12 outubro 2011
29 setembro 2011
O DESTACADO combatente da Luta Armada de Libertação Nacional, Bonifácio Gruveta, faleceu ontem, no Maputo, vítima de doença. Deputado e membro da Comissão Permanente da Assembleia da República (AR) até à sua morte, o finado, que também era general na reserva e membro do Conselho de Estado, perdeu a vida numa clínica da capital do país, o seu funeral realizar-se-á sábado na província da Zambézia, sua terra natal, segundo vontade por si expressa em vida.Notícias
A sua família os nosso sentimentos, paz a sua alma.
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Independência de Moçambique
26 agosto 2011
"Explosão na sede da ONU na Nigéria mata 10 pessoas."
Uma bomba explodiu hoje na sede da ONU em Abuja na Nigéria. O incidente foi confirmado pelas Nações Unidas. Há registo de 10 mortos. Cerca de cinquenta pessoas foram transferidas para o hospital mas não há detalhes sobre o estado de saúde das vítimas
Nota Reflexiva: Que ilações atirar numa altura em que a ONU é que liberou a zona de exclusão aérea que levou a Líbia à guerra civil?
Nota Reflexiva: Que ilações atirar numa altura em que a ONU é que liberou a zona de exclusão aérea que levou a Líbia à guerra civil?
22 agosto 2011
Cimeira da SADC em Luanda
Espero que seja oportuno para tecer algumas considerações em volta da última cimeira da SADC que decorreu em Angola concretamente na cidade de Luanda.
Dentre várias estórias que caracterizaram este envento há a destacar a não permissão de entrada dos elementos da sociedade civil e de jornalistas dos países aderentes desta agremiação.
Um outro aspecto de relevo foi a "passagem do cargo marcada pela colocação, por Hifikepunye Lucas Pohamba (presidente da Namíbia), da medalha que simboliza a presidência da organização regional na lapela do casaco de José Eduardo dos Santos, a quem desejou sucessos durante o seu mandato", no que constitui a rotatividade da direcção (prefiro assim porque liderança não é).
A nosso Ver
Bem, em nós a Cimeira da SADC em Angola foi mais um ritual do que um valor no entanto que tal. se não vejamos: Qual é a principal razão de ser da SADC? É era suposto que os povos tivessem o mesmo alcance dos objectivos e código de conduta comungado por todos. a nossa inquietação vem do facto de que pelo menos Angola, Zimbabwe, Africa do Sul e outros parecem estarem fora desta dos ideais da SADC. Daí que não faz sentido esta "organização" se na verdade não tem um fim real partilhado pelos seus aderentes!
O outro ponto é: Quem são os verdadeiros com religionários da SADC, os povos ou os chefes dos Estados? É que sempre se questionou sobre a possibilidade de uma verdadeira e efectiva integração, O professor Lourenço do Rasário, Reitor da Universidade Apolitécnica usou uma metáfora para demostrar o seu cepticismo com relação a ideia, questionando se "uma panela de barro pode integrar a uma panela de alumínio ou metálica?".
Hoje, mais do que razões meramente económicas, os paises da região sul da África são caracterizados por uma diversidade de linhas políticas, dentre os progressivamente democráticos e liberais e os regressivamente autocráticos, nos casos de Botswana e Angola respectivamente.
Enfim, a SADC precisa de valores, de uma identidade própria não obstante a sua diversidade objectiva e com instrumentos positivamente normativas não um clube de amigos que se toleram mutuamente no sacrifício dos seus povos. Mais a SADC deve ser dos povos não dos Presidentes.
Pensa Comigo
04 agosto 2011
Trabalhador não deve continuar prejudicado
Reflexão*
SR DIRECTOR
De 14 a 15 de Julho de 2011, na página de opinião do Jornal Notícias, aqui e aqui;circulou uma carta assinada com o nome do senhor “Fernão Zandamenla” (grifo nosso). A mesma versa sobre o posicionamento da Ministra do Trabalho e a discórdia da OTM-CS vista também ha dias na televisão, precisamente na STV.
A carta começa assim:
“Há dias assistimos a um nervosismo incaracterístico no seio da direcção sindical do ramo da segurança privada, com eco amplificador na OTM-Central Sindical, num falso alarido e cheio de agitação e vitimização barata, porque tal não justifica em nenhum aspecto tamanha musculatura demostrada pelos dirigentes sindicais, pois, é pura verdade que andam mafiosos no ramo sindical da segurança privada. O resultado é o que temos vindo a assistir.”
Sabe-se que, o ramo de segurança privada é dos ramos mais conflituosas no país o que não se percebe é até quando a direcção sindical de segurança privada é responsável desses acontecimentos. Há algumas hipóses reflexivas que podemos levantar a saber:
1-“Suspeita-se que os dirigentes sindicais estejam a promover disordem social no sector laborar deste ramo” (vide discurso da Ministra do Trabalho na festa de enaguração do posto de saúde da G4s);
2-“Neste ramo, todos querem ser Chefes” (afirma F. Zandamela). Portanto, há gente que agita os trabalhadores a se rebelarem (in)justamente para mostrar falta de Direcção nos sindicatos de segurança privada e o senhor Fernão Zandamela na lista;
O leitor do Notícias com a nomenclatura a cima, prossegue assim:
“O estranho é a carga de nervos com que os sindicatos aparecem em público, quando é sabido por todos que os mesmos nunca estão em defesa dos trabalhadores da segurança privada e nunca deviam ter ofendido a ministra do Trabalho (…)”. Estranho em nós, é o aparecimento súbito do senhor Fernão Zandamela neste espaço a falar de nós quando na verdade nunca a OTM-CS recebeu nem ele, muito menos a Ministra do Trabalho para falar-nos de supostos infilitrados e mafiosos que “provocam agitações no seio do movimento sindical em troca de protagonismo”! O que nós sabemos é que, dos conflitos que tem havido nas empresas de segurança, “em muitos casos os trabalhadores do sector de segurança têm razão porque tem se verificado, de facto, uma violação grosseira da lei”[1] mesmo sem concordar com as greves.
O nosso espanto, ( que o senhor F. Zandamela considera de “nervosismo”) é a aparição pública da governante do trabalho a falar dos nossos problemas quando nunca antes nos abordou sobre o assunto! Infelizmente, o senhor Zandamela acha que nós deviamos ter procurado o governo para dar resposta do que ele mesmo abordou por aquela via?
Sabe, companheiro F. Zandamela, Moçambique é um Estado de Direito que se rege pela sua Constituição não pelas simpatias ou antipatias uns com os outros. O senhor considera a atitude da OTM-CS como “perca de respeito” depois de tudo que a Ministra tem feito para o bem de todos nós”; o senhor faz uma relação do que considera de bons actos da Ministra do Trabalho, Helena Taipo. Nós aplaudimos todos os feitos que se refere mas continuamos a dizer que há assuntos directamente ligados aos sindicatos, como por exemplo:
Não cabe a Ministra dizer os trabalhadores se devem ou não se sindicalizarem! A eleição dos órgão é materia dos Sindicatos podendo o governo na sua responsabilidade de garantir as liberdades dos cidadãos e assegurar a ordem pública e disciplina social evitar métodos agitadores, tomar medidas contra agitadores não anunciar a sua existência!
Quanto a sugestão segundo a qual, “podemos ir ter com ela para tirar esclarecimentos”. Temos a dizer o seguinte: Não se trata de tirar esclarecimentos mas sim, de chamar a legalidade dos actos! Até quando o que a Ministra fez é legal? A outra coisa que o Governo na pessoa da Ministra do Trabalho deve compreender é que a história do movimento sindical moçambicano mesmo no mundo, abre espaço para que uma pessoa mesmo disvinculado da sua empresa uma vez dirigente sindical continue lá; não só, há pessoas que dentro da história dos sindicatos tiveram uma disvinculação legal das suas empresas e como a lei não tem efeitos retroativos a situação continua… o que é normal.
