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18 maio 2011

Eleições municipais desta semana na Africa do Sul, ameaçam a hegemonia do ANC

Ebrahim Fakir do Instituto Eleitoral para a Sustentabilidade e Democracia em África disse durante um debate na televisão que apesar do aumento da frustração contra o governo, o ANC é dado como o vencedor das eleições de amanhã.

“Bem, penso que vai haver algumas surpresas, mas não tanto o quanto estamos a pensar. Penso que a questão da área metropolitana de Nelson Mandela Bay tem sido empolgada, por outros partidos políticos, mas o desafio do ANC vai ser se conseguirá fazer votar os seus apoiantes.”

São poucos os especialistas que prognosticam uma perda em larga escala do ANC, mas muitos estão a prever que estas eleições vão começar a mostrar que os eleitores perderam a paciência com o partido. A autora e analista Pumla Qgola que falava também no mesmo debate na televisão, disse que o partido que mais vai beneficiar com a actual situação é a Aliança Democrática da oposição.

“O ANC vai ganhar a maioria, contudo, penso que será uma tremida maioria em relação ao passado. Penso que a Aliança Democrática vai dar ao ANC, uma grande corrida por causa dos gastos em muitas cidades.”


As estatísticas indicam que muito provavelmente (no horizonte de 26 milhões de votantes) o ANC pode conquistar a maioria dos Municípios do País. A grande questão aqui é saber em que medida o partido no poder pode reverter a situação na Província do Cabo, onde a governação municipal é da responsabilidade da Aliança Democrática.


De acordo com dados fornecidos há momentos pela Comissão Eleitoral Independente da África do Sul, os resultados finais destas eleições autárquicas poderão ser conhecidos na sexta-feira. ontem foram criadas condições especiais para que o ex-presidente Nelson Mandela exercesse o seu direito de voto. Ele votou na sua residência em Houghton. Escreve o Jornalista da Rádio Moçambique no Diário do Professor Carlos Serra










Conteúdo da Constituição só será conhecido pelo Povo Moçambicano em Outubro Próximo

Constituição da República

A comissão “ad-hoc” apresentou, ontem, o seu relatório da revisão da Constituição. As tarefas já desenvolvidas são, na essência, de planificação das actividades. A partir de Outubro próximo, a comissão vai à África do Sul e Tanzania inteirar-se das suas experiências em revisão constitucional.

A comissão “ad-hoc” com mandato para rever a constituição da República vai tornar público, a partir de Outubro próximo, o conteúdo da revisão. Ontem, o presidente da comissão, Eduardo Mulémbwè, apresentou o relatório das actividades já realizadas, desde que assumiu o cargo.

No âmbito desta revisão, a comissão “ad-hoc” vai escalar África do Sul e Tanzania para a busca de experiências neste sentido. Ora, entre os dois países eleitos, a África do Sul tem algumas diferenças com o nosso país no que toca à eleição do presidente, o qual é eleito pelo parlamento, sendo que, no nosso, é pelo voto directo do povo.

Por que rsa e Tanzania?

De acordo com Eduardo Mulémbwè, a escolha da África do Sul e Tanzania para os estudos de revisão constitucional tem simplesmente que ver com relações de amizade e cooperação. A intenção inicial da comissão era visitar tantos países quantos possíveis, mas a exiguidade de recursos financeiros acabou resumindo essa pretensão para dois países. A África do Sul tornou-se elegível dado o seu poderio económico, que se torna uma referência incontornável ao nível da SADC.Relativamente à Tanzania, Mulémbwè disse ter contado muito o factor histórico. “Tanzania é o berço do nosso país”, considerou.

No caso da Tanzania, por outro tado, Mulémbwè destaca o facto de, para além da SADC, a Tanzania pertencer também ao Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA), sendo, por isso, uma dupla experiência que Moçambique poderá colher na revisão da sua lei-mãe. Leia mais

Nota Reflexiva: Estou morrendo de curiosidade... heheheh... Mas porquê tanto mistério e suspanca em volta da revisão Constitucional? Será assim onde vamos buscar experiência?

17 maio 2011

Renamo renovou armamento em Maríngue: armas pesadas e ligeiras, morteiros e bazucas entre o novo arsenal

O ex- major da guerrilha da Renamo, Albertino Bola, que decidiu desertar do grupo de homens armados deste movimento estacionados em Maríngue, na província central de Sofala, diz que o movimento liderado por Afonso Dhlakama mantêm, no seu antigo quartel general, armamento pesado em estado novo.

Entrevistado em Nhamapaza, nova sede do posto administrativo de Zóbuè, Bola, que desertou há um ano da floresta, abandonando a antiga base central da Renamo, disse que entre o armamento existente contam-se armas pesadas e ligeiras de defesa anti-aérea, morteiros de 60 e 80 milímetros e bazucas, algumas em estado considerado novo.

Sobre as razões de a Renamo manter homens armados na mata quase 19 anos após os acordos de Roma, Bola disse que o líder deste antigo movimento guerrilheiro alega que estão a defender democracia e que caso ele ganhe as eleições eles estarão bem na vida, facto que a fonte afirmou que não passa de uma falsa promessa.Na íntegra

Nota Reflexiva: Para opinar sobre determinadas matérias precisamos de formar uma ideia. Nós julgamos que aqui é onde habita o exercício de reflexão. infelizmente muitos sacrificam-se em pensar inutilmente e denunciar disparates.

Em nós, não é suficiente o que gostariamos que fossem as coisas mas o que fazemos para que elas se tornem efectivamente o nosso desejo. Dlakama mentém homens armados, paga-lhes subsídios e cuidam do equipamento bélico dos mais sufesticados em Marringue. O ponto não é se isso é ou não legal? Porque vamos evocar a lógica para responder, o que não é suficiente. lembra-se o problema é não existencia de Homens armados fora das FADM só.

Portanto, a questão é: Como ultrapassar este problema? Ainda bem, sabemos que estão a espera de boa vida quando o Dlakama ganhar eleições. Então, comecemos por aqui: o que é boa vida para eles poderem ter mesmo com Dlakama fora do poder. 

Sabe caro leitor, na Humanidade as coisas são assim mesmo. Quem está com boa vida hoje? Portanto, não importa se as promeças do Lider da RENAMO são ou não utópicas mas o problema de Homens armado deve ser resolvido. com concordia e sedência necessária. isto é o que nós consideramos pensar com utilidade. Usar a TV para dizer que eles são velhos não poderam ir a lado nenhum é que  é infantilidade mesmo porque o Bola diz que tem filhos que de certeza comungam mesmos ideiais com os pais. só espero que um dia não nos venham com ideias de separar o país!!! Porque repito, os nossos estrategas da SISE e companhia também são Humanos e tem preferências políticas absatratas... o que de certa forma nos torna vulneráveis.

