuidam de qualificação e requalificação profissional e da recolocação no mercado de trabalho. Diariamente, passam por ali centenas, actualmente milhares de pessoas. Ler na íntegra aqui http://www.esquerda.net
Notas reflexivas 1: neste índice de desemprego qual é o papel dos Sindicatos em Moçambique? 2: Quando é que os Sindicatos se fazem sentir em Moçambique? 3: Que trabalhador (operário, campones, técnicos médios e superiores) estão sindicalizados? que mensagem os Sindicalistas Moçambicanos tem levado para cada grupo social de trabalhadores?
23 janeiro 2009
Autonomia da Banca ou Indiferença das Autoridades?
Temos assistido uma corrida dos bancos comerciais para os distritos ensentivados pelo Banco de Moçambique e as necessidades do desenvolvimento do País. Sempre questionei-me sobre o dar sem querer reembolso! Será que o banco iria afixar uma agência num local onde não teria ganhos? Logicamente não. Quem vela pelos benefícios do consumidor em relação aos serviços prestados? Proprio consumidor! Ora essa!... Tudo bem, terá o consumidor capacidade de fazer melhor escolha pelo menos quando se tarata de serviços bancários? Considerando que cerca de 52% dos Moçambicanos não sabem ler nem escrever! lé se aqui http://www.canalmoz.com.
Tudo bem vamos então às vantagens da bancarização do País: (1) Garrantia de circulação mais abrangente e segura da moeda sobre tudo para o consumidor dos serviços bancários; porque há moçambicanos que só ouvem falar do metical! (2) Assegurar o acesso seguro ao produtor através da aproximação dos serviços financeiros; (3) Possibilitar poupança ao produtor sem ter que usar cofres caseiros (latas, caixinhas de madeira etc);
O que é circulação da moeda para o Banco Central? Se considerarmos que a maioria esmagadora dos moçambicanos estam no sector informal com uma margem de ganhos cheio de incertezas e ínfimos, quais são as notas que circulam no nosso mercado? Comecemos pelo Banco Comercial: o meio de pagamento para muitos clientes desta banca é o cartão de débito que permite movimentar pelo menos nos levantamentos o pouco que o moçambicano tem o meus espanto é nas ATM só é possível tirar notas apartir de 200Mt (duzentos mt) e as notas de 20,50 e 100 quem as movimenta? Só aqueles que tem contas correntes? Já não chega o facto de a natureza das ATMs não nos permitir tirar centavos? Afinal qual é a definição de “Valorizar a moeda”?
Passemos então para um ouros apecto também não menos importante: PM Luisa Diogo numa entrevista na STV dizia que o governos não pode interferir na definição da taxa de juros para o caso de créditos Bancários para investimentos. Tudo bem, o que o Jornalista esqueceu de perguntar é que nesse âmbito o governo prefiriu meter os famosos 7 biliões no distrito. Quem são os beneficiários? Em que pé está a questão dos reembolsos? Ou estamos a espera de passarmos Para o próximo mandato para responsabiliar os faltosos? Como economista que é e Primeira Ministra que é L. Diogo que medidas estão a ser tomadas no sentido de a pancarização do País ser acompanhado pela facilidade de trocas comerciais sobre tudo nos pagamentos, por numeráio, cheque ou cartão de forma segura! Porque hoje contão se as empresas que tem sistema de cartão para compras aida temos que andar com avultadas somas de dinheiro para fazer uma pequena compra já que o custo de vida ultrapassa a minha altura!
Pensa comigo
Tudo bem vamos então às vantagens da bancarização do País: (1) Garrantia de circulação mais abrangente e segura da moeda sobre tudo para o consumidor dos serviços bancários; porque há moçambicanos que só ouvem falar do metical! (2) Assegurar o acesso seguro ao produtor através da aproximação dos serviços financeiros; (3) Possibilitar poupança ao produtor sem ter que usar cofres caseiros (latas, caixinhas de madeira etc);
O que é circulação da moeda para o Banco Central? Se considerarmos que a maioria esmagadora dos moçambicanos estam no sector informal com uma margem de ganhos cheio de incertezas e ínfimos, quais são as notas que circulam no nosso mercado? Comecemos pelo Banco Comercial: o meio de pagamento para muitos clientes desta banca é o cartão de débito que permite movimentar pelo menos nos levantamentos o pouco que o moçambicano tem o meus espanto é nas ATM só é possível tirar notas apartir de 200Mt (duzentos mt) e as notas de 20,50 e 100 quem as movimenta? Só aqueles que tem contas correntes? Já não chega o facto de a natureza das ATMs não nos permitir tirar centavos? Afinal qual é a definição de “Valorizar a moeda”?