Sobre os abandonos para outros grupos associativos, o senhor F. Zandamele revela alguma ignorância ou disconhecimento de alguns dispositivos que regem a sociedade moçambicana! O associativismo é livre e voluntário em Moçambique não obstante a regulamentação.
É verdade que o MUTISMO da OTM-CS incomoda os filiados mas daí pensar que o Ministério do Trabalho sempre trabalhou souzinho? Ilustre, saiba então que tudo foi em resposta da denúncia dos trabalhadores e a acção da ministra está ligada aos objectivos do governo de Moçambique como nos referimos acima.
Quanto aos aspectos que se refere à possíveis desvios, saiba desde já que é crime e é punível nos termos da lei o senhor é cumplice por nunca ter apresentado provas que leva essa gente à cadeia. Poratanto, a OTM-CS não trabalha com suposições, ruaças ou levantamentos sintomáticos.
Quem disse que a OTM_CS não condenou o uso excessive da força pelos agentes da FIR contra os trabalhadores da G4s? Se o senhor é sindicalista não conhece a casa! A diferença é que, a direcção da OTM-CS tem mecanismos legais para intervir nos assuntos que lhe dizem respeito não necessáriamente sensacionalistas como nos sugere.
Joaquim Chacate
Sindicalista/Colaboração
[1] Baltazar Egídio, Advogado e docente universitário in Jornal Notícias do dia 1 de Agosto de 2011 pp.2.
26 julho 2011
Lá no Blog do Prof. Carlos Serra corre uma série de Ditos. partilha o 10
"Quando precisares chegar a uma certa posição defende que a luta é fundamental; quando atingiste a posição, defende que lutar é uma coisa feia e proibida." aqui
Agora já deu para entender apreocupação do Professor Nuno Castelo Branco. Quanto tempo vai durar a terra como propriedade do Estado?
Agora já deu para entender apreocupação do Professor Nuno Castelo Branco. Quanto tempo vai durar a terra como propriedade do Estado?
20 julho 2011
23 junho 2011
Hoje tive uma descoberta que pretendo partilhar com os meus.
Vejam: Eu Nasci em Khambane Província de Gaza, Distrito de Mandlakaze, localidade de Matchekahomo actual posto administrativo de Chalala.
Durante a minha infância, que não foi em nada diferente de qualquer outra criança cujo o pai era trabalhador das minas da RSA, a mãe prefiro chamar camponesa para não chamar doméstica. acompanhava alguns ditos soltos, por velhotes da zona, machambeiros, bebedores de aguardente de primeira gota na ferimentação caseira de cajú, que ficaram indeleveis na minha memória.
Para aqueles que crescenram comigo posso recordar-lhes alguns nomes: Xikhuzane, Zanyane, Makhelene, Xithandane, Xilukamane, Madala Quetlane, Mazwane Mandlate, Ndambini, Massumblane, Paulo wa ka Rosalina, Zabilina, Crestina Matsinhe, ti Virgílio, Manuessane, Makeni, Ndzukule, Bazílio, Hofiswane, Nyeketa, Xiloketane (este era o mais velho de todos), Mhakene Bila, Xingongwane Mondlane, Magulane etc...
Pessoal estes velhotes suportaram a minha infância em termos magisterial. Na quele meio dos adultos em que por vezes nos metiamos com devido estatus e acções conforme mandam as lei, ouviamos palavras do tipo "Unga ndzi xatiar mina!... Ndza tiva ndzo kala ndzinga bali" (traduzido para português quer dizer não me chateia!... tenho juizo apesar de não ler nem escrever).
Lembram que anunciei uma descoberta. Então, o ponto é: em homenagem o escritor português José Saramago (1922-2010) in Expresso, consta que só o Vaticano é que não reconhece a enorme significância e honestidade do antes anunciado escritor! Tenha paciência de acompanhar-me porque ainda não revelei a descoberta, vejam que, no meio da leitura que ia fazendo também deparei com uma passagem citando o discurso do Prémio Nober da literatura assim "O hemem mais sábio que conheci não sabia ler nem escrever".
Sabem? confesso que só apartir daí, passei a ver e valorizar o que diziam os velhos da minha terra, não só por eles conscidirem com os ditos dum grande escritor mas pela verdade e ensinamento que os mesmos transportam. não só, é que muito que já lí sobre a necessidade da oralidade no desenvolvimento humano quase tudo mesmo traz justificações obvias! o que cansa a mente.
Há que valorizar a oralidade.
Pensa comigo
14 junho 2011
O ópio da religião insiste em coesistir sobre o monopólio legítimo do Estado Moçambicano
Comecemos assim: Estado é uma instituição organizada políticamente, socialmente e juridicamente, ocupando um território definido, normalmente onde a lei máxima é uma Constituição escrita, e dirigida por um governo que possui soberania reconhecida tanto interna como externamente. Um Estado soberano é sintetizado pela máxima "Um governo, um povo, um território". O Estado é responsável pela organização e pelo controle social, pois detém, como diz Max Weber, o monopólio legítimo do uso da força (coerção, especialmente a legal).
Religião O termo vem do latim religio. Este termo, por seu turno, vem de religare, “reler” ou de religere, “recolher de novo”, “reunir”. Os dois termos etimológicos (religio e religare) remetem para o duplo as pecto da religião: Simultaneamente piedade que une os homens à divindade e prática ritual institucionalizada.
Portanto, a religião é definida como o conjunto de crenças e de ritos que compreendem um aspecto subjectivo (fé) e um aspecto objectivo (as cerimónias, as instituições, eventualmente uma Igreja).
Ora, o sistema nacional de educação orienta-se entre outros pelo princípio de “legalidade, assim, permite a participação de outras entidades, incluindo comunitárias, cooperativas, empresáriais e privadas no processo educativo”.
No entanto, o Estado é quem organiza e promove o ensino, como parte integrante da acção educativa, nos termos definidos na Constituição da República. Mais, o ensino público é laico. o que equivale a dizer que o Estado respeita plenamente a liberdade de pensamento de cada indivíduo.
É um princípio segundo a qual o Estado não exerce nenhum poder religioso e as igrejas nenhum poder político. Ora, o Estado cumpre este objectivo como guardião dos direitos e liberdades fundamentais do Homem, onde, “a sociedade como um todo não é constituido em cidadãos religiosos, mas de uma cidadania civil (...) só isso garante os direitos humanos independentemente de credo, filiação, sexo e raça, só isso garante uma estrutura social” isenta de qualquer vontade de prevalecer até sobre o Estado.
Possível Coesistência
Lembrar que a base da nossa reflexão basea-se em Direito Administrativo “o ramo do Direito Público que tem por objeto os órgãos, agentes e pessoas jurídicas administrativas que integram a Administração Pública, a actividade jurídica não contenciosa que exerce e os bens de que se utiliza para a consecução de seus fins, de natureza pública”.
Quais serão as suas fontes? A primeira e mais ampla é a Constituição da República, a seguir é a Lei (como norma de direito tornado obrigatória pela força coersiva do Estado) o que quer dizer que o seu cumprimento está longe das vontades individuais ou de grupo de cidadãos; em última estância (no sentido regressivo) encontramos para além da jurisprudência e Doutrinas os Custumes que em virtude do princípio de Legalidade do próprio Direito Administrativo tem vindo a perder o seu valor.Há um ponto indispensável e distintivo do Direito Público, que é o princípio que o rege: o princípio da supremacia do interesse público em face do interesse individual. Com isto, será sempre priorizado o interesse geral em detrimento do interesse individual de cada pessoa, devendo este submeter-se àquele. Isto é, não há crença, rito, lingua etc... que se sobre põe aos intereces do Estado enquanto detentor do poder regulamentar e com toda legitimidade de através dos seus orgão e titulares impor a ordem.
