04 março 2011
03 março 2011
Professor Paul Collier da Universidade de Oxford secunda Professor Nuno Castelo Branco em materia sobre industria extrativa e politicas de investimento. Que ganhos para Africa?
The Last Resource Frontier
OXFORD - Na próxima década, a extração de petróleo, gás e minérios que constituem, de longe, a oportunidade económica mais importante da história da África. A África é a última fronteira para a descoberta de recursos, tendo sido relativamente negligenciado por outras empresas de mineração e extração de recursos, devido às difíceis condições políticas. Mas os preços das commodities estão superando a relutância e prospecção está gerando uma infinidade de novas descobertas.
Dado que a extração de recursos por quilômetro quadrado em África é de cerca de 20% da média da OCDE, o volume total de extração pode facilmente crescer cinco vezes. Os preços altos e futuras descobertas irão gerar fluxos de dinheiro tão grande que, se for bem gerida, podem transformar desesperadamente regiões mais pobres da África em regiões de prosperidade. Certamente, o rendimento de extração de recursos superará todos os outros fluxos financeiros lá.
Mas, muitas vezes na história da África, esse dinheiro deveria ter financiado o investimento produtivo foi saqueado ou desperdiçados. O desafio agora é impedir que a triste história do continente, de exploração de repetir-se durante a época que vem da extração de recursos maciços.
Se os recursos naturais são pilhados ou aproveitados para o desenvolvimento depende de vários fatores. A primeira tarefa é captar para a sociedade como um todo bastante o valor dos recursos extraídos. Este, por sua vez, exige um procedimento adequado, com base na concorrência transparente, para a venda inicial dos direitos de prospecção, bem como um sistema tributário bem concebido para recolher receitas posteriores lucros corporativos.
Alguns recentes vendas de direitos de prospecção em África têm sido espetacularmente deficiente em termos de transparência e concorrência. Na Guiné, por exemplo, direitos que parecem ter sido concedidas sem o benefício significativo para os cofres públicos foram rapidamente re-vendido para vários bilhões de euros.
Em segundo lugar, uma parte substancial das receitas deverão ser investidos em ativos ao invés de usada para estimular o consumo. Fazer o contrário é infringir os direitos dos membros das gerações futuras, a quem pertencem os recursos naturais também.
Infelizmente, esses direitos são frequentemente violados. Camarões, por exemplo, tem empobrecido muito do seu petróleo, utilizando as receitas predominantemente para o consumo. Como resultado, seu nível atual de consumo não será sustentável quando o petróleo acabar.
Finalmente, as receitas devem ser abertas ao escrutínio público e seu uso eficiente, tanto para o investimento eo consumo, deve ser assegurada por mecanismos institucionais que impõem uma responsabilidade clara para os funcionários públicos.
Mas a receita ea transparência das despesas não é suficiente para garantir o bom uso dos recursos naturais. Muitas das decisões necessárias para garantir o sucesso deve ser obtido direito de não apenas uma, mas várias vezes, porém, sem essa transparência, os riscos de corrupção e má distribuição, obviamente, são muito maiores.
Transparência também fomentar a confiança entre empresas e comunidades locais. Até agora, as comunidades nos arredores das operações de extração têm sido freqüentemente hostil ao processo, vendo-se como as vítimas de danos ambientais, enquanto as elites nacionais e empresas estrangeiras se presume serem os principais beneficiários.
Essa hostilidade tem feito as operações locais das indústrias extractivas, problemáticos e caros: a experiência testemunho real holandesa Shell no delta do Níger. Ataques a instalações, muitas vezes subiu ao ponto que o consumo total é significativamente reduzido e menos seguro. Assim, sem transparência das receitas e sua utilização benéfica, empresas de extração de recursos, inevitavelmente, se tornam alvos de suspeita local.
OXFORD - Na próxima década, a extração de petróleo, gás e minérios que constituem, de longe, a oportunidade económica mais importante da história da África. A África é a última fronteira para a descoberta de recursos, tendo sido relativamente negligenciado por outras empresas de mineração e extração de recursos, devido às difíceis condições políticas. Mas os preços das commodities estão superando a relutância e prospecção está gerando uma infinidade de novas descobertas. Dado que a extração de recursos por quilômetro quadrado em África é de cerca de 20% da média da OCDE, o volume total de extração pode facilmente crescer cinco vezes. Os preços altos e futuras descobertas irão gerar fluxos de dinheiro tão grande que, se for bem gerida, podem transformar desesperadamente regiões mais pobres da África em regiões de prosperidade. Certamente, o rendimento de extração de recursos superará todos os outros fluxos financeiros lá.
Mas, muitas vezes na história da África, esse dinheiro deveria ter financiado o investimento produtivo foi saqueado ou desperdiçados. O desafio agora é impedir que a triste história do continente, de exploração de repetir-se durante a época que vem da extração de recursos maciços.
Se os recursos naturais são pilhados ou aproveitados para o desenvolvimento depende de vários fatores. A primeira tarefa é captar para a sociedade como um todo bastante o valor dos recursos extraídos. Este, por sua vez, exige um procedimento adequado, com base na concorrência transparente, para a venda inicial dos direitos de prospecção, bem como um sistema tributário bem concebido para recolher receitas posteriores lucros corporativos.
Alguns recentes vendas de direitos de prospecção em África têm sido espetacularmente deficiente em termos de transparência e concorrência. Na Guiné, por exemplo, direitos que parecem ter sido concedidas sem o benefício significativo para os cofres públicos foram rapidamente re-vendido para vários bilhões de euros.
Em segundo lugar, uma parte substancial das receitas deverão ser investidos em ativos ao invés de usada para estimular o consumo. Fazer o contrário é infringir os direitos dos membros das gerações futuras, a quem pertencem os recursos naturais também.
Infelizmente, esses direitos são frequentemente violados. Camarões, por exemplo, tem empobrecido muito do seu petróleo, utilizando as receitas predominantemente para o consumo. Como resultado, seu nível atual de consumo não será sustentável quando o petróleo acabar.
Finalmente, as receitas devem ser abertas ao escrutínio público e seu uso eficiente, tanto para o investimento eo consumo, deve ser assegurada por mecanismos institucionais que impõem uma responsabilidade clara para os funcionários públicos.