Passemos então para um ouros apecto também não menos importante: PM Luisa Diogo numa entrevista na STV dizia que o governos não pode interferir na definição da taxa de juros para o caso de créditos Bancários para investimentos. Tudo bem, o que o Jornalista esqueceu de perguntar é que nesse âmbito o governo prefiriu meter os famosos 7 biliões no distrito. Quem são os beneficiários? Em que pé está a questão dos reembolsos? Ou estamos a espera de passarmos Para o próximo mandato para responsabiliar os faltosos? Como economista que é e Primeira Ministra que é L. Diogo que medidas estão a ser tomadas no sentido de a pancarização do País ser acompanhado pela facilidade de trocas comerciais sobre tudo nos pagamentos, por numeráio, cheque ou cartão de forma segura! Porque hoje contão se as empresas que tem sistema de cartão para compras aida temos que andar com avultadas somas de dinheiro para fazer uma pequena compra já que o custo de vida ultrapassa a minha altura!
Pensa comigo
21 janeiro 2009
Crise Zimbabweana longe de ser ultrapassado

Notícias da BBC da redação central dam conta de ter voltado a falhar a assinatura do possível acordo de partilha de poder entre o trio Robert Mugabe,Morgan Tsvangirai e Arthur Mutambara, da ZANU-PF e o Movimento para a Mudança Democrática (MDC)Respentivamente. As negociações ocorreram sob a égide do Presidente sul-africano Kgalema Motlanthe, do seu antecessor e mediador regional na longa crise do país, Thabo Mbeki, e do chefe de Estado moçambicano Armando Guebuza.
Só uma questão: o que será que a SADC vai decidir brevemente na Pretória?
O PRAGMATIMO DE OBAMA ESTÁ NO SEU DISCURSO

Veja na íntegra o discurso de Obama, em português
Tradução do Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Meus caros concidadãos
Estou aqui hoje humildemente diante da tarefa que temos pela frente, grato pela confiança que vocês depositaram em mim, ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush pelos serviços que prestou à nação, assim como pela generosidade e a cooperação
Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras foram pronunciadas durante marés ascendentes de prosperidade e nas águas plácidas da paz. Mas de vez em quando o juramento é feito entre nuvens carregadas e tempestades violentas. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas por causa da visão ou da habilidade dos que ocupavam os altos cargos, mas porque nós, o povo, permanecemos fiéis aos ideais de nossos antepassados e leais aos nossos documentos fundamentais. Assim foi. Assim deve ser para esta geração de americanos.
Que estamos em meio a uma crise hoje é bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma ampla rede de violência e ódio. Nossa economia está gravemente enfraquecida, uma consequência da cobiça e da irresponsabilidade de alguns, mas também de nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos, cortados; empresas, fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham para muitos; e cada dia traz novas evidências de que os modos como usamos a energia reforçam nossos adversários e ameaçam nosso planeta.
Esses são indicadores de crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o desgaste da confiança em todo o nosso país -- um temor persistente de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve reduzir suas perspectivas.
Hoje eu lhes digo que os desafios que enfrentamos são reais. São sérios e são muitos. Eles não serão resolvidos facilmente ou em um curto período de tempo. Mas saiba disto, América -- eles serão resolvidos.
Neste dia, estamos reunidos porque escolhemos a esperança acima do medo, a unidade de objetivos acima do conflito e da discórdia.
Neste dia, viemos proclamar o fim dos sentimentos mesquinhos e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas desgastados que por tanto tempo estrangularam nossa política.
Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da escritura, chegou o tempo de pôr de lado as coisas infantis. Chegou o tempo de reafirmar nosso espírito resistente; de escolher nossa melhor história; de levar adiante esse dom precioso, essa nobre ideia, transmitida de geração em geração: a promessa dada por Deus de que todos são iguais, todos são livres e todos merecem a oportunidade de perseguir sua plena medida de felicidade.
Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é um fato consumado. Deve ser merecida. Nossa jornada nunca foi de tomar atalhos ou de nos conformar com menos. Não foi um caminho para os fracos de espírito -- para os que preferem o lazer ao trabalho, ou buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Foram, sobretudo, os que assumem riscos, os que fazem coisas -- alguns célebres, mas com maior frequência homens e mulheres obscuros em seu labor, que nos levaram pelo longo e acidentado caminho rumo à prosperidade e à liberdade.