Não compreendemos siceramente como é que à semelhança do que os operadores privados, sobre tudo da area de Matadouros, talhos etc… procurando incluir o seguimento dos clientes muçulmanos, “os tanto faz cristão” são submetidos a ritos do tipo DUA de X e Y prologando-se até aos HALLALs até aí é suportável mas daí, querer tornar até o Estado refém de crénças? Seria mesmo em Moçambique! Sim, porque no nosso entender a sociedade é feita de diferentes blocos humanos um ao lado do outros “mas essencialmente exclusivo mutuamente ao ponto de não se confundir os Status e os papeis perante o Estado.
Não devemos permitir que questões meramente individuais influam na vida pública como o exemplo de BURCA ou seja o que for, “Phulaphulas”, “Palu ou Ngiti” em nome das coveniências.
Sentimos uma certa vontade sobre tudo na classe dos Juristas de ver legislada a questão do uso ou não de BURCA nos locais públicos á semelhança de outros países. No entanto, não compreendemos como é que a ausência da Lei retira o poder do Estado ao nível do ensino e das suas instituições regulamentarem a forma de “ser” e de “estar” no processo de ensino como um dos seus objectos de existência. É que, em Moçambique dependendo dos níveis de ensino os alunos só deveram se apresentarem uniformizados não Segundo suas crenças! Portanto, pensamos que estamos uma questão obvia não havendo deste modo razão para nenhum alarito.
10 junho 2011
Lourenço do Rosário Diz que licenciados desempregados "são mais perigosos"
O reitor da Universidade Politécnica afirmou que em Moçambique há muitos desempregados não escolarizados, “que também são um perigo iminente”, só que os universitários “são mais perigosos”.
Na sua recente passagem por Portugal, onde esteve a participar no XXI encontro da Associação das Universidades da Língua Portuguesa, que ontem terminou, o reitor da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, concedeu uma entrevista à agência Lusa na qual falou do risco latente na sociedade moçambicana por conta do enorme exército de desempregados com formação superior que, anualmente, as universidades moçambicanas colocam no mercado.
Para Lourenço do Rosário, devido à situação económica do país, os desempregados licenciados podem ser um rastilho para algum descontentamento social. “Começam a aparecer alguns alertas”, afirma Lourenço do Rosário, referindo-se ao perigo de surgir um movimento social de descontentamento relacionado com a pobreza e o desemprego no país.
Sendo certo que muitas revoluções nascem no seio das universidades, onde há mais massa crítica, Lourenço do Rosário admite que no país começam a surgir alguns sinais: “Não se vive esta situação em termos concretos, mas começam a aparecer os alertas”. Ler mais
Nota Reflexiva: dentre outros comentários há uns que me preocupão: por exemplo dizer que são desempregados porque são pessoas que passaram anos no banco da universidade a copiarem ou a serem formatados em dogmas teorias atinquerimas.
A vida a cadémica igual qualquer outra deve obviamente possuir bases históricas por onde acenta. outro sim é que será que só quem é formado fora é que tem qualidade? Então, onde anda a obra deles? Moçambique é pobre essa é a razão de pouca produção "literária" poca investigação etc... vejam as instituições que se entregaram a investigão como o IESE, a CIP e outras, sem financiamento externo internamente nada fariam. querem saber todo o corpo desta instituições foi formada em Moçambique. portanto é falácia afirmar que só sabemos copiar há evidências de bons quadros formados no pais, falta é desafio para eles só.
08 junho 2011
Hipocrisia brasileira com relação aos afrodescendentes - Sueli Carneiro
A escritora critica quem acha que o Brasil, devido ao processo de escravidão, ainda vive um período de evolução com relação ao reconhecimento do negro na sociedade. “Esse tipo de pensamento é tolerância com as nossas misérias. É achar que mais de um século é tempo insuficiente para promover a verdadeira inclusão social dos negros e para promover uma verdadeira democracia social. Isso é ser tolerante com a nossa miséria cultural, é ser antiético, inclusive, na percepção do fenômeno social brasileiro,” destaca a escritora.
Portanto, para ela a sociedade brasileira precisa abandonar a hipocrisia, assumir que é extremamente racista e, a partir desse reconhecimento, enfrentar o grave problema de frente. Essa é a opinião da Doutora e Filósofa, Sueli Carneiro, que acaba de lançar o livro Racismo, Sexismo e Desigualdades no Brasil.
Ler maisNota Reflexiva: Muitos que não sentem o que sente vão aparecer com argumentos positivistas mesmo reconhecendo das razões que evocas! sabem... o progressismo é uma via a doptada sempre por quem está na posição de vantagem mas quem sente na pele e na alma, esse sim quer medidas ousadas, por vezes com alguma rebeldia... alguns queriam referendo quando Moçambique exigia sua independência sabendo que do ponto de vista social nenhum escravo regeitaria a sua própria liberdade! é incrível a forma dilatória com que quem está na posição de vangem anda a adiar a passagem para a fase seguinte e inclusiva! ADMIRO A HUMANIDADE NÃO PELAS VIRTUDES MAS PELA FORMA DESUMANA COM QUE ENCARA O OUTRO.
Pensa comigo
24 maio 2011
CONTRATOS COM CAPITAIS EXTERNOS, POLÍTICA ECONÓMICA E O DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE INDEPENDENTE E EM PAZ.
Desde o fim do século XV que Fernando e Isabel, os Reis Católicos, proibiram a saida de metais preciosos, quer se tratasse de ouro ou prata em barras, quer desses metais amoedados ou fabricados e transformados em objactos de uso ou de luxo. Por outro lado diligenciava-se atrair as moedas estrangeiras...
Exercia-se uma permanente vigilância sobre os contratos assinados entre nacionais e estrangeiros "Balança de contratos" que conssistia em os navios dos paises da Peníssula Ibérica que comercializavam com o estrangeiro deverem voltar às suas origens com produtos correspondentes (na mesma porporsão) aos bens transacionados. Por ser demasiado estrita é substituda pela "Balança comercial" que vem permitir a entrada e saida dos metais acima mencionados mas com estrita obsrvância da regulamentação que garantisse uma balança favorável através da protecção aduanéira, produção, o trabalho agrícola e a manufactura como factores de riqueza das nações, o transporte e a venda das mercadorias... limitar o interesse individual pelo interesse do Estado (aprocura individual do lucro deve ser condicionado por uma disciplina Estadual).
Nota Reflexiva: A ideia não é negar a evolução científica alcançado de esse tempo até hoje. Porém, parece perpétua a ideia do interesse estadual acima do individual nas nossas economias não obstante o "fisiocratismo" que temos vindo a observar em quase todos os sectores de produção com a excepção do sector açucarreiro, o que leva-nos à seguintes questões:
1- Como é distinguido o interesse nacional do interesse individual, tendo em conta a predominante informalidade dos nossos sector de produção (lassier faire)?
2-Aliada à questão em 1, como é que os capitais externos contribuem para o interesse nacional?
3-Ainda sobre a questão acima, qual seria o nível de fiabilidade da nossa Balança de Pagamentos?
4-Não será mais um instrumento para facilitar a acumulação individual da riqueza?
Pensa comigo.
18 maio 2011
Eleições municipais desta semana na Africa do Sul, ameaçam a hegemonia do ANC
Ebrahim Fakir do Instituto Eleitoral para a Sustentabilidade e Democracia em África disse durante um debate na televisão que apesar do aumento da frustração contra o governo, o ANC é dado como o vencedor das eleições de amanhã.