Pensa comigo 

16 maio 2011

Chefe de FMI detido por suposto crime sexual: Ele diz ser um problema da Infância, adora mulheres.

O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, foi detido na noite deste sábado pela polícia de Nova York sob a acusação de atacar sexualmente a camareira de um hotel. Strauss-Kahn, 62 anos, foi retirado pela polícia de um avião da Air France no aeroporto JFK poucos minutos antes de ele partir para Paris. A polícia diz que ele enfrenta três acusações, incluindo tentativa de estupro. Seu advogado negou as acusações contra ele. Tudo começou quando tinha:

O ex-ministro das Finanças francês, que é casado, vinha sendo considerado como um possível candidato à Presidência da França pelo Partido Socialista. O correspondente da BBC Hugh Schofield, em Paris, diz que Strauss-Kahn vinha atingindo bons índices de intenção de voto nas pesquisas e era visto como um concorrente capaz de derrotar o presidente Nicolas Sarkozy nas urnas no ano que vem. No entanto, este incidente deve provavelmente matar qualquer chance de sucesso eleitoral de Strauss-Kahn.Leia na íntegra

12 maio 2011

SUCESSO ABSOLUTO DE VENDAS......

Lançado o primeiro volume do livro: Como entender as mulheres.

Muito bom.







Nota: Sintético e prático como elas.

11 maio 2011

Pensa comigo sobre a proposta para uma "Conferência Panafricana sobre Futuro de África"

Luanda, 06 de Maio de 2011





Sua Excelência,

Dr. Jean Ping, Presidente,

União Africana

Addis-Abeba







Assunto: Conferencia Panafricana sobre o Futuro de Africa

Excelência,

O mundo está a viver momentos de grandes perturbações que não deixam nenhuma Nação indiferente.

Em Africa, assistimos, impotentes, aos dramas que se vive na Cote d’Ivoire e na Libya, no momento em que ainda carregamos o peso e as sequelas de guerras e de outros conflitos que assolaram Africa nos últimos 500 anos.

Mais recentemente, e no contexto de uma Africa já independente, conflitos armados em Angola, Moçambique, Libéria, Eritreia, Etiópia, Si erra Leoa, Ruanda, Burundi, Guiné-Bissau, Congo Brazzaville, RDC, etc.…fizeram milioes de vítimas africanas; privando assim Africa dos recursos vitais para o seu desenvolvimento.

Como por ironia, a Cote d’Ivoire e a Libya, são dois países que já registaram progressos significativos no processo de desenvolvimento do continente e da prosperidade de seus povos respectivos, e que estão a ser destruídos de forma sistemática e programada.

Apesar das experiências vividas com o nosso passado comum, hoje em dia, ninguém sabe donde virão os próximos conflitos e genocídios.

Africa não pode cruzar os braços e esperar o eclodir de outras crises para procurar soluções porque já reaprendemos que as soluções improvisadas em resposta a crises já instaladas não são eficientes.

É preciso antecipar a adopção de estratégias de sobrevivência e de prevenção de conflitos, e de um desenvolvimento desejado de Africa para Africanos e por Africanos.

A luz do acima exposto, urge organizar uma Conferencia Panafricana para debater os problemas ligados ao Futuro de Africa.

Trata-se de juntar os Representantes de Governos, Instituições Académicas e de Investigação Cientifica, as Autoridades Tradicionais, Personalidades de diversos domínios do conhecimento, e a Sociedade Civil incluindo a Diáspora; para debater os temas seguintes:

1. Africa de Ontem e de Hoje: Estado da Nação Africana depois de 500 anos de Africa oriunda da Conferencia de Berlim.

2. Os Grandes Desafios de Africa de Amanha

3. A Problemática de Defesa e Segurança de Africa

4. As Fronteiras africanas e a Livre Circulação de Bens e de Pessoas

5. O Quadro Legal e Institucional de Africa

6. A Cooperação Internacional e o desenvolvimento de Africa

7. Africa na Comunidade Internacional.

8. Os Mecanismos de Acompanhamento e Avaliação das Conclusões e Recomendações

9. A Constituição de um Grupo de Acompanhamento e Avaliação.

A luz dos acontecimentos actuais em Africa, e no momento em que o novo Embaixador dos EUA em Luanda na sua primeira declaração pública falou da visita do Presidente Barack Obama à Angola, e que uma delegação militar da Fragata US Robert G. Bradley acaba de visitar Angola de 29 a 31 de Março; não há melhores momentos e pais para organizar esta Conferencia.

De um lado, a Conferencia permitirá lançar uma mensagem muito forte fazendo lembrar os EUA e outros Parceiros, os Princípios de Respeito Mútuo, de Responsabilidade Mútua e de Interesses Mútuos.

Por outro, a Conferencia será a ocasião de reafirmar a vontade dos Africanos de assegurar o seu próprio destino num clima de Paz e de Solidariedade numa Comunidade Internacional atenta às aspirações mais profundas dos Africanos e de Africa.

Convencido que esta carta merecerá a sua atenção particular e que uma resposta favorável lhe será reservada, queira aceitar, Excelência, os protestos dos meus melhores sentimentos. Alta Consideração.


Dr. Oec. Ngingilu J. Daves


Nota Reflexiva: O conflito virá da exclusão, virá do facto de alguns africanos pensarem que só eles nasceram para governarem os outros, o conflito virá da limitação da liberdade de pensar, dizer e fazer o que está plasmado nas constituições que regulam as relações internas dos estados africanos. África não consegue prever conflitos porque o tempo para isso está alienado a acumulação de ilícita de riqueza e esquecem que podem perder em segundos! Capacidade de resposta à crises: a única via eficiente é a tomada pelo ex-presidente do Egípto (aceitar deixar o poder só). O futuro da África depende dos que o libertaram que pensam que os outros africanos são estrangeiros e que os distinos dela só eles podem traçar.

O primeiro passo seria: discutir os mecanismos de transmissão do poder político e económico em África, haverá ou não lugar para o outro em África? Serão os únicos capazes de liderar os distinos dos seus povos os Presidentes Roberto Mugabe, José Eduardo dos Santos e Outros? vejam bem, a RSA tem outros tipos de conflitos como Xenofobia Etnicidade etc... Porque os que antecederam o poder da ANC estalaram um sistema político democrático efectivo os outros devem ser ousados terem coragem de se desmamentarem do apego ao poder e dar espaço aos jovens só. 