Mas a receita ea transparência das despesas não é suficiente para garantir o bom uso dos recursos naturais. Muitas das decisões necessárias para garantir o sucesso deve ser obtido direito de não apenas uma, mas várias vezes, porém, sem essa transparência, os riscos de corrupção e má distribuição, obviamente, são muito maiores.
Transparência também fomentar a confiança entre empresas e comunidades locais. Até agora, as comunidades nos arredores das operações de extração têm sido freqüentemente hostil ao processo, vendo-se como as vítimas de danos ambientais, enquanto as elites nacionais e empresas estrangeiras se presume serem os principais beneficiários.
Essa hostilidade tem feito as operações locais das indústrias extractivas, problemáticos e caros: a experiência testemunho real holandesa Shell no delta do Níger. Ataques a instalações, muitas vezes subiu ao ponto que o consumo total é significativamente reduzido e menos seguro. Assim, sem transparência das receitas e sua utilização benéfica, empresas de extração de recursos, inevitavelmente, se tornam alvos de suspeita local.
As empresas estrangeiras gerir quase toda extração de recursos em África, porque só eles têm as habilidades técnicas necessárias. Isto implica um papel importante para as jurisdições em que essas empresas são registradas, pois eles têm o poder de definir as regras pelas quais as indústrias extractivas operam. Muitas destas empresas estão sediadas na Europa, por isso uma boa dose de poder repousa, em última análise com o Parlamento Europeu.
Entre eles, as regras europeias e norte-americanos podem exigir muitas empresas de extração de recursos para ser transparente, mas ainda há muitas empresas que estão sob outras jurisdições. No âmbito da OCDE, o principal centro financeiro para as pequenas empresas de extração de recursos é de Toronto, no entanto, o parlamento canadense recentemente falhou por pouco a passar uma exigência equivalente para estas empresas. Há também 360 empresas australianas extração de recursos - atualmente em operação na África.
Entre eles, as regras europeias e norte-americanos podem exigir muitas empresas de extração de recursos para ser transparente, mas ainda há muitas empresas que estão sob outras jurisdições. No âmbito da OCDE, o principal centro financeiro para as pequenas empresas de extração de recursos é de Toronto, no entanto, o parlamento canadense recentemente falhou por pouco a passar uma exigência equivalente para estas empresas. Há também 360 empresas australianas extração de recursos - atualmente em operação na África.
24 fevereiro 2011
ideologias e demagogias
O progressismo, Contextualismo e o Dogmatismo metódico poderei desenvolver isto com tempo. Importa de momento o debate que ocorre aqui
O texto é do professor E. Macamo veja o citado.
“Quando o Governo apela para maior sentido de responsabilidade individual esse apelo só vai ter frutos se na sua interpretação do sentido de liberdade e democracia se apega menos ao poder de modo a criar espaços propícios.”
“Embriagados que estamos pela alegria das celebrações de liberdade e democracia no Norte de África esquecemos que o anseio por estes valores não é novo em África. Teve manifestações diferentes em diferentes momentos da trajectória política do nosso continente e o resultado não foi sempre a liberdade e a democracia. O nosso país constitui exemplo (triste) disto. A luta que se travou pela independência foi também em nome da liberdade e (um certo entendimento de) democracia. Deu no que deu e ainda reclamou mais sacrifício humano durante 16 longos anos. No Zimbabwe a interpretação local de liberdade e democracia está a dar o que está a dar. Na Costa do Marfim, na Libéria, na Serra Leoa, no Ruanda, no Congo, enfim, um pouco por todo o lado. No Egipto e na Tunísia ainda não sabemos para onde é que as coisas caminham. Aqui também os analistas da praxe confundem aspirações pessoais com realidade.”
O primeiro paragrafo mostra claramente qual é o primeiro desafio para evitar o fenómeno do norte da África.
No segundo, Elísio parece temer o ciclo vicioso do fenómeno pelo qual a liberdade é conquistada! Se é isso então, Elísio é tímido!!! Ehehehe... porque em África a vossa sugestão “a correcção e exploração das possibilidades Constitucionais ( ...)” antes: Como é que são adoptadas essas constituições? Depois, a sugestão é boa mas em mim peca por não dizer como? Porque manifestação é um acto que tem cobertura Constitucional pelo menos em Moçambique!!!
Porque como bem diz, cada caso é um caso a vossa sugestão será válida para que país? Angola? Moçambique? Ou Zimbabwe?
Quanto aos defensores do gradualismo e os únicos “pensadores com utilidade”... eheheheh... a pergunta é a seguinte:
Por que não podemos ser ousados? Qual é a possível “Democracia Africana”? (se é que existe), a de Angola? A de Moçambique? A do Zimbabwe? Ou mesmo da Líbia?
Quer dizer, para o Professor Elísio Macamo, se a luta dura muito tempo a solução é render-se! De facto estamos a lutar lá vão anos pela liberdade e democracia e depois? Enquanto não se alcançar, a luta continua este é o verdadeiro sentido de luta, a META.
Quando por exemplo uma pessoa critica directamente um partido no puder e como resposta perde oportunidade, onde está o sentido de Estado aí? Será que precisamos de ser oposição para opinar diferente? Se o nosso objectivo é construir a pátria, por que nunca aceitamos ceder sem usar violência?
Veja os Sindicatos em Moçambique professor, estão a ser humilhados sob pretexto de que estamos a construir o país e eles vão ostentando a custa do sacrifício do trabalhador é isso que consideramos construção ou sentido de responsabilidade? Algo tem de ser feito...
Quem quer ser identificado para ser excluído? Daí os levantes populares...
África é da Humanidade, é dos africanos não é património de um indivíduo...
22 fevereiro 2011
Prefirimos acabar todos no lugar de nos ter como vossa propriedade
O líder líbio Muhamar Kadhafi apareceu na televisão para desmentir rumores de que teria fugido para a Venezuela. Numa breve declaração á TV estatal, feita de dentro de um veículo, garantiu que estava em Tripoli e apelidou de “cães” os canais de notícias estrangeiros que divulgaram notícias da sua fuga.
Várias testemunhas garantem que aviões militares dispararam sobre manifestantes em Tripoli e que terão sido mortas dezenas de pessoas. Estas afirmações foram corroboradas por diplomatas líbios no estrangeiro que se viraram contra o regime mas desmentidas pelo filho de Kadhafi Saif al-Islam. A RM as 7h falava de cerca de 103 pessoas mortas pelo bombardeamento;
A Soico as 13h fala de 3 centenas de mortos, fruto do uso da forca militar.