“Bem, penso que vai haver algumas surpresas, mas não tanto o quanto estamos a pensar. Penso que a questão da área metropolitana de Nelson Mandela Bay tem sido empolgada, por outros partidos políticos, mas o desafio do ANC vai ser se conseguirá fazer votar os seus apoiantes.”
São poucos os especialistas que prognosticam uma perda em larga escala do ANC, mas muitos estão a prever que estas eleições vão começar a mostrar que os eleitores perderam a paciência com o partido. A autora e analista Pumla Qgola que falava também no mesmo debate na televisão, disse que o partido que mais vai beneficiar com a actual situação é a Aliança Democrática da oposição.
“O ANC vai ganhar a maioria, contudo, penso que será uma tremida maioria em relação ao passado. Penso que a Aliança Democrática vai dar ao ANC, uma grande corrida por causa dos gastos em muitas cidades.”
As estatísticas indicam que muito provavelmente (no horizonte de 26 milhões de votantes) o ANC pode conquistar a maioria dos Municípios do País. A grande questão aqui é saber em que medida o partido no poder pode reverter a situação na Província do Cabo, onde a governação municipal é da responsabilidade da Aliança Democrática.
De acordo com dados fornecidos há momentos pela Comissão Eleitoral Independente da África do Sul, os resultados finais destas eleições autárquicas poderão ser conhecidos na sexta-feira. ontem foram criadas condições especiais para que o ex-presidente Nelson Mandela exercesse o seu direito de voto. Ele votou na sua residência em Houghton. Escreve o Jornalista da Rádio Moçambique no Diário do Professor Carlos Serra
As estatísticas indicam que muito provavelmente (no horizonte de 26 milhões de votantes) o ANC pode conquistar a maioria dos Municípios do País. A grande questão aqui é saber em que medida o partido no poder pode reverter a situação na Província do Cabo, onde a governação municipal é da responsabilidade da Aliança Democrática.
De acordo com dados fornecidos há momentos pela Comissão Eleitoral Independente da África do Sul, os resultados finais destas eleições autárquicas poderão ser conhecidos na sexta-feira. ontem foram criadas condições especiais para que o ex-presidente Nelson Mandela exercesse o seu direito de voto. Ele votou na sua residência em Houghton. Escreve o Jornalista da Rádio Moçambique no Diário do Professor Carlos Serra
Conteúdo da Constituição só será conhecido pelo Povo Moçambicano em Outubro Próximo
Constituição da República
A comissão “ad-hoc” apresentou, ontem, o seu relatório da revisão da Constituição. As tarefas já desenvolvidas são, na essência, de planificação das actividades. A partir de Outubro próximo, a comissão vai à África do Sul e Tanzania inteirar-se das suas experiências em revisão constitucional.
A comissão “ad-hoc” com mandato para rever a constituição da República vai tornar público, a partir de Outubro próximo, o conteúdo da revisão. Ontem, o presidente da comissão, Eduardo Mulémbwè, apresentou o relatório das actividades já realizadas, desde que assumiu o cargo.
No âmbito desta revisão, a comissão “ad-hoc” vai escalar África do Sul e Tanzania para a busca de experiências neste sentido. Ora, entre os dois países eleitos, a África do Sul tem algumas diferenças com o nosso país no que toca à eleição do presidente, o qual é eleito pelo parlamento, sendo que, no nosso, é pelo voto directo do povo.
Por que rsa e Tanzania?
De acordo com Eduardo Mulémbwè, a escolha da África do Sul e Tanzania para os estudos de revisão constitucional tem simplesmente que ver com relações de amizade e cooperação. A intenção inicial da comissão era visitar tantos países quantos possíveis, mas a exiguidade de recursos financeiros acabou resumindo essa pretensão para dois países. A África do Sul tornou-se elegível dado o seu poderio económico, que se torna uma referência incontornável ao nível da SADC.Relativamente à Tanzania, Mulémbwè disse ter contado muito o factor histórico. “Tanzania é o berço do nosso país”, considerou.
No caso da Tanzania, por outro tado, Mulémbwè destaca o facto de, para além da SADC, a Tanzania pertencer também ao Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA), sendo, por isso, uma dupla experiência que Moçambique poderá colher na revisão da sua lei-mãe. Leia mais
Nota Reflexiva: Estou morrendo de curiosidade... heheheh... Mas porquê tanto mistério e suspanca em volta da revisão Constitucional? Será assim onde vamos buscar experiência?
Nota Reflexiva: Estou morrendo de curiosidade... heheheh... Mas porquê tanto mistério e suspanca em volta da revisão Constitucional? Será assim onde vamos buscar experiência?
17 maio 2011
Renamo renovou armamento em Maríngue: armas pesadas e ligeiras, morteiros e bazucas entre o novo arsenal
O ex- major da guerrilha da Renamo, Albertino Bola, que decidiu desertar do grupo de homens armados deste movimento estacionados em Maríngue, na província central de Sofala, diz que o movimento liderado por Afonso Dhlakama mantêm, no seu antigo quartel general, armamento pesado em estado novo.
Entrevistado em Nhamapaza, nova sede do posto administrativo de Zóbuè, Bola, que desertou há um ano da floresta, abandonando a antiga base central da Renamo, disse que entre o armamento existente contam-se armas pesadas e ligeiras de defesa anti-aérea, morteiros de 60 e 80 milímetros e bazucas, algumas em estado considerado novo.
Sobre as razões de a Renamo manter homens armados na mata quase 19 anos após os acordos de Roma, Bola disse que o líder deste antigo movimento guerrilheiro alega que estão a defender democracia e que caso ele ganhe as eleições eles estarão bem na vida, facto que a fonte afirmou que não passa de uma falsa promessa.Na íntegra
Nota Reflexiva: Para opinar sobre determinadas matérias precisamos de formar uma ideia. Nós julgamos que aqui é onde habita o exercício de reflexão. infelizmente muitos sacrificam-se em pensar inutilmente e denunciar disparates.
Em nós, não é suficiente o que gostariamos que fossem as coisas mas o que fazemos para que elas se tornem efectivamente o nosso desejo. Dlakama mentém homens armados, paga-lhes subsídios e cuidam do equipamento bélico dos mais sufesticados em Marringue. O ponto não é se isso é ou não legal? Porque vamos evocar a lógica para responder, o que não é suficiente. lembra-se o problema é não existencia de Homens armados fora das FADM só. Portanto, a questão é: Como ultrapassar este problema? Ainda bem, sabemos que estão a espera de boa vida quando o Dlakama ganhar eleições. Então, comecemos por aqui: o que é boa vida para eles poderem ter mesmo com Dlakama fora do poder.
Sabe caro leitor, na Humanidade as coisas são assim mesmo. Quem está com boa vida hoje? Portanto, não importa se as promeças do Lider da RENAMO são ou não utópicas mas o problema de Homens armado deve ser resolvido. com concordia e sedência necessária. isto é o que nós consideramos pensar com utilidade. Usar a TV para dizer que eles são velhos não poderam ir a lado nenhum é que é infantilidade mesmo porque o Bola diz que tem filhos que de certeza comungam mesmos ideiais com os pais. só espero que um dia não nos venham com ideias de separar o país!!! Porque repito, os nossos estrategas da SISE e companhia também são Humanos e tem preferências políticas absatratas... o que de certa forma nos torna vulneráveis.
Pensa comigo
16 maio 2011
Chefe de FMI detido por suposto crime sexual: Ele diz ser um problema da Infância, adora mulheres.