Por nós, eles empacotaram seus poucos bens terrenos e viajaram através de oceanos em busca de uma nova vida.
Por nós, eles suaram nas oficinas e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas cortantes e lavraram a terra dura.
Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg, na Normandia e em Khe Sahn.
Incansavelmente, esses homens e mulheres lutaram, se sacrificaram e trabalharam até ralar as mãos para que pudéssemos ter uma vida melhor. Eles viam a América como algo maior que a soma de nossas ambições individuais; maior que todas as diferenças de nascimento, riqueza ou facção.
Esta é a jornada que continuamos hoje. Ainda somos a nação mais próspera e poderosa da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos criativas, nossos produtos e serviços não menos necessários do que foram na semana passada, no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade continua grande. Mas nosso tempo de repudiar mudanças, de proteger interesses limitados e de protelar decisões desagradáveis -- esse tempo certamente já passou. A partir de hoje, devemos nos reerguer, sacudir a poeira e começar novamente o trabalho de refazer a América.
Para todo lugar aonde olharmos há trabalho a ser feito. A situação da economia pede ação ousada e rápida, e vamos agir -- não apenas para criar novos empregos, mas depositar novas bases para o crescimento. Vamos construir estradas e pontes, as redes elétricas e linhas digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Vamos restabelecer a ciência a seu devido lugar e utilizar as maravilhas da tecnologia para melhorar a qualidade dos serviços de saúde e reduzir seus custos. Vamos domar o sol, os ventos e o solo para movimentar nossos carros e fábricas. E vamos transformar nossas escolas, colégios e universidades para suprir as demandas de uma nova era. Tudo isso nós podemos fazer. E tudo isso faremos.Os passos da posse
Agora, há alguns que questionam a escala de nossas ambições -- que sugerem que nosso sistema não pode tolerar um excesso de grandes planos. Suas memórias são curtas. Pois eles esqueceram o que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem conseguir quando a imaginação se une ao objetivo comum, e a necessidade à coragem.
O que os cínicos não entendem é que o chão se moveu sobre eles -- que as discussões políticas mofadas que nos consumiram por tanto tempo não servem mais. A pergunta que fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona -- se ele ajuda as famílias a encontrar empregos com salários decentes, tratamentos que possam pagar, uma aposentadoria digna. Quando a resposta for sim, pretendemos seguir adiante. Quando a resposta for não, os programas terminarão. E aqueles de nós que administram os dólares públicos terão de prestar contas -- gastar sabiamente, reformar os maus hábitos e fazer nossos negócios à luz do dia -- porque somente então poderemos restaurar a confiança vital entre uma população e seu governo.
Tampouco enfrentamos a questão de se o mercado é uma força do bem ou do mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade é inigualável, mas esta crise nos lembrou de que sem um olhar vigilante o mercado pode sair do controle -- e que uma nação não pode prosperar por muito tempo quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; de nossa capacidade de estender oportunidades a todos os corações dispostos -- não por caridade, mas porque é o caminho mais certeiro para o nosso bem comum.
Quanto a nossa defesa comum, rejeitamos como falsa a opção entre nossa segurança e nossos ideais. Nossos pais fundadores, diante de perigos que mal podemos imaginar, redigiram uma carta para garantir o regime da lei e os direitos do homem, uma carta expandida pelo sangue de gerações. Aqueles ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos abandoná-los em nome da conveniência. E assim, para todos os outros povos e governos que nos observam hoje, das maiores capitais à pequena aldeia onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de toda nação e de todo homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar novamente.
Lembrem que as gerações passadas enfrentaram o fascismo e o comunismo não apenas com mísseis e tanques, mas com sólidas alianças e convicções duradouras. Elas compreenderam que somente nossa força não é capaz de nos proteger, nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Pelo contrário, elas sabiam que nosso poder aumenta através de seu uso prudente; nossa segurança emana da justeza de nossa causa, da força de nosso exemplo, das qualidades moderadoras da humildade e da contenção.