.
31 janeiro 2011
“Moçambique está no bom caminho” (Guebuza in Estado da Nação 2010) Governador do BM concorda com a perda de todos nós nos acordos que isentam os mega-projectos das obrigações fiscais e diz ser possível renegociar os mesmos. Sergio viera está decidido a monstrar que nós que nos beneficiamos dos investimentos não somos os verdadeiros beneficiários desta riqueza! porque “Estamos numa situação em que, de algum modo, nos encontramos marginalizados nas decisões que são tomadas"
Estar-se a criar riqueza à margem dos moçambicanos dá o síndrome da Nigéria, em que eu vejo a minha terra ficar poluída pela indústria extractiva. Então, criam-se aqueles gangs que, raptando os trabalhadores estrangeiros das indústrias petrolíferas, beneficiam as populações. O que falamos quando abordamos a agricultura? Falamos da agricultura feita por empresas predominantemente moçambicanas ou pelas empresas estrangeiras sediadas em Moçambique? Aí podemos estar a falsificar. Nós temos que comer, a dívida da fome dá Tunísia dá motins em quase toda a parte do mundo. Alguém há-de pagar os 3.8 biliões de dólares à Rio Tinto. Eu creio que estamos no grupo dos que vão pagar. O que é que Inhambane e Moçambique ganham com o gás que sai de Inhambane”.
O PAÍS – 31.01.2011
27 janeiro 2011
Obama da B+a=Ba de governar sem usar forÇa.
O discurso do Estado da Nação, em Washington DC, perante o Congresso, teve início às 21 horas locais (4 horas desta Quartafeira em Maputo), mas cerca de duas horas antes a Casa Branca divulgou à Imprensa excertos da intervenção do Presidente norte-americano. “Novas leis só vão passar com o apoio de democratas e republicanos. Ou andamos para a frente juntos, ou não andamos - os desafios que enfrentamos são maiores do que partidos, maiores do que política”, defende Barack Obama.
O que está em causa não é quem vai ganhar as próximas eleições, mas “se novos empregos e indústrias se enraízam” no país. “É se o trabalho duro e engenho do nosso povo é recompensado. É se mantemos a liderança que fez da América não apenas um lugar no mapa, mas uma luz para o mundo. Estamos fadados ao progresso”, acredita.
Dois anos depois da maior recessão desde a Grande Depressão, o mercado accionista está novamente em alta, os lucros das empresas subiram e a economia dá sinais de crescimento, indicadores que ainda assim não são suficientes para “medir o progresso”.
“Medimos o progresso pelo sucesso do nosso povo. Pelos empregos que pode encontrar e a qualidade de vida que esses empregos oferecem. Pelas perspectivas de um pequeno empresário que sonha em transformar uma boa ideia numa empresa vibrante, pelas oportunidades para uma vida melhor para os nossos filhos. Esse é o projecto em que o povo quer que trabalhemos. Juntos”, adianta. Em África não! Pelo numero de obras dos governantes, dos fungitivos da legalidade fiscal, dos assaltantes a mão armada e do número de mega-projectos que entrão nos nossos países mesmo que esses apenas sirvão para aumentar os números estatísticos!
No discurso, é ainda comparada a situação actual com a vivida há meio século, quando a União Soviética ultrapassou os Estados Unidos lançando o satélite Sputnik, numa altura em que a NASA ainda nem existia.
“Mas, depois de investir em melhor pesquisa e investigação, não apenas suplantámos os soviéticos; desencadeámos uma onda de inovação que criou novas indústrias e milhões de novos empregos”, recorda Obama. “Este é o nosso momento Sputnik”, sublinhou.
NOTA: Será que nós um dia chegaremos a este estremo de ultrapassar nossas diferenças sem usar forces muitas vezes violentas para intimidar!!! Sonho com uma África de concordia, onde percebemos que ela (a África) é dos africanos. Portanto todos temos o mesmo objectivo “o bem estar dos nossos povos e a elevação deste continente para a posição que merece” e isso só com a assunção cumplice de sair dos métodos primitivos de governação onde o diálogo prevalece, a concordia é a lanterna, a paz, aliberdade é a matéria prima para a prosperidade da mãe África.
Sim, é possível desde que assumamos que o que faz o desenvolvimento não é o tempo como muitos querem que esperemos 500 anos para saber que a causa nacional é luta de todos nós, isso esta acima de qualquer partido ou política!...
Mandela “fragilizado”
O Jornal Notícias de hoje, cita o Arcebispo sul-africano Desmond Tutu descrevendo o estado do ex-presidente Nelson Mandela como “fragilizado”.Em declaraçãoes à agência sul-africana SAPA, Tutu afirmou que esteve com Mandela na semana passada e que o estado de saúde do veterano estadista não se pode dissociar da sua idade. “ Ele estava bem, quero dizer ele tem 92 anos. E está fragilizado”... disse Tutu.
a RTP diz o internamento hospitalar de Nelson Mandela, oficialmente para "exames de rotina" mas sinal da crescente fragilidade do histórico líder de 92 anos, está a criar grande ansiedade na África do Sul.
a RTP diz o internamento hospitalar de Nelson Mandela, oficialmente para "exames de rotina" mas sinal da crescente fragilidade do histórico líder de 92 anos, está a criar grande ansiedade na África do Sul.
WF & Autarca
Leia os Jornais WF e uma bela cronica do Leonel Marcelino, em Lisboa. onde o autor se questiona das vantagens da estatização da cultura no Autarca.
Comeca por citar Agostinho da Silva: “o mundo tem tantas possibilidades que até o impossível é possível”. Para este filósofo, a “cultura (era) tornar melhor a vida das pessoas.
26 janeiro 2011
O serviço da BBC em português e em outras línguas vai encerrar no âmbito de um plano para poupar 46 milhões de libras (53 milhões de euros) por ano, confirmou a estação pública britânica.
Além do serviço em português, que se destina sobretudo aos países africanos lusófonos, irão também fechar os serviços em macedónio, albanês, sérvio e inglês para as Caraíbas.
O anúncio oficial destas medidas, bem como o despedimento de 650 funcionários de um total de cerca de 2.400, será feito na quarta-feira aos funcionários.
Mas para Teresa Lima, responsável pela secção portuguesa na BBC, onde está há 12 anos, a notícia não é totalmente inesperada. "O serviço já teve para ser cortado várias vezes", disse hoje, em declarações à agência Lusa.