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, foi detido na noite deste sábado pela polícia de Nova York sob a acusação de atacar sexualmente a camareira de um hotel. Strauss-Kahn, 62 anos, foi retirado pela polícia de um avião da Air France no aeroporto JFK poucos minutos antes de ele partir para Paris. A polícia diz que ele enfrenta três acusações, incluindo tentativa de estupro. Seu advogado negou as acusações contra ele. Tudo começou quando tinha:
O ex-ministro das Finanças francês, que é casado, vinha sendo considerado como um possível candidato à Presidência da França pelo Partido Socialista. O correspondente da BBC Hugh Schofield, em Paris, diz que Strauss-Kahn vinha atingindo bons índices de intenção de voto nas pesquisas e era visto como um concorrente capaz de derrotar o presidente Nicolas Sarkozy nas urnas no ano que vem. No entanto, este incidente deve provavelmente matar qualquer chance de sucesso eleitoral de Strauss-Kahn.Leia na íntegra12 maio 2011
SUCESSO ABSOLUTO DE VENDAS......
Lançado o primeiro volume do livro: Como entender as mulheres.
Muito bom.
Nota: Sintético e prático como elas.
Muito bom.
Nota: Sintético e prático como elas.
11 maio 2011
Pensa comigo sobre a proposta para uma "Conferência Panafricana sobre Futuro de África"
Luanda, 06 de Maio de 2011
Sua Excelência,
Dr. Jean Ping, Presidente,
União Africana
Addis-Abeba
Assunto: Conferencia Panafricana sobre o Futuro de Africa
Excelência,
O mundo está a viver momentos de grandes perturbações que não deixam nenhuma Nação indiferente.
Em Africa, assistimos, impotentes, aos dramas que se vive na Cote d’Ivoire e na Libya, no momento em que ainda carregamos o peso e as sequelas de guerras e de outros conflitos que assolaram Africa nos últimos 500 anos.
Mais recentemente, e no contexto de uma Africa já independente, conflitos armados em Angola, Moçambique, Libéria, Eritreia, Etiópia, Si erra Leoa, Ruanda, Burundi, Guiné-Bissau, Congo Brazzaville, RDC, etc.…fizeram milioes de vítimas africanas; privando assim Africa dos recursos vitais para o seu desenvolvimento.
Como por ironia, a Cote d’Ivoire e a Libya, são dois países que já registaram progressos significativos no processo de desenvolvimento do continente e da prosperidade de seus povos respectivos, e que estão a ser destruídos de forma sistemática e programada.
Apesar das experiências vividas com o nosso passado comum, hoje em dia, ninguém sabe donde virão os próximos conflitos e genocídios.
Africa não pode cruzar os braços e esperar o eclodir de outras crises para procurar soluções porque já reaprendemos que as soluções improvisadas em resposta a crises já instaladas não são eficientes.
É preciso antecipar a adopção de estratégias de sobrevivência e de prevenção de conflitos, e de um desenvolvimento desejado de Africa para Africanos e por Africanos.
A luz do acima exposto, urge organizar uma Conferencia Panafricana para debater os problemas ligados ao Futuro de Africa.
Trata-se de juntar os Representantes de Governos, Instituições Académicas e de Investigação Cientifica, as Autoridades Tradicionais, Personalidades de diversos domínios do conhecimento, e a Sociedade Civil incluindo a Diáspora; para debater os temas seguintes:
1. Africa de Ontem e de Hoje: Estado da Nação Africana depois de 500 anos de Africa oriunda da Conferencia de Berlim.
2. Os Grandes Desafios de Africa de Amanha
3. A Problemática de Defesa e Segurança de Africa
4. As Fronteiras africanas e a Livre Circulação de Bens e de Pessoas
5. O Quadro Legal e Institucional de Africa
6. A Cooperação Internacional e o desenvolvimento de Africa
7. Africa na Comunidade Internacional.
8. Os Mecanismos de Acompanhamento e Avaliação das Conclusões e Recomendações
9. A Constituição de um Grupo de Acompanhamento e Avaliação.
A luz dos acontecimentos actuais em Africa, e no momento em que o novo Embaixador dos EUA em Luanda na sua primeira declaração pública falou da visita do Presidente Barack Obama à Angola, e que uma delegação militar da Fragata US Robert G. Bradley acaba de visitar Angola de 29 a 31 de Março; não há melhores momentos e pais para organizar esta Conferencia.
De um lado, a Conferencia permitirá lançar uma mensagem muito forte fazendo lembrar os EUA e outros Parceiros, os Princípios de Respeito Mútuo, de Responsabilidade Mútua e de Interesses Mútuos.
Por outro, a Conferencia será a ocasião de reafirmar a vontade dos Africanos de assegurar o seu próprio destino num clima de Paz e de Solidariedade numa Comunidade Internacional atenta às aspirações mais profundas dos Africanos e de Africa.
Convencido que esta carta merecerá a sua atenção particular e que uma resposta favorável lhe será reservada, queira aceitar, Excelência, os protestos dos meus melhores sentimentos. Alta Consideração.
Dr. Oec. Ngingilu J. Daves
E-mail : joao_daves@yahoo.fr
Nota Reflexiva: O conflito virá da exclusão, virá do facto de alguns africanos pensarem que só eles nasceram para governarem os outros, o conflito virá da limitação da liberdade de pensar, dizer e fazer o que está plasmado nas constituições que regulam as relações internas dos estados africanos. África não consegue prever conflitos porque o tempo para isso está alienado a acumulação de ilícita de riqueza e esquecem que podem perder em segundos! Capacidade de resposta à crises: a única via eficiente é a tomada pelo ex-presidente do Egípto (aceitar deixar o poder só). O futuro da África depende dos que o libertaram que pensam que os outros africanos são estrangeiros e que os distinos dela só eles podem traçar.
O primeiro passo seria: discutir os mecanismos de transmissão do poder político e económico em África, haverá ou não lugar para o outro em África? Serão os únicos capazes de liderar os distinos dos seus povos os Presidentes Roberto Mugabe, José Eduardo dos Santos e Outros? vejam bem, a RSA tem outros tipos de conflitos como Xenofobia Etnicidade etc... Porque os que antecederam o poder da ANC estalaram um sistema político democrático efectivo os outros devem ser ousados terem coragem de se desmamentarem do apego ao poder e dar espaço aos jovens só.
Prever conflito significa quando agente diz vamos ao diálogo assumir que podemos perder, teremos que seder, teremos que concordar, reduzir o máximo o número de descontentes no país mas para isso significa reduzir ou abdicar alguns benenses, não se achar diferente dos outros mesmo sendo sobre tudo quando se trata de benefícios, aceitar perder...
09 maio 2011
Hermínio dos Santos, presidente do Fórum dos Desmobilizados de Guerra de Moçambique, desmentiu as alegações de que estaria a pretender criar um partido político para fazer face ao partido no poder, a Frelimo. “Não tenho tempo para criar nenhum partido. É tudo mentira e manipulação para distorcer os objectivos da nossa luta. E quem está por detrás disso, consideramos ser do SISE” afirmou Hermínio.Em entrevista ao jornal Canalmoz, Hermínio dos Santos disse que essa notícia é obra dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE), através de um ex-membro daquele fórum, de nome Fernando Salane, que alegadamente deu informações de que ele quer formar um partido. “O mentor dessas informações é Fernando Salane, expulso do fórum por má conduto e colaboração com SISE”, disse Hermínio.
Dos Santos acrescentou não ter capacidade de criar uma formação política, apesar de ter dito que se sente líder de um grupo muito forte. “Quando eu quiser mandar aqui em Moçambique, não precisarei de partido. Hoje mesmo posso mandar esse país sem precisar do incómodo de criar partido, porque tenho muitos homens sob minhas ordens do Rovuma ao Maputo, tenho estado a ser recebido em todo país como presidente mais que o próprio Guebuza”, disse o presidente do Fórum dos Desmobilizados de Guerra.
Segundo a edição o Canalmoz, no último sábado Hermínio dos Santos falou para uma audiência de mais de 3 mil pessoas na Machava, entre desmobilizados de guerra, ex-milicianos, viúvas e órfãos de combatentes, tendo apelado para se prepararem para dias de “batalhas difíceis, que estão quase próximos”.