Somos os mantenedores desse legado. Conduzidos por esses princípios mais uma vez, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem um esforço ainda maior -- maior cooperação e compreensão entre as nações. Vamos começar de maneira responsável a deixar o Iraque para sua população, e forjar uma paz duramente conquistada no Afeganistão. Com antigos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para reduzir a ameaça nuclear e reverter o espectro do aquecimento do planeta. Não pediremos desculpas por nosso modo de vida, nem vacilaremos em sua defesa, e aos que buscam impor seus objetivos provocando o terror e assassinando inocentes dizemos hoje que nosso espírito está mais forte e não pode ser dobrado; vocês não podem nos superar, e nós os derrotaremos.
Pois sabemos que nossa herança de colcha de retalhos é uma força, e não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus -- e de descrentes. Somos formados por todas as línguas e culturas, saídos de todos os cantos desta Terra; e como provamos o sabor amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos daquele capítulo escuro mais fortes e mais unidos, só podemos acreditar que os antigos ódios um dia passarão; que as linhas divisórias logo se dissolverão; que, conforme o mundo se tornar menor, nossa humanidade comum se revelará; e que a América deve exercer seu papel trazendo uma nova era de paz.
Ao mundo muçulmano, buscamos um novo caminho à frente, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo. Para os líderes de todo o mundo que buscam semear conflito, ou culpam o Ocidente pelos males de sua sociedade -- saibam que seu povo os julgará pelo que vocês podem construir, e não pelo que vocês destroem. Para os que se agarram ao poder através da corrupção e da fraude e do silenciamento dos dissidentes, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas que lhes estenderemos a mão se quiserem abrir seu punho cerrado.
Aos povos das nações pobres, prometemos trabalhar ao seu lado para fazer suas fazendas florescer e deixar fluir águas limpas; alimentar corpos famintos e nutrir mentes famintas. E para as nações como a nossa, que gozam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais suportar a indiferença pelos que sofrem fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem pensar nas consequências. Pois o mundo mudou, e devemos mudar com ele.
Ao considerar o caminho que se desdobra a nossa frente, lembramos com humilde gratidão daqueles bravos americanos que, nesta mesma hora, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, assim como os heróis caídos que repousam em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não só porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir; a disposição para encontrar significado em algo maior que eles mesmos. No entanto, neste momento -- um momento que definirá uma geração -- é exatamente esse espírito que deve habitar em todos nós.
Pois por mais que o governo possa fazer e deva fazer, afinal é com a fé e a determinação do povo americano que a nação conta. É a bondade de hospedar um estranho quando os diques se rompem, o altruísmo de trabalhadores que preferem reduzir seus horários a ver um amigo perder o emprego, que nos fazem atravessar as horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro para subir uma escada cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai a alimentar seu filho, o que finalmente decide nosso destino.
Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que os enfrentamos podem ser novos. Mas os valores de que depende nosso sucesso -- trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo -- essas são coisas antigas. São coisas verdadeiras. Elas têm sido a força silenciosa do progresso durante toda a nossa história. O que é exigido de nós hoje é uma nova era de responsabilidade -- um reconhecimento, por parte de todos os americanos, de que temos deveres para nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos resmungando, mas sim agarramos alegremente, firmes no conhecimento de que não há nada tão satisfatório para o espírito, tão definidor de nosso caráter, do que dar tudo o que podemos em uma tarefa difícil.
Esse é o preço e a promessa da cidadania.
Essa é a fonte de nossa confiança -- o conhecimento de que Deus nos chama para moldar um destino incerto.
Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo -- a razão por que homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em comemoração neste magnífico espaço, e por que um homem cujo pai, menos de 60 anos atrás, talvez não fosse atendido em um restaurante local hoje pode se colocar diante de vocês para fazer o juramento mais sagrado.
Por isso vamos marcar este dia com lembranças, de quem somos e do longo caminho que percorremos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno bando de patriotas se amontoava junto a débeis fogueiras nas margens de um rio gelado. A capital fora abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução era mais duvidoso, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas para o povo:
"Que seja dito ao mundo futuro ... que na profundidade do inverno, quando nada exceto esperança e virtude poderiam sobreviver ... que a cidade e o país, alarmados diante de um perigo comum, avançaram para enfrentá-lo".
A América, diante de nossos perigos comuns, neste inverno de nossa dificuldade, vamos nos lembrar dessas palavras atemporais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes geladas, e suportar o que vier. Que seja dito pelos filhos de nossos filhos que quando fomos testados nos recusamos a deixar esta jornada terminar, não viramos as costas nem vacilamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos adiante o grande dom da liberdade e o entregamos em segurança às futuras gerações.
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