Prever conflito significa quando agente diz vamos ao diálogo assumir que podemos perder, teremos que seder, teremos que concordar, reduzir o máximo o número de descontentes no país mas para isso significa reduzir ou abdicar alguns benenses, não se achar diferente dos outros mesmo sendo sobre tudo quando se trata de benefícios, aceitar perder... 

09 maio 2011

Hermínio dos Santos, presidente do Fórum dos Desmobilizados de Guerra de Moçambique, desmentiu as alegações de que estaria a pretender criar um partido político para fazer face ao partido no poder, a Frelimo. “Não tenho tempo para criar nenhum partido. É tudo mentira e manipulação para distorcer os objectivos da nossa luta. E quem está por detrás disso, consideramos ser do SISE” afirmou Hermínio.

Em entrevista ao jornal Canalmoz, Hermínio dos Santos disse que essa notícia é obra dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE), através de um ex-membro daquele fórum, de nome Fernando Salane, que alegadamente deu informações de que ele quer formar um partido. “O mentor dessas informações é Fernando Salane, expulso do fórum por má conduto e colaboração com SISE”, disse Hermínio.

Dos Santos acrescentou não ter capacidade de criar uma formação política, apesar de ter dito que se sente líder de um grupo muito forte. “Quando eu quiser mandar aqui em Moçambique, não precisarei de partido. Hoje mesmo posso mandar esse país sem precisar do incómodo de criar partido, porque tenho muitos homens sob minhas ordens do Rovuma ao Maputo, tenho estado a ser recebido em todo país como presidente mais que o próprio Guebuza”, disse o presidente do Fórum dos Desmobilizados de Guerra.

Segundo a edição o Canalmoz, no último sábado Hermínio dos Santos falou para uma audiência de mais de 3 mil pessoas na Machava, entre desmobilizados de guerra, ex-milicianos, viúvas e órfãos de combatentes, tendo apelado para se prepararem para dias de “batalhas difíceis, que estão quase próximos”.

A entrevista na íntegra poderá ser lida na edição desta quarta-feira do semanário Canal de Moçambique

Nota Reflexiva: Teria se acertado na mosca se Hermínio se enganasse com a necessidade das massas que  arasta nesta causa e pensasse em formar um partido, porque assim o executivo já encontrava a justificação da exclusão deste grupo. Felizmente eles só querem ver as suas preocupações inseridas na política de insersão social do desmobilizado igual aos outros beneficiários. olhando nesta questão friamente, eles tem alguma razão e o PR sabe disso porque também já esteve no mato. 



21 abril 2011

anúncio em plena Av. Angola (Alto Maé, Maputo, Mocambique)

Medico tradicional que acaba de xegar de Nampula (Mocambique)! Veio pra ajudar você: cura quase tudo!

1. Faz scapar condenção de juiz no tribunal;

2. Faz aquele que não da filho dar filho;

3. Faz trazer cliente na Barraca, na loja ou nagocio para dono ficar rico;

4.Faz devolver aquilo que roubaram ou fica maluco;

5. Tem remédio para homem que já dexou de ser homem levantar e ser homem outra vez;

6. Faz aumentar bicho de homem para mulheres gostar bem;

7. Faz diminuir bexiga de mulher ou gordura que nao presta para homens gostar muito ate eskecer em casa;

8. Tem remédio de separar casal para ficar com mulher ou marido dele;

9. Devolve marido roubado e gostar da mulher dele muito mais;

10. Tem remédio pra quando dormir com mulher ou marido de dono não ser descoberto;

11. Tem remédio para homem ficar muito tempo dentro da mulher;

12. Tem remédio para ter marido, serviço e outro sorte qualquer;

13. Faz meninas parecer bonita e ser gostado por todos os homens;

14. Faz criança parecer com marido quando gravida apanha com vizinho;

15. Ajuda Agiota esquecer cobrar dinhero quando está muito mal com outra dívidas;

16. Cura doenças venerea que se apanha quando faz asnera de adultos;

17. Ajuda mulheres pra os marido lhe dar muito dinhero;

18. Faz chefe gostar no serviço mesmo você nao ser nada;

19. Cura doença dos pulmõs;

20. Faz passar de classe estudantes que no estuda.

21. Ajuda fazer tese de mestrado (MBA) em um mes;



22. Faz aparecer processo na universidade, quando precisa provar que estudou lá.

23. Ajuda partido ter razão no CNE ou Tribunal Congestional quando outro partidos ou chefes grande faz porcaria;

24. Já esteve em muitos paises internacionales entre eles:Chimoio, gurue, nhassa, tete, machixe, zandamela, xocué e boane!

Recebe 50% no dia do tratamento os outros 50% recebe quando cliente ja estar bom;

Dr. Taibo Wotheque Abdulah

Avenida de Angola, Bairro do Alto Mae, Maputo, perto do canhoero ver placa amarela!

Nota Reflexiva: Não será casos por aproveitar estes? Estes Drs levam vida de lord com tantas consultorias a inocentes... a AT chega a eles? temos introduzir licenciamento nesta actividade,

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Frelimo aberta ao diálogo

A FRELIMO anunciou ontem que continua aberta ao diálogo com a Renamo como único mecanismo para se ultrapassar qualquer que seja a diferença.

A posição foi tornada pública pelo secretário para a Mobilização e Propaganda, Edson Macuácua, reagindo à decisão unilateral do maior partido da oposição nacional de romper com o diálogo que vinha mantendo com a maior força política nacional.

“O diálogo é apanágio da Frelimo. Para a Frelimo o diálogo é o único mecanismo para ultrapassar qualquer diferença. Apelamos aos moçambicanos para que não se deixem instrumentalizar, não participem em manifestações que visam desestabilizar o país”, alertou.

Macuácua explicou que “a violência gera violência, ceifa vidas humanas, paralisa o país, destrói infra-estruturas e semeia o caos social. A única alternativa à paz é a paz. Só com a paz é que podemos realizar os nossos sonhos, construirmos o nosso Moçambique, combatendo a pobreza e desenvolvendo o país”.



“A paz é um recurso precioso, factor de desenvolvimento. A instigação e exaltação da violência são um atentado à ordem, segurança e tranquilidades públicas. Condenamos e repudiamos veementemente o recurso a mecanismos antidemocráticos e inconstitucionais para a alteração da ordem política”, reiterou, em declarações ao Notícias.

Nota Reflexiva: Então, o que falta afinal para que o Diálogo surta efeitos desejados? Barreiras constitucionais? e agora, ipotecamos a paz?