A entrevista na íntegra poderá ser lida na edição desta quarta-feira do semanário Canal de Moçambique
Nota Reflexiva: Teria se acertado na mosca se Hermínio se enganasse com a necessidade das massas que arasta nesta causa e pensasse em formar um partido, porque assim o executivo já encontrava a justificação da exclusão deste grupo. Felizmente eles só querem ver as suas preocupações inseridas na política de insersão social do desmobilizado igual aos outros beneficiários. olhando nesta questão friamente, eles tem alguma razão e o PR sabe disso porque também já esteve no mato.
21 abril 2011
anúncio em plena Av. Angola (Alto Maé, Maputo, Mocambique)
Medico tradicional que acaba de xegar de Nampula (Mocambique)! Veio pra ajudar você: cura quase tudo!
1. Faz scapar condenção de juiz no tribunal;
2. Faz aquele que não da filho dar filho;
3. Faz trazer cliente na Barraca, na loja ou nagocio para dono ficar rico;
4.Faz devolver aquilo que roubaram ou fica maluco;
5. Tem remédio para homem que já dexou de ser homem levantar e ser homem outra vez;
6. Faz aumentar bicho de homem para mulheres gostar bem;
7. Faz diminuir bexiga de mulher ou gordura que nao presta para homens gostar muito ate eskecer em casa;
8. Tem remédio de separar casal para ficar com mulher ou marido dele;
9. Devolve marido roubado e gostar da mulher dele muito mais;
10. Tem remédio pra quando dormir com mulher ou marido de dono não ser descoberto;
11. Tem remédio para homem ficar muito tempo dentro da mulher;
12. Tem remédio para ter marido, serviço e outro sorte qualquer;
13. Faz meninas parecer bonita e ser gostado por todos os homens;
14. Faz criança parecer com marido quando gravida apanha com vizinho;
15. Ajuda Agiota esquecer cobrar dinhero quando está muito mal com outra dívidas;
16. Cura doenças venerea que se apanha quando faz asnera de adultos;
17. Ajuda mulheres pra os marido lhe dar muito dinhero;
18. Faz chefe gostar no serviço mesmo você nao ser nada;
19. Cura doença dos pulmõs;
20. Faz passar de classe estudantes que no estuda.
21. Ajuda fazer tese de mestrado (MBA) em um mes;
22. Faz aparecer processo na universidade, quando precisa provar que estudou lá.
23. Ajuda partido ter razão no CNE ou Tribunal Congestional quando outro partidos ou chefes grande faz porcaria;
24. Já esteve em muitos paises internacionales entre eles:Chimoio, gurue, nhassa, tete, machixe, zandamela, xocué e boane!
Recebe 50% no dia do tratamento os outros 50% recebe quando cliente ja estar bom;
Dr. Taibo Wotheque Abdulah
Avenida de Angola, Bairro do Alto Mae, Maputo, perto do canhoero ver placa amarela!
Nota Reflexiva: Não será casos por aproveitar estes? Estes Drs levam vida de lord com tantas consultorias a inocentes... a AT chega a eles? temos introduzir licenciamento nesta actividade,
...........
1. Faz scapar condenção de juiz no tribunal;
2. Faz aquele que não da filho dar filho;
3. Faz trazer cliente na Barraca, na loja ou nagocio para dono ficar rico;
4.Faz devolver aquilo que roubaram ou fica maluco;
5. Tem remédio para homem que já dexou de ser homem levantar e ser homem outra vez;
6. Faz aumentar bicho de homem para mulheres gostar bem;
7. Faz diminuir bexiga de mulher ou gordura que nao presta para homens gostar muito ate eskecer em casa;
8. Tem remédio de separar casal para ficar com mulher ou marido dele;
9. Devolve marido roubado e gostar da mulher dele muito mais;
10. Tem remédio pra quando dormir com mulher ou marido de dono não ser descoberto;
11. Tem remédio para homem ficar muito tempo dentro da mulher;
12. Tem remédio para ter marido, serviço e outro sorte qualquer;
13. Faz meninas parecer bonita e ser gostado por todos os homens;
14. Faz criança parecer com marido quando gravida apanha com vizinho;
15. Ajuda Agiota esquecer cobrar dinhero quando está muito mal com outra dívidas;
16. Cura doenças venerea que se apanha quando faz asnera de adultos;
17. Ajuda mulheres pra os marido lhe dar muito dinhero;
18. Faz chefe gostar no serviço mesmo você nao ser nada;
19. Cura doença dos pulmõs;
20. Faz passar de classe estudantes que no estuda.
21. Ajuda fazer tese de mestrado (MBA) em um mes;
22. Faz aparecer processo na universidade, quando precisa provar que estudou lá.
23. Ajuda partido ter razão no CNE ou Tribunal Congestional quando outro partidos ou chefes grande faz porcaria;
24. Já esteve em muitos paises internacionales entre eles:Chimoio, gurue, nhassa, tete, machixe, zandamela, xocué e boane!
Recebe 50% no dia do tratamento os outros 50% recebe quando cliente ja estar bom;
Dr. Taibo Wotheque Abdulah
Avenida de Angola, Bairro do Alto Mae, Maputo, perto do canhoero ver placa amarela!
Nota Reflexiva: Não será casos por aproveitar estes? Estes Drs levam vida de lord com tantas consultorias a inocentes... a AT chega a eles? temos introduzir licenciamento nesta actividade,
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Frelimo aberta ao diálogo
A FRELIMO anunciou ontem que continua aberta ao diálogo com a Renamo como único mecanismo para se ultrapassar qualquer que seja a diferença.
A posição foi tornada pública pelo secretário para a Mobilização e Propaganda, Edson Macuácua, reagindo à decisão unilateral do maior partido da oposição nacional de romper com o diálogo que vinha mantendo com a maior força política nacional.
“O diálogo é apanágio da Frelimo. Para a Frelimo o diálogo é o único mecanismo para ultrapassar qualquer diferença. Apelamos aos moçambicanos para que não se deixem instrumentalizar, não participem em manifestações que visam desestabilizar o país”, alertou.
Macuácua explicou que “a violência gera violência, ceifa vidas humanas, paralisa o país, destrói infra-estruturas e semeia o caos social. A única alternativa à paz é a paz. Só com a paz é que podemos realizar os nossos sonhos, construirmos o nosso Moçambique, combatendo a pobreza e desenvolvendo o país”.
“A paz é um recurso precioso, factor de desenvolvimento. A instigação e exaltação da violência são um atentado à ordem, segurança e tranquilidades públicas. Condenamos e repudiamos veementemente o recurso a mecanismos antidemocráticos e inconstitucionais para a alteração da ordem política”, reiterou, em declarações ao Notícias.
Nota Reflexiva: Então, o que falta afinal para que o Diálogo surta efeitos desejados? Barreiras constitucionais? e agora, ipotecamos a paz?
Para definitivamente parar-se de andarem a nos recordar fantasmas dos 16 anos. Eu lembro-me com muita tristeza as mortes que aconteceram durante aqueles anos... Afinal o que a RENAMO quer que não seja possível? quer lugares públicos? Mesmo Zimbabwe não está a viver!!!