Ficou surpreendida, no entanto, com os "cortes demasiado drásticos" que colocam em risco os 12 postos de trabalho na secção, dos quais dez a tempo inteiro e dois a tempo parcial. Se estes planos forem para a frente, admite que "as oportunidades de reintegração [noutros serviços da BBC] não serão muitas".
O serviço em português foi criado a 4 de junho de 1939 e era dirigido inicialmente a Portugal e às respetivas colónias. Depois da sua independência, a partir de 1975, os países africanos de expressão portuguesa passaram a ser o principal destino deste serviço. Além de três programas... Leia na itegra
Ficou surpreendida, no entanto, com os "cortes demasiado drásticos" que colocam em risco os 12 postos de trabalho na secção, dos quais dez a tempo inteiro e dois a tempo parcial. Se estes planos forem para a frente, admite que "as oportunidades de reintegração [noutros serviços da BBC] não serão muitas".
O serviço em português foi criado a 4 de junho de 1939 e era dirigido inicialmente a Portugal e às respetivas colónias. Depois da sua independência, a partir de 1975, os países africanos de expressão portuguesa passaram a ser o principal destino deste serviço. Além de três programas... Leia na itegra
19 janeiro 2011
Banqueiro suíço que colaborou com a WikiLeaks vai a julgamento
O ex-banqueiro suíço que deu à WikiLeaks dados de dois mil clientes vai ser julgado por violação de sigilo bancário. Rudolf Elmer foi chefe de operações do banco privado Julius Baer nas Ilhas Caimão. RTP
NOTA: Eu sempre julguei o singilo bancário um sistema propositado para proteger os criminosos fiscais. Portanto n~ao vejo esse tribunal a condenar este senhor, justamente por divulgar as manóbras dilatória dos mafiosos. Quem não deve não teme, os bancos precisão é ter sistemas invioláveis para asegurar seus clientes! Alias, esta devia ser o pré requisito para que optemos por um determinado banco, não necessáriamente o singilo, sobre tudo numa altura em que estamos a lutar pela transparência cosmológica
Rejuvenescer a ZANU-PF e o poder Zimbabweano é um imperativo regional.
Segundo o “Daily Telegraph”, o quadro clínico aponta para a possibilidade de Mugabe ficar parcialmente incapacitado de continuar a governar
Novas alegações sobre o estado de saúde do presidente Robert Mugabe motivaram, ontem, uma reacção violenta do seu partido, a ZANU-PF, e do seu porta-voz.
A Malásia negou que o dirigente se tenha submetido a uma operação na próstata para debelar um cancro em Kuala Lumpur, segundo o site newzimsituation.com. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Malásia reagiu após uma notícia publicada pelo jornal Daily Telegraph, na segunda-feira, na qual afirmou que Mugabe “está num hospital na Malásia, após uma operação na próstata”.
Citando fontes diplomáticas, o “Daily Telegraph” avança que o site newzimsituation.com disse que Mugabe, que completa 87 anos de idade no dia 21 de Fevereiro, tinha sido submetido a uma “séria” operação após uma inflamação na próstata, acrescentando que, “dentro do seu partido, ZANU-PF, há confiança de que ele retornará ao país dentro de uma semana e totalmente recuperado”.
No entanto, um porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros malaio disse ao jornal Malasya Star que “não há nenhuma indicação de que Mugabe está aqui para uma operação”. O porta-voz disse ainda que o Alto Comissariado do Zimbabwe também confirmou que Mugabe não estava na Malásia. Em Harare, George Charamba, o porta-voz do presidente, recusou-se a responder a perguntas sobre o seu paradeiro.
“Você parece saber mais sobre o presidente do que eu”, disse Charamba. “Tanto quanto eu estou informado, o presidente está a gozar as suas férias anuais e tornamos isso público. Ele estará de volta em breve”.
Por sua vez, um membro do Politburo da ZANU-PF e deputado pela região de North, Jonathan Moyo, afirmou que notícias sobre a saúde do presidente Mugabe eram um “ritual anual” para os correspondentes estrangeiros, especialmente quando ele passa as suas férias anuais. O Pais
Nota Reflexiva: Como está V. Dias assustou quando ouviu a notícia de certeza? heheheh... o velho dizem que está apenas de férias! parece que os malaios preferem cooperar com o Mugabe e seus sequazes que com o povo Zimbabweano... Continuo a julgar injusto manter Mugabe na direcção da ZANU-PF e do Zimbabwe. Mas a justiça divina tarda mas não falha... heheheh
Nota Reflexiva: Como está V. Dias assustou quando ouviu a notícia de certeza? heheheh... o velho dizem que está apenas de férias! parece que os malaios preferem cooperar com o Mugabe e seus sequazes que com o povo Zimbabweano... Continuo a julgar injusto manter Mugabe na direcção da ZANU-PF e do Zimbabwe. Mas a justiça divina tarda mas não falha... heheheh
17 janeiro 2011
A leitamento materno é bom mas não é necessáriamente excluisivo
CERCA de dez anos depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado que a amamentação em exclusivo até aos seis meses beneficia os bebés, um estudo publicado no British Medical Journal vem dizer o contrário.
Contudo, o grupo de investigadores reconhece os benefícios do leite materno, mas defende que este deve ser completado com outros alimentos.
No estudo, citado pelo diário luso, Público, investigadores da Grã-Bretanha, conduzidos por Mary Fewtrell, do Instituto de Saúde Infantil da University College of London, fizeram uma revisão da evidência científica que suporta as actuais orientações sobre aleitamento e consideraram que é altura de ponderar os pressupostos. De acordo com as conclusões do grupo, apesar dos benefícios da amamentação, o facto de o bebé só mamar durante seis meses pode não ser do seu pleno interesse no que diz respeito, por exemplo, a introduzir outro tipo de alimentos ou a desenvolver algumas patologias e alergias.
Nota Reflexiva: Eu sempre duvidei dessa da OMS.