    Para definitivamente parar-se de andarem a nos recordar fantasmas dos 16 anos. Eu lembro-me com muita tristeza as mortes que aconteceram durante aqueles anos... Afinal o que a RENAMO quer que não seja possível?  quer lugares públicos? Mesmo Zimbabwe não está a viver!!!

01 abril 2011

Graça Machel é apartir de hoje Reitora da UEM (DIA DA MENTIRA)

De 66 anos de idade, viuva do primeiro Presidente de Moçambique independente, atualmente casada com Nelson Mandela, ativista dos assuntos sociais (educação, saúde etc); bacharel em filosofia de lingua alemã; presidente do conselho de administração da universidade nova de lisboa, já foi Ministra da Educação no governo do primeiro marido. Hoje, no meio de Phds como Firmino Mucavele, Vice-reitor e Ivo Garrido, sem ser proposto pelo conselho académico nenhum o PR indicou-na para o cargo de Reitora da Universidade Eduardo Mondlane, pelo menos a mais antiga do país.

Nota Reflexiva: Lembro-me de uma entrevista que ela tanto sentia pena do Presidente da República. onde dizia "estão a deixar tudo para o Presidente Guebuza" numa das perguntas que lhe colocavam a possibilidade de ser candidata ao cargo de Presidente da República ela respondeu nos seguintes termos: "Eu já não estou para cargos públicos porque julgo que há jovens, o país formou gente capaz de assumir esses cargos".

Agora, o ponto é: O país já não  tem jovens ou gente com menos de 60 anos para assumir esse cargo e dar uma nova dinâmica à instituição que vai dirigir? Dá para ver até quando está preocupada com o facto de o Presidente Guebuza estar souzinho nesta luta de tirar Moçambique da pobreza, consolidação da paz e unidade nacional.

Obrigado por ter aceite mamã o país precisa da sua mão...

Desenvolvimento implica mudança!

31 março 2011

Didática do Nacionalismo Moderno

A moçambicanidade é uma questão dialética, há quem defende a moçambicanidade como algo parecido como o assumir, aceitar que existe pessoas nascidas para estar em todos os aspectos por cima dos outros e que deve ser vista esta, como um valor socio-político a perpectuar.

Como?
Evoca-se a necessidade de chamar a razão dos filhos dos combatentes e dirigentes de ontem e de hoje a necessidade de pertencerem às estruturas do poder para  que este continue nas suas mãos.

Existe um outro grupo que acha que a moçambicanidade está ligada ao reconhecimento dos objectivos de Moçambique. Quais?

1-A paz
2-A luta contra a pobreza
3-A unidade nacional.

P:Quem não quer a paz?
R:Aquele que não se sente bem com a paz de hoje.

P: Quer dizer que há quem não está em paz?
R:Talvez.

P: O que fazer para ele ter paz?
R:Incluir-lhe na paz.

2- Luta contra Pobreza será objectivo nacional?
R: Sim.

P: E então, aqui não há Problemas?
R: Há.

P: Quais?
R:Os meios de produção e os mecanismos de acumulação não são praticamente nacionalistas, prevalece a escravatura, o amiguismo e grupismo.

P:Porque é que diz isso?
R: Os lugares são por confiança não por competência ném por ser moçambicano!

3-Unidade Nacional
P: Aqui não vai querer dizer que haja alguém que não queira?
R: Há

P: Mas quem é esse?
R: Moçambicano

P:Que moçambicano é esse que quer ver seu país dividido?
R: Toodo aquele que exclui e se sente excluido.

P: que fazer dele?
R:Reconhecer e fazer a ele se reconhecer como membro deste Moçambique.

P: Como?
R:Ser coerente,  Não fazer os outros o que não quer te façam, dar mesma resposta a perguntas iguais, ser honesto...

Afinal é tão difícil manter a paz, o desenvolvimento e a unidade nacional? é, deve ser por isso que os jovem de hoje não são crentes porque descubriram  que a "vida é feita do pegado"

18 março 2011

Sensato Khambane, ha quem esperaria ver o apodrecer da bulusa (xikatau)


Presidente do Conselho Constitucional não resistiu à pressão e renunciou.
O inquérito que lhe foi instaurado no Conselho Constitucional não irá parar, apesar da sua saída. Luís Mondlane esteve um ano e 10 meses como presidente do Conselho Constitucional.
O  presidente do Conselho Constitucional, Luís António Mondlane, anunciou, ontem, ao fim da manhã, através de um comunicado de imprensa, que renunciava ao cargo que ocupava naquela instituição desde 28 de Maio de 2009. No entanto, em nenhum momento da sua nota se refere, objectivamente, à polémica em que está envolto. Sobre as razões, diz apenas que “move-me o interesse de contribuir para a salvaguarda da paz e estabilidade do país, abrindo espaço para a consolidação da democracia e do Estado de Direito democrático.”
 
Na mesma nota, Mondlane refere que deixa o Conselho Constitucional “convicto de que dei o melhor de mim para o desenvolvimento da instituição, quer no âmbito interno, quer na projecção da sua melhor imagem além-fronteiras”. E termina a nota agradecendo a todos quantos acreditaram no seu projecto. O Pais

NOTA: HA HOMENS ASSIM EM MOCAMBIQUE!  estamos a caminho de desenvolvimento mesmo...

04 março 2011

Grito de desespero do Khadafi

Veja o desespero do presidente libio ehehehehe......

03 março 2011

Professor Paul Collier da Universidade de Oxford secunda Professor Nuno Castelo Branco em materia sobre industria extrativa e politicas de investimento. Que ganhos para Africa?