01 abril 2011
Graça Machel é apartir de hoje Reitora da UEM (DIA DA MENTIRA)
De 66 anos de idade, viuva do primeiro Presidente de Moçambique independente, atualmente casada com Nelson Mandela, ativista dos assuntos sociais (educação, saúde etc); bacharel em filosofia de lingua alemã; presidente do conselho de administração da universidade nova de lisboa, já foi Ministra da Educação no governo do primeiro marido. Hoje, no meio de Phds como Firmino Mucavele, Vice-reitor e Ivo Garrido, sem ser proposto pelo conselho académico nenhum o PR indicou-na para o cargo de Reitora da Universidade Eduardo Mondlane, pelo menos a mais antiga do país.Nota Reflexiva: Lembro-me de uma entrevista que ela tanto sentia pena do Presidente da República. onde dizia "estão a deixar tudo para o Presidente Guebuza" numa das perguntas que lhe colocavam a possibilidade de ser candidata ao cargo de Presidente da República ela respondeu nos seguintes termos: "Eu já não estou para cargos públicos porque julgo que há jovens, o país formou gente capaz de assumir esses cargos".
Agora, o ponto é: O país já não tem jovens ou gente com menos de 60 anos para assumir esse cargo e dar uma nova dinâmica à instituição que vai dirigir? Dá para ver até quando está preocupada com o facto de o Presidente Guebuza estar souzinho nesta luta de tirar Moçambique da pobreza, consolidação da paz e unidade nacional.
Obrigado por ter aceite mamã o país precisa da sua mão...
31 março 2011
Didática do Nacionalismo Moderno
A moçambicanidade é uma questão dialética, há quem defende a moçambicanidade como algo parecido como o assumir, aceitar que existe pessoas nascidas para estar em todos os aspectos por cima dos outros e que deve ser vista esta, como um valor socio-político a perpectuar.
Como?
Evoca-se a necessidade de chamar a razão dos filhos dos combatentes e dirigentes de ontem e de hoje a necessidade de pertencerem às estruturas do poder para que este continue nas suas mãos.
Existe um outro grupo que acha que a moçambicanidade está ligada ao reconhecimento dos objectivos de Moçambique. Quais?
1-A paz
2-A luta contra a pobreza
3-A unidade nacional.
P:Quem não quer a paz?
R:Aquele que não se sente bem com a paz de hoje.
P: Quer dizer que há quem não está em paz?
R:Talvez.
P: O que fazer para ele ter paz?
R:Incluir-lhe na paz.
2- Luta contra Pobreza será objectivo nacional?
R: Sim.
P: E então, aqui não há Problemas?
R: Há.
P: Quais?
R:Os meios de produção e os mecanismos de acumulação não são praticamente nacionalistas, prevalece a escravatura, o amiguismo e grupismo.
P:Porque é que diz isso?
R: Os lugares são por confiança não por competência ném por ser moçambicano!
3-Unidade Nacional
P: Aqui não vai querer dizer que haja alguém que não queira?
R: Há
P: Mas quem é esse?
R: Moçambicano
P:Que moçambicano é esse que quer ver seu país dividido?
R: Toodo aquele que exclui e se sente excluido.
P: que fazer dele?
R:Reconhecer e fazer a ele se reconhecer como membro deste Moçambique.
P: Como?
R:Ser coerente, Não fazer os outros o que não quer te façam, dar mesma resposta a perguntas iguais, ser honesto...
Afinal é tão difícil manter a paz, o desenvolvimento e a unidade nacional? é, deve ser por isso que os jovem de hoje não são crentes porque descubriram que a "vida é feita do pegado"
Como?
Evoca-se a necessidade de chamar a razão dos filhos dos combatentes e dirigentes de ontem e de hoje a necessidade de pertencerem às estruturas do poder para que este continue nas suas mãos.
Existe um outro grupo que acha que a moçambicanidade está ligada ao reconhecimento dos objectivos de Moçambique. Quais?
1-A paz
2-A luta contra a pobreza
3-A unidade nacional.
P:Quem não quer a paz?
R:Aquele que não se sente bem com a paz de hoje.
P: Quer dizer que há quem não está em paz?
R:Talvez.
P: O que fazer para ele ter paz?
R:Incluir-lhe na paz.
2- Luta contra Pobreza será objectivo nacional?
R: Sim.
P: E então, aqui não há Problemas?
R: Há.
P: Quais?
R:Os meios de produção e os mecanismos de acumulação não são praticamente nacionalistas, prevalece a escravatura, o amiguismo e grupismo.
P:Porque é que diz isso?
R: Os lugares são por confiança não por competência ném por ser moçambicano!
3-Unidade Nacional
P: Aqui não vai querer dizer que haja alguém que não queira?
R: Há
P: Mas quem é esse?
R: Moçambicano
P:Que moçambicano é esse que quer ver seu país dividido?
R: Toodo aquele que exclui e se sente excluido.
P: que fazer dele?
R:Reconhecer e fazer a ele se reconhecer como membro deste Moçambique.
P: Como?
R:Ser coerente, Não fazer os outros o que não quer te façam, dar mesma resposta a perguntas iguais, ser honesto...
Afinal é tão difícil manter a paz, o desenvolvimento e a unidade nacional? é, deve ser por isso que os jovem de hoje não são crentes porque descubriram que a "vida é feita do pegado"
18 março 2011
Sensato Khambane, ha quem esperaria ver o apodrecer da bulusa (xikatau)
Presidente do Conselho Constitucional não resistiu à pressão e renunciou.
O inquérito que lhe foi instaurado no Conselho Constitucional não irá parar, apesar da sua saída. Luís Mondlane esteve um ano e 10 meses como presidente do Conselho Constitucional.Na mesma nota, Mondlane refere que deixa o Conselho Constitucional “convicto de que dei o melhor de mim para o desenvolvimento da instituição, quer no âmbito interno, quer na projecção da sua melhor imagem além-fronteiras”. E termina a nota agradecendo a todos quantos acreditaram no seu projecto. O Pais
NOTA: HA HOMENS ASSIM EM MOCAMBIQUE! estamos a caminho de desenvolvimento mesmo...
NOTA: HA HOMENS ASSIM EM MOCAMBIQUE! estamos a caminho de desenvolvimento mesmo...
04 março 2011
03 março 2011
Professor Paul Collier da Universidade de Oxford secunda Professor Nuno Castelo Branco em materia sobre industria extrativa e politicas de investimento. Que ganhos para Africa?
The Last Resource Frontier
OXFORD - Na próxima década, a extração de petróleo, gás e minérios que constituem, de longe, a oportunidade económica mais importante da história da África. A África é a última fronteira para a descoberta de recursos, tendo sido relativamente negligenciado por outras empresas de mineração e extração de recursos, devido às difíceis condições políticas. Mas os preços das commodities estão superando a relutância e prospecção está gerando uma infinidade de novas descobertas.
Dado que a extração de recursos por quilômetro quadrado em África é de cerca de 20% da média da OCDE, o volume total de extração pode facilmente crescer cinco vezes. Os preços altos e futuras descobertas irão gerar fluxos de dinheiro tão grande que, se for bem gerida, podem transformar desesperadamente regiões mais pobres da África em regiões de prosperidade. Certamente, o rendimento de extração de recursos superará todos os outros fluxos financeiros lá.
Mas, muitas vezes na história da África, esse dinheiro deveria ter financiado o investimento produtivo foi saqueado ou desperdiçados. O desafio agora é impedir que a triste história do continente, de exploração de repetir-se durante a época que vem da extração de recursos maciços.
Se os recursos naturais são pilhados ou aproveitados para o desenvolvimento depende de vários fatores. A primeira tarefa é captar para a sociedade como um todo bastante o valor dos recursos extraídos. Este, por sua vez, exige um procedimento adequado, com base na concorrência transparente, para a venda inicial dos direitos de prospecção, bem como um sistema tributário bem concebido para recolher receitas posteriores lucros corporativos.
Alguns recentes vendas de direitos de prospecção em África têm sido espetacularmente deficiente em termos de transparência e concorrência. Na Guiné, por exemplo, direitos que parecem ter sido concedidas sem o benefício significativo para os cofres públicos foram rapidamente re-vendido para vários bilhões de euros.