14 janeiro 2011
O Governo presta mais conta aos doadores que aos próprios cidadãos,
África é viável sem ajuda externa? É, se criar uma administração fiscal competente capaz de substituir os donativos com a colecta de impostos. Quem o diz é o especialista em impostos norueguês, Odd-Helge Fjeldstad, que defende que o governo moçambicano deve rever os contratos com os mega-projectos. Com um vasto conhecimento do sistema fiscal em África, Fjeldstad esteve, recentemente, em Moçambique para partilhar experiências no domínio do alargamento da base tributáriaAvanço com algumas propostas: é preciso mudar a legislação de forma a que as novas companhias paguem os impostos. No geral, no sector mineiro, os impostos não são o fundamental para o estabelecimento das companhias, o fundamental é o preço do core business no mercado internacional e os regulamentos que regem a actividade. Quer dizer, o que mantém as grandes companhias não é a questão da isenção fiscal. A questão da isenção é até um bónus para as multinacionais. As companhias estão mais preocupadas com os regulamentos e a previsibilidade do negócio.O Pais
Nota reflexiva: Mas na verdade quem deu essa idea de isenção para a trair investimentos?
13 janeiro 2011
Prognostico para 2011 pelo correspondente da BBC em Maputo
Por :Eleutério Fenita
Será, economicamente, um ano dolorosamente mais difícil do que o anterior. Já apertado ao limite, o cinto da sobrevivência corre o risco de estalar. E com ele rebentarem novos focos de tensão social. No WF obrigado V. Dias pela partilha.
Será, economicamente, um ano dolorosamente mais difícil do que o anterior. Já apertado ao limite, o cinto da sobrevivência corre o risco de estalar. E com ele rebentarem novos focos de tensão social. No WF obrigado V. Dias pela partilha.
12 janeiro 2011
10 janeiro 2011
Referendo no Sudão em entrevista na TVM
Alguém prestou atenção na entrevista dada pela TVM aos académicos Dr. Luís Covane, ex- Ministro da educação e ex-porta voz do primeiro Governo de Armando Emílio Guebuza e o conhecido investigador, Dr. António Gaspar, ontem domingo, dia 09 de Janeiro de 2011, sobre o caso Referendo no Sudão ?
Luís Covane frisou o facto de este ser uma lição para os governos africanos, que precisão de fortificarem a democracia, unidade nacional e políticas inclusivas de administração pública do ponto de vista regional e sócio-político (igualdade na diversidade rematou Covane).O Dr. António Gaspar, questionado sobre a possível abertura de um precedente para os outros estados africanos e alterando o convencionado na Conferência de Berlim em 1884-1885 (delimitação das Fronteiras)? Este que é bem conhecido pelo menos eu o considero extremamente parcial nas sua análises embora isso não venha ao caso neste momento, ele acha que o povo sudanês está no bom caminho caso vote no sim, pós conhece-se estados que vivem em autonomias regionais e estão bem em todas as vertentes e acrescentou dando exemplo de Portugal que tem as regiões da Madeira e Açores.
Notas Reflexivas: O que acha da posição do Dr. Luís Covane? Parece que durante 5 anos viveu atado sem poder opinar livremente!!!
V. Dias, Reflectindo, Mano Ináncio Chire, Egídio Vaz se puder, e outros... gostaria de ouvir vossa opinião sobre este caso Sudão.
Não receiam que o sonho de um dia vermos a África unida volte a traz ao promovermos estas atitudes do Sudão? Lembram-se que em Moçambique chegou-se a pronunciar-se a palavra "divisão"? Até quando isso é bom? Que consequências políticas, económicas e sociais isso poderá trazer ao Sudão e a África em geral?
07 janeiro 2011
Morreu o Pintor moçambicano Malangatana V. Nguenya
O pintor moçambicano Malangatana morreu aos 74 anos no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, vítima de doença prolongada, segundo a direcção do hospital.
O pintor, de 74 anos, encontrava-se internado há vários dias naquele estabelecimento.
Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936 em Matalana, uma povoação do distrito de Marracuene, às portas da então Lourenço Marques, hoje Maputo. Foi pastor, aprendiz de curandeiro (tinha uma tia curandeira) e mainato (empregado doméstico).
A mãe bordava cabaças e afiava os dentes das jovens locais (uma moda da altura), o pai era mineiro na África do Sul. Com a mãe doente e um pai ausente, Malangatana foi viver com o tio paterno e estudou até à terceira classe.
Só aos 11 anos começou a trabalhar porque já era "adulto" e podia fazer tudo, de cuidador de meninos a apanha-bolas no clube de ténis.
Nos últimos 50 anos foi também muito mais do que pintor. Fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura. Fez experiências com areia, conchas, pedras e raízes.
Foi poeta, actor, dançarino, músico, dinamizador cultural, organizador de festivais, filantropo e até deputado, da FRELIMO, partido no poder em Moçambique desde a independência.
Ainda que o seu lado político seja o menos conhecido, Malangatana chegou a estar preso, pela PIDE, acusado de pertencer ao então movimento de libertação FRELIMO, sendo libertado ao fim de 18 meses, por não se provar qualquer vínculo à resistência colonial.
Na verdade Malangatana viveu parte da sua adolescência junto dos colonos portugueses, os mesmos que o iniciaram na pintura, primeiro o artista plástico e biólogo Augusto Cabral (morreu em 2006) e depois o arquitecto Pancho Guedes.
Já homem, com a pintura como profissão, confessou ao jornalista Machado da Graça que sentia grande aproximação com os artistas portugueses desde os anos 70, quando foi pela primeira a Portugal, como bolseiro da Gulbenkian.
Entre 1990 a 1994 foi deputado da FRELIMO e ao longo de décadas ligado a causas sociais e culturais. Foi um dos criadores do Museu Nacional de Arte de Moçambique, dinamizador do Núcleo de Arte, colaborador da UNICEF e arquitecto de um sonho antigo, que levou para a frente, a criação de um Centro Cultural na "sua" Matalana.
E exposições, muitas. Em Moçambique e em Portugal mas também mundo fora, na Alemanha, Áustria e Bulgária, Chile, Brasil, Angola e Cuba, Estados Unidos, Índia. Tem murais em Maputo e na Beira, na África do Sul e na Suazilândia, mas também em países como a Suécia ou a Colômbia.
Contando com as obras em museus e galerias públicas e em colecções privadas, Malangatana vai continuar presente praticamente em todo o mundo, parte do qual conheceu como membro de júri de bienais, inaugurando exposições, fazendo palestras, até recebendo o doutoramento honoris causa, como aconteceu recentemente em Évora, Portugal.
Foi nomeado Artista pela Paz (UNESCO), recebeu o prémio Príncipe Claus, e de Portugal levou também a medalha da Ordem do Infante D.Henrique. Em Portugal morreria também o pastor, mainato e pintor. Malangatana. Valente.