The Last Resource Frontier
OXFORD - Na próxima década, a extração de petróleo, gás e minérios que constituem, de longe, a oportunidade económica mais importante da história da África. A África é a última fronteira para a descoberta de recursos, tendo sido relativamente negligenciado por outras empresas de mineração e extração de recursos, devido às difíceis condições políticas. Mas os preços das commodities estão superando a relutância e prospecção está gerando uma infinidade de novas descobertas.
Dado que a extração de recursos por quilômetro quadrado em África é de cerca de 20% da média da OCDE, o volume total de extração pode facilmente crescer cinco vezes. Os preços altos e futuras descobertas irão gerar fluxos de dinheiro tão grande que, se for bem gerida, podem transformar desesperadamente regiões mais pobres da África em regiões de prosperidade. Certamente, o rendimento de extração de recursos superará todos os outros fluxos financeiros lá.
Mas, muitas vezes na história da África, esse dinheiro deveria ter financiado o investimento produtivo foi saqueado ou desperdiçados. O desafio agora é impedir que a triste história do continente, de exploração de repetir-se durante a época que vem da extração de recursos maciços.
Se os recursos naturais são pilhados ou aproveitados para o desenvolvimento depende de vários fatores. A primeira tarefa é captar para a sociedade como um todo bastante o valor dos recursos extraídos. Este, por sua vez, exige um procedimento adequado, com base na concorrência transparente, para a venda inicial dos direitos de prospecção, bem como um sistema tributário bem concebido para recolher receitas posteriores lucros corporativos.
Alguns recentes vendas de direitos de prospecção em África têm sido espetacularmente deficiente em termos de transparência e concorrência. Na Guiné, por exemplo, direitos que parecem ter sido concedidas sem o benefício significativo para os cofres públicos foram rapidamente re-vendido para vários bilhões de euros.
Em segundo lugar, uma parte substancial das receitas deverão ser investidos em ativos ao invés de usada para estimular o consumo. Fazer o contrário é infringir os direitos dos membros das gerações futuras, a quem pertencem os recursos naturais também.
Infelizmente, esses direitos são frequentemente violados. Camarões, por exemplo, tem empobrecido muito do seu petróleo, utilizando as receitas predominantemente para o consumo. Como resultado, seu nível atual de consumo não será sustentável quando o petróleo acabar.
Finalmente, as receitas devem ser abertas ao escrutínio público e seu uso eficiente, tanto para o investimento eo consumo, deve ser assegurada por mecanismos institucionais que impõem uma responsabilidade clara para os funcionários públicos.
Mas a receita ea transparência das despesas não é suficiente para garantir o bom uso dos recursos naturais. Muitas das decisões necessárias para garantir o sucesso deve ser obtido direito de não apenas uma, mas várias vezes, porém, sem essa transparência, os riscos de corrupção e má distribuição, obviamente, são muito maiores.
Transparência também fomentar a confiança entre empresas e comunidades locais. Até agora, as comunidades nos arredores das operações de extração têm sido freqüentemente hostil ao processo, vendo-se como as vítimas de danos ambientais, enquanto as elites nacionais e empresas estrangeiras se presume serem os principais beneficiários.
Essa hostilidade tem feito as operações locais das indústrias extractivas, problemáticos e caros: a experiência testemunho real holandesa Shell no delta do Níger. Ataques a instalações, muitas vezes subiu ao ponto que o consumo total é significativamente reduzido e menos seguro. Assim, sem transparência das receitas e sua utilização benéfica, empresas de extração de recursos, inevitavelmente, se tornam alvos de suspeita local.
As empresas estrangeiras gerir quase toda extração de recursos em África, porque só eles têm as habilidades técnicas necessárias. Isto implica um papel importante para as jurisdições em que essas empresas são registradas, pois eles têm o poder de definir as regras pelas quais as indústrias extractivas operam. Muitas destas empresas estão sediadas na Europa, por isso uma boa dose de poder repousa, em última análise com o Parlamento Europeu.
Entre eles, as regras europeias e norte-americanos podem exigir muitas empresas de extração de recursos para ser transparente, mas ainda há muitas empresas que estão sob outras jurisdições. No âmbito da OCDE, o principal centro financeiro para as pequenas empresas de extração de recursos é de Toronto, no entanto, o parlamento canadense recentemente falhou por pouco a passar uma exigência equivalente para estas empresas. Há também 360 empresas australianas extração de recursos - atualmente em operação na África.


24 fevereiro 2011

ideologias e demagogias


O progressismo, Contextualismo e o Dogmatismo metódico poderei desenvolver isto com tempo. Importa de momento o debate que ocorre aqui

O texto é do professor E. Macamo veja o citado.

“Quando o Governo apela para maior sentido de responsabilidade individual esse apelo só vai ter frutos se na sua interpretação do sentido de liberdade e democracia se apega menos ao poder de modo a criar espaços propícios.”

“Embriagados que estamos pela alegria das celebrações de liberdade e democracia no Norte de África esquecemos que o anseio por estes valores não é novo em África. Teve manifestações diferentes em diferentes momentos da trajectória política do nosso continente e o resultado não foi sempre a liberdade e a democracia. O nosso país constitui exemplo (triste) disto. A luta que se travou pela independência foi também em nome da liberdade e (um certo entendimento de) democracia. Deu no que deu e ainda reclamou mais sacrifício humano durante 16 longos anos. No Zimbabwe a interpretação local de liberdade e democracia está a dar o que está a dar. Na Costa do Marfim, na Libéria, na Serra Leoa, no Ruanda, no Congo, enfim, um pouco por todo o lado. No Egipto e na Tunísia ainda não sabemos para onde é que as coisas caminham. Aqui também os analistas da praxe confundem aspirações pessoais com realidade.”

O primeiro paragrafo mostra claramente qual é o primeiro desafio para evitar o fenómeno do norte da África.

No segundo, Elísio parece temer o ciclo vicioso do fenómeno pelo qual a liberdade é conquistada! Se é isso então, Elísio é tímido!!! Ehehehe... porque em África a vossa sugestão “a correcção e exploração das possibilidades Constitucionais ( ...)” antes: Como é que são adoptadas essas constituições? Depois, a sugestão é boa mas em mim peca por não dizer como? Porque manifestação é um acto que tem cobertura Constitucional pelo menos em Moçambique!!!

Porque como bem diz, cada caso é um caso a vossa sugestão será válida para que país? Angola? Moçambique? Ou Zimbabwe?

Quanto aos defensores do gradualismo e os únicos “pensadores com utilidade”... eheheheh... a pergunta é a seguinte:

Por que não podemos ser ousados? Qual é a possível “Democracia Africana”? (se é que existe), a de Angola? A de Moçambique? A do Zimbabwe? Ou mesmo da Líbia?

Quer dizer, para o Professor Elísio Macamo, se a luta dura muito tempo a solução é render-se! De facto estamos a lutar lá vão anos pela liberdade e democracia e depois? Enquanto não se alcançar, a luta continua este é o verdadeiro sentido de luta, a META.

Quando por exemplo uma pessoa critica directamente um partido no puder e como resposta perde oportunidade, onde está o sentido de Estado aí? Será que precisamos de ser oposição para opinar diferente? Se o nosso objectivo é construir a pátria, por que nunca aceitamos ceder sem usar violência?

Veja os Sindicatos em Moçambique professor, estão a ser humilhados sob pretexto de que estamos a construir o país e eles vão ostentando a custa do sacrifício do trabalhador é isso que consideramos construção ou sentido de responsabilidade? Algo tem de ser feito...

Quem quer ser identificado para ser excluído? Daí os levantes populares...

África é da Humanidade, é dos africanos não é património de um indivíduo...