Críticas e Reflexões: À família Nguenya, as nossas sentidas condolências, paz a sua alma.
Malangatana sepultado em Matalane. (Noticias da Sexta-feira, 7 de Janeiro de 20011)
OBS: Se isso acontecer, Maestro Chemane pode ser exumado para o ceminterio familiar...
Quem duvida do heroismo do Malangatana?
29 dezembro 2010
A CORRUPÇÃO, a falta de celeridade processual, a soltura inexplicada de presos por alegada falta de provas ou pagamento de caução, a impunidade de delinquentes, a falta de compensação das vítimas dos danos e prejuízos causados pelos criminosos, são apontados como sendo algumas das várias causas que estão na origem dos linchamentos que dilaceram o país.
Esta tese foi defendida pelos líderes comunitários, religiosos e da sociedade civil, reunidos em Chimoio com a Ministra da Justiça, Benvinda Levi, que segunda-feira última trabalhou naquele ponto do país, à frente de uma delegação do seu ministério que integrava o director nacional dos Assuntos Religiosos, Arão Litsuri. noticias
Custa Calar?
A Frelimo posicionou-se de forma inequívoca. São puras insinuações. Minimizamos e reduzimos as acusações à sua própria insignificância, pois nem merecem a mínima consideração, por serem pré-convencionais e anti-jurídicas.Edson Macuacua no Noticias de 29/12/2010.Reflecoes: Aprendam a calar quando não há que comentar
Edson, As acusações feitas pela imprensa internacional e pela Wikileaks não podem ser consideradas insignificantes!
Porque as suas precursões são gravíssimas. Será que o volume de negócios dos nossos empresários continuará o mesmo depois destas acusações?
O País ainda continua com a mesma imagem no seio dos que pensavam vir colocar seus capitais no país?
Hilary Clinton quer saber tudo sobre Cabo Verde, segundo documentos divulgados pelo Wikileaks
Cabo Verde esteve desde o ano passado sob apertada espionagem dos EUA, de acordo com os ficheiros secretos da diplomacia americana divulgados pelo site
Wikileaks.
Segundo José Maria Neves, citado pelo jornal A Semana, "os EUA têm boas informações sobre Cabo Verde". "Até para poderem fazer o seu trabalho e desenvolver as acções de cooperação com os vários países", disse.
José Maria Neves disse que os EUA têm as melhores informações sobre Cabo Verde, independentemente da forma como esses dados foram obtidos. "Se pediram essas informações, tiveram boas informações sobre Cabo Verde", disse domingo aos jornalistas.
O primeiro-ministro de Cabo Verde apoiou também a secretária de Estado norte-americana Hilary Clinton que considerou um "atentado contra a comunidade internacional" a forma como os ficheiros secretos americanos foram ou estão a ser divulgados pelo website dirigido pelo australiano Julian Assange.
Espionagem
O jornal cabo-verdiano, baseado nos documento diplomáticos divulgados pelo Wikileaks, noticiou que Washington mandou agentes e diplomatas seus espionarem a propensão do arquipélago para o terrorismo e o narcotráfico; e, nesse pressuposto, os mesmos deviam elaborar uma base de dados com informações biográficas, contas bancárias, cartão de crédito, viagens efectuadas, horário de trabalho, contactos telefónicos e e-mails de dirigentes e pessoas com ligações a Cabo Verde.
Cabo Verde figura num grupo de oito países da região ocidental de África (com o Chade, Mauritânia, Níger, Burkina-Faso, Gâmbia, Senegal e Mali) onde os EUA lançaram desde o ano passado uma abrangente operação de espionagem, envolvendo tanto os serviços governamentais quanto os dirigentes políticos, militares e da sociedade civil, bem como o sector da economia.
"Na verdade, a investida norte-americana vem desde a administração de George W. Bush, mas as novas directrizes, que incluem Cabo Verde e os restantes sete países da região saheliana, foram comunicadas às embaixadas dos EUA nesses estados oeste-africanos a 16 de Abril de 2009, portanto, já durante a gestão de Barack Obama. Isso aconteceu através da secretária de Estado, Hillary Clinton. Melhor ainda, a ordem foi dada quatro meses antes de Hillary encetar um périplo pelo continente africano, tendo inclusive passado por Cabo Verde com o impacto que se sabe", escreveu o jornal.
Os pedidos da secretária de Estado
O telegrama que Hillary Clinton enviou às embaixadas americanas nos países sahelianos é claro: "O Departamento do Estado está desesperado por informações sobre o Burkina-Faso, Cabo Verde, Chade, Gâmbia, Mali, Mauritânia, Niger e Senegal. Queremos saber tudo acerca de agitações sociais, tráfico de drogas, padrões de governação e detalhes sobre o sistema de telecomunicações".
Os documentos da Wikileaks não mostram os resultados da espionagem feita (ou em curso) em Cabo Verde, mas apresenta o que a Casa Branca exigiu: "Os relatórios devem incluir, tanto quanto possível, informações sobre pessoas com ligações à região oeste-africana (Sahel): organismos e cargos; nomes, posições e negócios; números de telefone, celulares e fax; lista de contactos, incluindo números de telefone e lista de contactos de e-mail; cartões de crédito; viagens; horário de trabalho e outras informações biográficas adicionais", lê-se no despacho assinado por Hillary Clinton a que o jornal britânico The Guardian faz menção na sua edição de domingo, 28 de Novembro, na sequência do vazamento da Wikileaks.
O mais importante para a Casa Branca
Segurança, governação, economia e sistemas de telecomunicações foram os quatro eixos principais da espionagem desencadeada pelos serviços de inteligência norte-americana em Cabo Verde.
No capítulo da segurança, Washington insta os seus agentes e diplomatas a recolher, por exemplo, dados detalhados sobre eventuais presenças de grupos terroristas, os seus planos contra os EUA, as capacidades de resposta a ataques terroristas ou políticas de contenção de fundamentalismo islâmico na região.
A ordem assinada por Hillary Clinton era para que os agentes americanos em Cabo Verde averiguassem ainda o funcionamento das Forças Armadas e de Segurança, a possibilidade de cooperação com os EUA, a capacidade dessas forças para integrarem corpos de manutenção de paz. "E, o mais importante, se há ou não condições para, em caso de crise, o Pentágono poder instalar em Cabo Verde uma base de apoio militar", segundo A Semana.
Nesse mesmo documento, a secretária de Estado pede também aos seus diplomatas e agentes que reúnam todas as informações sobre o narcotráfico na região, as ligações com os cartéis sul-americanos e os dados dos principais suspeitos.
Washington demanda ainda informações sobre a percepção que os cabo-verdianos têm do Millenium Challenge Account (MCA) e manda sondar a posição do governo e de cada dirigente, em particular, sobre o apoio de Cabo Verde aos EUA nos fóruns internacionais.
"Portanto, a eventualidade de uma "contrapartida" política ou diplomática não é de todo posta de lado face aos 110 milhões de dólares já disponibilizados a Cabo Verde. Tanto mais que, após o primeiro compacto, está já na forja um segundo compacto em montantes ainda por definir", segundo o jornal cabo-verdiano.
Migrações e telecomunicações
Num dos telegramas, a Casa Branca solicita uma investigação sobre as migrações e os indicadores potenciais de instalação de campos de refugiados no arquipélago, atendendo ao fluxo migratório entre os países da sub-região africana.
A ordem de serviço de Washington termina apelando aos agentes ao serviço da Inteligência americana para informarem sobre o sistema de telecomunicações existente em Cabo Verde, as suas qualidades e vulnerabilidades. E lembra que são fundamentais informações detalhadas sobre as frequências de rádio, sistema de emissão de passaportes e credenciais do governo e a agenda de contactos dos principais líderes civis e militares.
Nota Reflexiva: Africa tem obrigacao de cooperar com EUA?
No momento da Crise, o que diz? Professor Boaventura Sousa Santos e António Barreto
A crise foi-se instalando e apanhando os portugueses de surpresa. Primeiro é a estupefação e a inação ditadas pelo medo instaurado por um passado recente sem democracia, depois é a "explosão", que rebentará espontaneamente ou por contágio europeu.
"O ano 2010 é um ano de susto, em que os portugueses foram apanhados de surpresa. Um ano de medidas de austeridade aplicadas gradualmente e que não tiveram um efeito pleno na vida dos portugueses, como tiveram em países como a Grécia, onde as medidas foram particularmente drásticas",
"E se o poder político persistir em não reconhecer os problemas, em não esclarecer, em mentir, em enganar os cidadãos e em, pior de tudo, enganar-se a si próprio, poderemos recear uma crescente tensão social", acrescentou". aqui
Correio da Manhã. 27-12-2010. Por: Luís Marques Mendes, Ex-líder do PSD
Cada português trabalha metade do mês para pagar impostos ao Estado. Temos de o emagrecer.
Portugal passou a última década a estagnar. Para que isto não se repita, urge mudar de vida. Neste fim de ano, eis dez sugestões de mudança.
1. Poder político. Esta é a primeira mudança essencial. Só um governo maioritário cria condições para uma governação eficaz. Um governo que não se preocupe em agradar para ganhar eleições.
2. Competência. Precisamos de escolher governantes e deputados em função da competência e não da fidelidade partidária. Recorrendo mesmo a cidadãos independentes. Só com os melhores podemos vencer.
3. Combate à corrupção. O combate de que os políticos pouco falam mas que deve ser a grande prioridade nacional. É essencial dotar as autoridades judiciais de poderes e meios para investigarem e julgarem de forma exemplar.
4. Justiça. Está um caos. Muitas mudanças urgem, mas há duas essenciais – que o poder político respeite a independência dos magistrados e que os magistrados observem exigências de produtividade. A produtividade tem de chegar à Justiça.
5. Máquina do Estado. Cada português trabalha metade do mês para pagar impostos ao Estado. Às suas empresas, institutos, serviços e mordomias. Temos de o emagrecer e acabar com o regabofe. Libertando recursos para as pessoas e para as empresas. Só elas criam riqueza.
6. Competitividade fiscal. Temos hoje impostos altos de mais. Não há condições para poupar e investir. No prazo de uma legislatura, reduzindo a despesa pública, lograremos baixar a carga fiscal, tornando-a atractiva para as pessoas e investidores.
7. Investimento e exportações. É chegada a hora de ter uma ‘obsessão’ saudável. A obsessão por investir e exportar mais. É aqui que os incentivos do Estado se devem concentrar.
8. Estado social. Foi uma conquista essencial. Para o manter há que o reformar. Os mais ricos têm de pagar alguma coisa – sobretudo na saúde – para que os mais carenciados nada paguem e o investimento na saúde não abrande.
9. Pensões de reforma. Criar riqueza não chega. É preciso distribuí-la melhor. A prioridade deve ir para a melhoria de milhares de pensões e reformas de miséria. Há que reduzir o fosso entre os que têm muito e os que não têm quase nada.
10. Educação. É a ferramenta das ferramentas. Só uma educação exigente, competição entre escolas e investimento nas profissões técnicas garantem o futuro. É o código postal do sucesso.
Nota Reflexiva: Algum governante do meu pais le estas sugestoes?
Nota Reflexiva: Algum governante do meu pais le estas sugestoes?
23 dezembro 2010
22 dezembro 2010
Suíça ameaça cleptocracia mundial"
Este texto veio cair no meu Email via Spam
Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano "Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais. O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo. Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares. É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável
que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais. No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares? Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade? Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético? Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados? Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais. No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares? Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade? Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético? Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados? Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%. Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo. Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento. Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim. Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica. Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega... No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora... A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%. Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo. Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento. Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim. Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica. Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega... No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora... A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos. E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação. E os princípios? E a legalidade? Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo
contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal? Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
Caso para dizer:
NO COMENT
Kane Chicanequisso
contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal? Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
Caso para dizer:
NO COMENT
Kane Chicanequisso
20 dezembro 2010
O PRESIDENTE Robert Mugabe, do Zimbabwe, prepara-se para concorrer a novo mandato presidencial de cinco anos, aos 86 anos.
Mugabe foi apontado pelo seu partido, a União Nacional Africana – Frente Patriótica (ZANU-PF), para as eleições presidenciais que devem decorrer em 2011 no Zimbabwe. “A conferência escolheu por unanimidade o Presidente como candidato do partido à presidência para as eleições gerais de 2011”, anunciou sábado o partido, após o seu congresso anual. Noticias de Hoje.
Nota: so pode ser dorença!