22 fevereiro 2011

Prefirimos acabar todos no lugar de nos ter como vossa propriedade

O líder líbio Muhamar Kadhafi apareceu na televisão para desmentir rumores de que teria fugido para a Venezuela. Numa breve declaração á TV estatal, feita de dentro de um veículo, garantiu que estava em Tripoli e apelidou de “cães” os canais de notícias estrangeiros que divulgaram notícias da sua fuga.


A RM as 7h falava de cerca de 103 pessoas mortas pelo bombardeamento;
A Soico as 13h fala de 3 centenas de mortos, fruto do uso da forca militar.
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31 janeiro 2011

“Moçambique está no bom caminho” (Guebuza in Estado da Nação 2010) Governador do BM concorda com a perda de todos nós nos acordos que isentam os mega-projectos das obrigações fiscais e diz ser possível renegociar os mesmos. Sergio viera está decidido a monstrar que nós que nos beneficiamos dos investimentos não somos os verdadeiros beneficiários desta riqueza! porque “Estamos numa situação em que, de algum modo, nos encontramos marginalizados nas decisões que são tomadas"




Sergiovieira “Estamos numa situação em que, de algum modo, nos encontramos marginalizados nas decisões que são tomadas. Há dias, lemos que a Rio Tinto comprou por 3.8 biliões de dólares à Riversdale. Um organismo australiano pronunciou-se sobre esta transacção e nós moçambicanos, aqui onde está a reserva de carvão da Riversdale? Nós só lemos nos jornais. Nesta transacção, obviamente, porque se compraram acções, pagaram-se impostos lá (na Austrália) e aqui pagou-se um centavo de impostos? Quando a Rivesdale pagou 40%, anteriormente, à Tata pagou-se algum imposto a Moçambique? Entretanto, estas empresas contraem dívidas lá fora que, depois, vão ser pagas pelas nossas exportações. Algumas inquietações podem surgir por isso.
 
Estar-se a criar riqueza à margem dos moçambicanos dá o síndrome da Nigéria, em que eu vejo a minha terra ficar poluída pela indústria extractiva. Então, criam-se aqueles gangs que, raptando os trabalhadores estrangeiros das indústrias petrolíferas, beneficiam as populações. O que falamos quando abordamos a agricultura? Falamos da agricultura feita por empresas predominantemente moçambicanas ou pelas empresas estrangeiras sediadas em Moçambique? Aí podemos estar a falsificar. Nós temos que comer, a dívida da fome dá Tunísia dá motins em quase toda a parte do mundo. Alguém há-de pagar os 3.8 biliões de dólares à Rio Tinto. Eu creio que estamos no grupo dos que vão pagar. O que é que Inhambane e Moçambique ganham com o gás que sai de Inhambane”.

O PAÍS – 31.01.2011

27 janeiro 2011

Obama da B+a=Ba de governar sem usar forÇa.



O que está em causa não é quem vai ganhar as próximas eleições, mas “se novos empregos e indústrias se enraízam” no país. “É se o trabalho duro e engenho do nosso povo é recompensado. É se mantemos a liderança que fez da América não apenas um lugar no mapa, mas uma luz para o mundo. Estamos fadados ao progresso”, acredita.

Dois anos depois da maior recessão desde a Grande Depressão, o mercado accionista está novamente em alta, os lucros das empresas subiram e a economia dá sinais de crescimento, indicadores que ainda assim não são suficientes para “medir o progresso”. 

“Medimos o progresso pelo sucesso do nosso povo. Pelos empregos que pode encontrar e a qualidade de vida que esses empregos oferecem. Pelas perspectivas de um pequeno empresário que sonha em transformar uma boa ideia numa empresa vibrante, pelas oportunidades para uma vida melhor para os nossos filhos. Esse é o projecto em que o povo quer que trabalhemos. Juntos”, adianta.   Em África não! Pelo numero de obras dos governantes, dos fungitivos da legalidade fiscal, dos assaltantes a mão armada e do número de mega-projectos que entrão nos nossos países mesmo que esses apenas sirvão para aumentar os números estatísticos!

 No discurso, é ainda comparada a situação actual com a vivida há meio século, quando a União Soviética ultrapassou os Estados Unidos lançando o satélite Sputnik, numa altura em que a NASA ainda nem existia.

“Mas, depois de investir em melhor pesquisa e investigação, não apenas suplantámos os soviéticos; desencadeámos uma onda de inovação que criou novas indústrias e milhões de novos empregos”, recorda Obama. “Este é o nosso momento Sputnik”, sublinhou.

NOTA: Será que nós um dia chegaremos a este estremo de ultrapassar nossas diferenças sem usar forces muitas vezes violentas para intimidar!!! Sonho com uma África de concordia, onde percebemos que ela (a África) é dos africanos. Portanto todos temos o mesmo objectivo “o bem estar dos nossos povos e a elevação deste continente para a posição que merece” e isso só com a assunção cumplice de sair dos métodos primitivos de governação onde o diálogo prevalece, a concordia é a lanterna, a paz, aliberdade é a matéria prima para a prosperidade da mãe África.

Sim, é possível desde que assumamos que o que faz o desenvolvimento não é o tempo como muitos querem que esperemos 500 anos para saber que a causa nacional é luta de todos nós, isso esta acima de qualquer partido ou política!...

Mandela “fragilizado”

O Jornal Notícias de hoje, cita o Arcebispo sul-africano Desmond Tutu descrevendo o estado do ex-presidente Nelson Mandela como “fragilizado”.

Em declaraçãoes à agência sul-africana SAPA, Tutu afirmou que esteve com Mandela na semana passada e que o estado de saúde do veterano estadista não se pode dissociar da sua idade. “ Ele estava bem, quero dizer ele tem 92 anos. E está fragilizado”... disse Tutu.


a RTP diz o internamento hospitalar de Nelson Mandela, oficialmente para "exames de rotina" mas sinal da crescente fragilidade do histórico líder de 92 anos, está a criar grande ansiedade na África do Sul.

WF & Autarca

Leia os Jornais WF  e uma bela cronica do Leonel Marcelino, em Lisboa. onde o autor se questiona das vantagens da estatização da cultura no Autarca.

Comeca por citar Agostinho da Silva: “o mundo tem tantas possibilidades que até o impossível é possível”. Para este filósofo, a “cultura (era) tornar melhor a vida das pessoas.

Mas, pois é, mas... continuam a defender-se e a incrementar-se fundamentalismos religiosos, étnicos, políticos, ideológicos, culturais, e outros que encerram as pessoas numa cápsula de aço para além da qual não existe vida. Em nome de quê? Em nome do povo. Para o bem do povo, costumam dizer.  Quantas vezes, perante a evidência de opções erradas, degradantes, senão mesmo assassinas, ouvimos o monocórdico e fatalista lamento: “- Que fazer? É a nossa cultura!”

26 janeiro 2011

O serviço da BBC em português e em outras línguas vai encerrar no âmbito de um plano para poupar 46 milhões de libras (53 milhões de euros) por ano, confirmou a estação pública britânica.

Além do serviço em português, que se destina sobretudo aos países africanos lusófonos, irão também fechar os serviços em macedónio, albanês, sérvio e inglês para as Caraíbas.
O anúncio oficial destas medidas, bem como o despedimento de 650 funcionários de um total de cerca de 2.400, será feito na quarta-feira aos funcionários.
Mas para Teresa Lima, responsável pela secção portuguesa na BBC, onde está há 12 anos, a notícia não é totalmente inesperada. "O serviço já teve para ser cortado várias vezes", disse hoje, em declarações à agência Lusa.  
 
Ficou surpreendida, no entanto, com os "cortes demasiado drásticos" que colocam em risco os 12 postos de trabalho na secção, dos quais dez a tempo inteiro e dois a tempo parcial. Se estes planos forem para a frente, admite que "as oportunidades de reintegração  [noutros serviços da BBC] não serão muitas".  
 
O serviço em português foi criado a 4 de junho de 1939 e era dirigido inicialmente a Portugal e às respetivas colónias. Depois da sua independência, a partir de 1975, os países africanos de expressão portuguesa passaram a ser o principal destino deste serviço. Além de três programas
... Leia na itegra

19 janeiro 2011

Banqueiro suíço que colaborou com a WikiLeaks vai a julgamento

O ex-banqueiro suíço que deu à WikiLeaks dados de dois mil clientes vai ser julgado por violação de sigilo bancário. Rudolf Elmer foi chefe de operações do banco privado Julius Baer nas Ilhas Caimão. RTP


NOTA: Eu sempre julguei o singilo bancário um sistema propositado para proteger os criminosos fiscais. Portanto n~ao vejo esse tribunal a condenar este senhor, justamente por divulgar as manóbras dilatória dos mafiosos. Quem não deve não teme, os bancos precisão é ter sistemas invioláveis para asegurar seus clientes! Alias, esta devia ser o pré requisito para que optemos por um determinado banco, não necessáriamente o singilo, sobre tudo numa altura em que estamos a lutar pela transparência cosmológica

Rejuvenescer a ZANU-PF e o poder Zimbabweano é um imperativo regional.

Segundo o “Daily Telegraph”, o quadro clínico aponta para a possibilidade de Mugabe ficar parcialmente incapacitado de continuar a governar
Novas alegações sobre o estado de saúde do presidente Robert Mugabe motivaram, ontem, uma reacção violenta do seu partido, a ZANU-PF, e do seu porta-voz.
A Malásia negou que o dirigente se tenha submetido a uma operação na próstata para debelar um cancro em Kuala Lumpur, segundo o site newzimsituation.com. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Malásia reagiu após uma notícia publicada pelo jornal Daily Telegraph, na segunda-feira, na qual afirmou que Mugabe “está num hospital na Malásia, após uma operação na próstata”.
Citando fontes diplomáticas, o “Daily Telegraph” avança que o site newzimsituation.com disse que Mugabe, que completa 87 anos de idade no dia 21 de Fevereiro, tinha sido submetido a uma “séria” operação após uma inflamação na próstata, acrescentando que, “dentro do seu partido, ZANU-PF, há confiança de que ele retornará ao país dentro de uma semana e totalmente recuperado”.
No entanto, um porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros malaio disse ao jornal Malasya Star que “não há nenhuma indicação de que Mugabe está aqui para uma operação”. O porta-voz disse ainda que o Alto Comissariado do Zimbabwe também confirmou que Mugabe não estava na Malásia. Em Harare, George Charamba, o porta-voz do presidente, recusou-se a responder a perguntas sobre o seu paradeiro.
“Você parece saber mais sobre o presidente do que eu”, disse Charamba. “Tanto quanto eu estou informado, o presidente está a gozar as suas férias anuais e tornamos isso público. Ele estará de volta em breve”.
Por sua vez, um membro do Politburo da ZANU-PF e deputado pela região de North, Jonathan Moyo, afirmou que notícias sobre a saúde do presidente Mugabe eram um “ritual anual” para os correspondentes estrangeiros, especialmente quando ele passa as suas férias anuais.  O Pais

Nota Reflexiva: Como está V. Dias assustou quando ouviu a notícia de certeza? heheheh... o velho dizem que está apenas de férias! parece que os malaios preferem cooperar com o Mugabe e seus sequazes que com o povo Zimbabweano... Continuo a julgar injusto manter Mugabe na direcção da ZANU-PF e do Zimbabwe. Mas a justiça divina tarda mas não falha... heheheh  

17 janeiro 2011

A leitamento materno é bom mas não é necessáriamente excluisivo

CERCA de dez anos depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado que a amamentação em exclusivo até aos seis meses beneficia os bebés, um estudo publicado no British Medical Journal vem dizer o contrário.
Contudo, o grupo de investigadores reconhece os benefícios do leite materno, mas defende que este deve ser completado com outros alimentos.

No estudo,  citado pelo diário luso,  Público, investigadores da Grã-Bretanha, conduzidos por Mary Fewtrell, do Instituto de Saúde Infantil da University College of London, fizeram uma revisão da evidência científica que suporta as actuais orientações sobre aleitamento e consideraram que é altura de ponderar os pressupostos. De acordo com as conclusões do grupo, apesar dos benefícios da amamentação, o facto de o bebé só mamar durante seis meses pode não ser do seu pleno interesse no que diz respeito, por exemplo, a introduzir outro tipo de alimentos ou a desenvolver algumas patologias e alergias.
Nota Reflexiva: Eu sempre duvidei dessa da OMS.


Leia Noticias

14 janeiro 2011

O Governo presta mais conta aos doadores que aos próprios cidadãos,

África é viável sem ajuda externa? É, se criar uma administração fiscal competente capaz de substituir os donativos com a colecta de impostos. Quem o diz é o especialista em impostos norueguês, Odd-Helge Fjeldstad, que defende que o governo moçambicano deve rever os contratos com os mega-projectos. Com um vasto conhecimento do sistema fiscal em África, Fjeldstad esteve, recentemente, em Moçambique para partilhar experiências no domínio do alargamento da base tributária

Avanço com algumas propostas: é preciso mudar a legislação de forma a que as novas companhias paguem os impostos. No geral, no sector mineiro, os impostos não são o fundamental para o estabelecimento das companhias, o fundamental é o preço do core business no mercado internacional e os regulamentos que regem a actividade. Quer dizer, o que mantém as grandes companhias não é a questão da isenção fiscal. A questão da isenção é até um bónus para as multinacionais. As companhias estão mais preocupadas com os regulamentos e a previsibilidade do negócio.O Pais

Nota reflexiva: Mas na verdade quem deu essa idea de isenção para a trair investimentos?