17 dezembro 2010
Economia Chinesa Fere O Coração Do Ocidente
À maneira capitalista, compra companhias, técnica, know-how (europeu e americano) e as riquezas do solo (África, Austrália e América Latina). Por outro lado, em nome da paz social na China, mantém a sua moeda (Yuan) subvalorizada, beneficiando assim a sua exportação. Pior ainda, o Estado subvenciona as firmas nacionais com créditos baratos e discrimina os investidores estrangeiros no acesso às matérias-primas e na concessão de empreitadas públicas. Por outro lado os mesmos países vêem-se obrigados a comprar produtos chineses por serem mais baratos. Deste modo vão iludindo a contínua baixa do poder de compra do povo ocidental.No Autarca de Hoje
15 dezembro 2010
Lula defende criador do WikiLeaks
Brasília – O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disse, quinta-feira (9) que se espantou por não ter visto protestos contra a liberdade de expressão em função da prisão de Julian Assange, do site WikiLeaks que, segundo ele, está “desembaraçando” a diplomacia americana que parecia “inatingível”. “O rapaz que estava desembaraçando a diplomacia americana foi preso e não estou vendo nenhum protesto contra a liberdade de expressão. Não tem nada contra a liberdade de expressão de um rapaz que estava colocando a nu um trabalho menor que alguns embaixadores fizeram”, disse Lula ao discursar na reunião de balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Lula disse que o WikiLeaks tem sua solidariedade e brincou que o Blog do Planalto pode por no ar o primeiro protesto contra a liberdade de expressão pela prisão de Assange. “Ele desnuda a diplomacia que parecia inatingível. Pode colocar no Blog do Planalto o primeiro protesto contra a liberdade de expressão na internet, por que o rapaz estava colocando apenas o que ele leu e, se ele leu, foi por que alguém escreveu, logo, o culpado é quem escreveu”, disse o presidente. O presidente disse ainda que irá dizer à presidente eleita, Dilma Rousseff, para prestar atenção ao tráfego de informações de diplomatas brasileiros. “Não sei se meus embaixadores passam esses telegramas, mas a Dilma tem que saber e falar pro seu ministro: se [o diplomata] não tiver o que escrever, não escreve bobagem, passa em branco a mensagem”. Durante o discurso, Lula se dirigiu à imprensa brasileira afirmando que, quando faz críticas, está apenas “alertando” da mesma forma que ele gosta que a imprensa faça alertas ao governo.■ (Portugal Digital)
Autarca obrigado V. Dias pelo envio.
14 dezembro 2010
Portugal a caminho da liberalização do despedimento
Despedimento livre dos trabalhadores e a promoÇão do ganho-ganho é o caminho certo para o desenvolvimento.
Então perguntamos: O que entedemos de segurança social?
Outros dizem que na região austral da África também é assim mesmo sem indicar exactamente o país! este
é mais um desafio para o pais “em todo mundo é assim”!!!
Qual é a sua opinião?
Sei que asseguir somos nós com os nossos “past copy” a Portugal. não compreendo como é que preferimos ser igual a quem não é diferente de nós!
"Desfalque financeiro no MINT: Defesa dos réus questiona legalidade do julgamento"
A DEFESA dos três co-réus acusados de desfalcar os fundos do Ministério do Interior questionou a legalidade do julgamento iniciado no passado dia 7, por entender que as contas referentes ao exercício económico de 2004 foram aprovadas pelo Tribunal Administrativo (TA) e pela Assembleia da República (AR).
Lourenço Malia, advogado ao serviço de Almerino Manhenje, ex-ministro do Interior, de Rosário Fidélis e Álvaro de Carvalho, director e adjunto das Finanças, respectivamente, levantou em Tribunal como questão prévia, o facto de a matéria em discussão ser apontada como resultado do desfalque de fundos quando, na verdade, as contas do período em alusão foram validadas por duas instituições (TA e AR) com credenciais para o efeito.
No seu entender, em nenhum momento o TA ou a AR levantaram quaisquer situações ou circunstâncias que pudessem impedir ou pôr em causa a sua aprovação ou solicitando ao réu Almerino Manhenje, na sua qualidade de ministro do Interior, para corrigir ou prestar eventuais esclarecimentos.Convidado pelo juiz Octávio Tchuma, que preside o caso para se pronunciar face a esta posição da defesa, o representante do Ministério Público, Miguel Cândido, solicitou ao Tribunal para não levar em consideração a questão apresentada pela defesa. Acrescentou que o processo está sendo dirimido em fórum criminal e não administrativo. O juiz rebateu a posição do MP e explicou que o julgamento tem a sua razão de ser e está sendo tratado em fórum próprio, visto que se trata de uma questão de apurar responsabilidades criminais na gestão da coisa pública.
O processo em julgamento surge em resultado de uma auditoria solicitada pelo então ministro José Pacheco, às contas da instituição no exercício económico de Janeiro a Dezembro de 2004. A Inspecção-Geral das Finanças apurou que mais de um trilião de meticais havia sido usado indevidamente pela direcção do MINT. Pelo andamento do processo, que passou pelo Ministério Público, Tribunal de primeira instância e Tribunal Supremo, as contas acabaram sendo reduzidas drasticamente.
Ou seja, hoje se está a julgar o desaparecimento de um bilião, 178 milhões, 67 mil e 149 meticais da antiga família, valor usado supostamente para a compra de celulares que beneficiaram a quadros seniores do pelouro, funcionários em geral e pessoas estranhas ao MINT, bem como de 46 milhões, 456 meticais usado para o pagamento de passagens e visto da esposa, filha e sobrinha do ex-ministro. noticias
Nota Reflexiva: "administração pública é o desempenho perene e sistemático, legal e técnico dos serviços próprios do Estado, em benefício da colectividade."
Confesso que essa não entendi! O que difere o Tribunal Administrativo do tribunal judiciário?
A legalidade com que se faz a AP difere da que faz o Tribunal Judiciário?
O que o Advogado de defesa diz é que será que nem a Assembleia da República, pior o Tribunal Administrativo todos se fizeram com o réu! Ao ponto de não questionarem?
Achamos que o Ministério Público e o juiz em serviço estão a cumprir rigorosamente medíocre esta missã oa ignorar a questão da inter-institucionalidade e ignorarem de forma cúmplice e dolosa o facto de a acusação perder credibilidade apartir do momento em que se consideram o único legal para detectar o erro! Sinto ausência de lógica no pronunciamento do juiz
Assinar:
Postagens (Atom)