13 janeiro 2011

Prognostico para 2011 pelo correspondente da BBC em Maputo

Por :Eleutério Fenita

Será, economicamente, um ano dolorosamente mais difícil do que o anterior. Já apertado ao limite, o cinto da sobrevivência corre o risco de estalar. E com ele rebentarem novos focos de tensão social. No WF obrigado V. Dias pela partilha.

12 janeiro 2011

MF & CM

Leia os jornais electronicos MF e CM do dia 11 de Janeiro de 2011.

Nota Reflexiva: Gira muita especulação Em torno da Revisão da Constituição de Moçambique. E a FRELIMO privilegia o “muti”!

10 janeiro 2011

Referendo no Sudão em entrevista na TVM


Alguém prestou atenção na entrevista dada pela TVM aos académicos Dr. Luís Covane, ex- Ministro da educação e ex-porta voz do primeiro Governo de Armando Emílio Guebuza e o conhecido investigador, Dr. António Gaspar, ontem domingo, dia 09 de Janeiro de 2011, sobre o caso Referendo no Sudão ?

Luís Covane frisou o facto de este ser uma lição para os governos africanos, que precisão de fortificarem a democracia, unidade nacional e políticas inclusivas de administração pública do ponto de vista regional e sócio-político (igualdade na diversidade rematou Covane).

O Dr. António Gaspar, questionado sobre a possível abertura de um precedente para os outros estados africanos e alterando o convencionado na Conferência de Berlim em 1884-1885 (delimitação das Fronteiras)? Este que é bem conhecido pelo menos eu o considero extremamente parcial nas sua análises embora isso não venha ao caso neste momento, ele acha que o povo sudanês está no bom caminho caso vote no sim, pós conhece-se estados que vivem em autonomias regionais e estão bem em todas as vertentes e acrescentou dando exemplo de Portugal que tem as regiões da Madeira e Açores.

Notas Reflexivas: O que acha da posição do  Dr. Luís Covane? Parece que durante 5 anos viveu atado sem poder opinar livremente!!!

V. Dias, Reflectindo, Mano Ináncio Chire, Egídio Vaz se puder, e outros... gostaria de ouvir vossa opinião sobre este caso Sudão.

Não receiam que o sonho de um dia vermos a África unida volte a traz ao promovermos estas atitudes do Sudão? Lembram-se que em Moçambique chegou-se a pronunciar-se a palavra "divisão"? Até quando isso é bom? Que consequências políticas, económicas e sociais isso poderá trazer ao Sudão e a África em geral?

07 janeiro 2011

Morreu o Pintor moçambicano Malangatana V. Nguenya

O pintor moçambicano Malangatana morreu aos 74 anos no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, vítima de doença prolongada, segundo a direcção do hospital.
 
O pintor, de 74 anos, encontrava-se internado há vários dias naquele estabelecimento.

Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936 em Matalana, uma povoação do distrito de Marracuene, às portas da então Lourenço Marques, hoje Maputo. Foi pastor, aprendiz de curandeiro (tinha uma tia curandeira) e mainato (empregado doméstico).
 
A mãe bordava cabaças e afiava os dentes das jovens locais (uma moda da altura), o pai era mineiro na África do Sul. Com a mãe doente e um pai ausente, Malangatana foi viver com o tio paterno e estudou até à terceira classe.

Só aos 11 anos começou a trabalhar porque já era "adulto" e podia fazer tudo, de cuidador de meninos a apanha-bolas no clube de ténis.

Nos últimos 50 anos foi também muito mais do que pintor. Fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura. Fez experiências com areia, conchas, pedras e raízes.

Foi poeta, actor, dançarino, músico, dinamizador cultural, organizador de festivais, filantropo e até deputado, da FRELIMO, partido no poder em Moçambique desde a independência.

Ainda que o seu lado político seja o menos conhecido, Malangatana chegou a estar preso, pela PIDE, acusado de pertencer ao então movimento de libertação FRELIMO, sendo libertado ao fim de 18 meses, por não se provar qualquer vínculo à resistência colonial.

Na verdade Malangatana viveu parte da sua adolescência junto dos colonos portugueses, os mesmos que o iniciaram na pintura, primeiro o artista plástico e biólogo Augusto Cabral (morreu em 2006) e depois o arquitecto Pancho Guedes.

Já homem, com a pintura como profissão, confessou ao jornalista Machado da Graça que sentia grande aproximação com os artistas portugueses desde os anos 70, quando foi pela primeira a Portugal, como bolseiro da Gulbenkian.

Entre 1990 a 1994 foi deputado da FRELIMO e ao longo de décadas ligado a causas sociais e culturais. Foi um dos criadores do Museu Nacional de Arte de Moçambique, dinamizador do Núcleo de Arte, colaborador da UNICEF e arquitecto de um sonho antigo, que levou para a frente, a criação de um Centro Cultural na "sua" Matalana.

E exposições, muitas. Em Moçambique e em Portugal mas também mundo fora, na Alemanha, Áustria e Bulgária, Chile, Brasil, Angola e Cuba, Estados Unidos, Índia. Tem murais em Maputo e na Beira, na África do Sul e na Suazilândia, mas também em países como a Suécia ou a Colômbia.

Contando com as obras em museus e galerias públicas e em colecções privadas, Malangatana vai continuar presente praticamente em todo o mundo, parte do qual conheceu como membro de júri de bienais,  inaugurando exposições, fazendo palestras, até recebendo o doutoramento honoris causa, como aconteceu recentemente em Évora, Portugal.

Foi nomeado Artista pela Paz (UNESCO), recebeu o prémio Príncipe Claus, e de Portugal levou também a medalha da Ordem do Infante D.Henrique. Em Portugal morreria também o pastor, mainato e pintor. Malangatana. Valente.

Críticas e Reflexões: À família Nguenya, as nossas sentidas condolências, paz a sua alma.
 
Malangatana sepultado em Matalane. (Noticias da Sexta-feira, 7 de Janeiro de 20011)

OBS: Se isso acontecer, Maestro Chemane pode ser exumado para o ceminterio familiar... 
Quem duvida do heroismo do Malangatana?