Em segundo lugar, uma parte substancial das receitas deverão ser investidos em ativos ao invés de usada para estimular o consumo. Fazer o contrário é infringir os direitos dos membros das gerações futuras, a quem pertencem os recursos naturais também.
Infelizmente, esses direitos são frequentemente violados. Camarões, por exemplo, tem empobrecido muito do seu petróleo, utilizando as receitas predominantemente para o consumo. Como resultado, seu nível atual de consumo não será sustentável quando o petróleo acabar.
Finalmente, as receitas devem ser abertas ao escrutínio público e seu uso eficiente, tanto para o investimento eo consumo, deve ser assegurada por mecanismos institucionais que impõem uma responsabilidade clara para os funcionários públicos.
Mas a receita ea transparência das despesas não é suficiente para garantir o bom uso dos recursos naturais. Muitas das decisões necessárias para garantir o sucesso deve ser obtido direito de não apenas uma, mas várias vezes, porém, sem essa transparência, os riscos de corrupção e má distribuição, obviamente, são muito maiores.
Transparência também fomentar a confiança entre empresas e comunidades locais. Até agora, as comunidades nos arredores das operações de extração têm sido freqüentemente hostil ao processo, vendo-se como as vítimas de danos ambientais, enquanto as elites nacionais e empresas estrangeiras se presume serem os principais beneficiários.
Essa hostilidade tem feito as operações locais das indústrias extractivas, problemáticos e caros: a experiência testemunho real holandesa Shell no delta do Níger. Ataques a instalações, muitas vezes subiu ao ponto que o consumo total é significativamente reduzido e menos seguro. Assim, sem transparência das receitas e sua utilização benéfica, empresas de extração de recursos, inevitavelmente, se tornam alvos de suspeita local.
OXFORD - Na próxima década, a extração de petróleo, gás e minérios que constituem, de longe, a oportunidade económica mais importante da história da África. A África é a última fronteira para a descoberta de recursos, tendo sido relativamente negligenciado por outras empresas de mineração e extração de recursos, devido às difíceis condições políticas. Mas os preços das commodities estão superando a relutância e prospecção está gerando uma infinidade de novas descobertas. Dado que a extração de recursos por quilômetro quadrado em África é de cerca de 20% da média da OCDE, o volume total de extração pode facilmente crescer cinco vezes. Os preços altos e futuras descobertas irão gerar fluxos de dinheiro tão grande que, se for bem gerida, podem transformar desesperadamente regiões mais pobres da África em regiões de prosperidade. Certamente, o rendimento de extração de recursos superará todos os outros fluxos financeiros lá.
Mas, muitas vezes na história da África, esse dinheiro deveria ter financiado o investimento produtivo foi saqueado ou desperdiçados. O desafio agora é impedir que a triste história do continente, de exploração de repetir-se durante a época que vem da extração de recursos maciços.
Se os recursos naturais são pilhados ou aproveitados para o desenvolvimento depende de vários fatores. A primeira tarefa é captar para a sociedade como um todo bastante o valor dos recursos extraídos. Este, por sua vez, exige um procedimento adequado, com base na concorrência transparente, para a venda inicial dos direitos de prospecção, bem como um sistema tributário bem concebido para recolher receitas posteriores lucros corporativos.
Alguns recentes vendas de direitos de prospecção em África têm sido espetacularmente deficiente em termos de transparência e concorrência. Na Guiné, por exemplo, direitos que parecem ter sido concedidas sem o benefício significativo para os cofres públicos foram rapidamente re-vendido para vários bilhões de euros.
Em segundo lugar, uma parte substancial das receitas deverão ser investidos em ativos ao invés de usada para estimular o consumo. Fazer o contrário é infringir os direitos dos membros das gerações futuras, a quem pertencem os recursos naturais também.
Infelizmente, esses direitos são frequentemente violados. Camarões, por exemplo, tem empobrecido muito do seu petróleo, utilizando as receitas predominantemente para o consumo. Como resultado, seu nível atual de consumo não será sustentável quando o petróleo acabar.
Finalmente, as receitas devem ser abertas ao escrutínio público e seu uso eficiente, tanto para o investimento eo consumo, deve ser assegurada por mecanismos institucionais que impõem uma responsabilidade clara para os funcionários públicos.
Mas a receita ea transparência das despesas não é suficiente para garantir o bom uso dos recursos naturais. Muitas das decisões necessárias para garantir o sucesso deve ser obtido direito de não apenas uma, mas várias vezes, porém, sem essa transparência, os riscos de corrupção e má distribuição, obviamente, são muito maiores.
Transparência também fomentar a confiança entre empresas e comunidades locais. Até agora, as comunidades nos arredores das operações de extração têm sido freqüentemente hostil ao processo, vendo-se como as vítimas de danos ambientais, enquanto as elites nacionais e empresas estrangeiras se presume serem os principais beneficiários.
Essa hostilidade tem feito as operações locais das indústrias extractivas, problemáticos e caros: a experiência testemunho real holandesa Shell no delta do Níger. Ataques a instalações, muitas vezes subiu ao ponto que o consumo total é significativamente reduzido e menos seguro. Assim, sem transparência das receitas e sua utilização benéfica, empresas de extração de recursos, inevitavelmente, se tornam alvos de suspeita local.
As empresas estrangeiras gerir quase toda extração de recursos em África, porque só eles têm as habilidades técnicas necessárias. Isto implica um papel importante para as jurisdições em que essas empresas são registradas, pois eles têm o poder de definir as regras pelas quais as indústrias extractivas operam. Muitas destas empresas estão sediadas na Europa, por isso uma boa dose de poder repousa, em última análise com o Parlamento Europeu.
Entre eles, as regras europeias e norte-americanos podem exigir muitas empresas de extração de recursos para ser transparente, mas ainda há muitas empresas que estão sob outras jurisdições. No âmbito da OCDE, o principal centro financeiro para as pequenas empresas de extração de recursos é de Toronto, no entanto, o parlamento canadense recentemente falhou por pouco a passar uma exigência equivalente para estas empresas. Há também 360 empresas australianas extração de recursos - atualmente em operação na África.
Entre eles, as regras europeias e norte-americanos podem exigir muitas empresas de extração de recursos para ser transparente, mas ainda há muitas empresas que estão sob outras jurisdições. No âmbito da OCDE, o principal centro financeiro para as pequenas empresas de extração de recursos é de Toronto, no entanto, o parlamento canadense recentemente falhou por pouco a passar uma exigência equivalente para estas empresas. Há também 360 empresas australianas extração de recursos - atualmente em operação na África.
24 fevereiro 2011
ideologias e demagogias
O progressismo, Contextualismo e o Dogmatismo metódico poderei desenvolver isto com tempo. Importa de momento o debate que ocorre aqui
O texto é do professor E. Macamo veja o citado.
“Quando o Governo apela para maior sentido de responsabilidade individual esse apelo só vai ter frutos se na sua interpretação do sentido de liberdade e democracia se apega menos ao poder de modo a criar espaços propícios.”
“Embriagados que estamos pela alegria das celebrações de liberdade e democracia no Norte de África esquecemos que o anseio por estes valores não é novo em África. Teve manifestações diferentes em diferentes momentos da trajectória política do nosso continente e o resultado não foi sempre a liberdade e a democracia. O nosso país constitui exemplo (triste) disto. A luta que se travou pela independência foi também em nome da liberdade e (um certo entendimento de) democracia. Deu no que deu e ainda reclamou mais sacrifício humano durante 16 longos anos. No Zimbabwe a interpretação local de liberdade e democracia está a dar o que está a dar. Na Costa do Marfim, na Libéria, na Serra Leoa, no Ruanda, no Congo, enfim, um pouco por todo o lado. No Egipto e na Tunísia ainda não sabemos para onde é que as coisas caminham. Aqui também os analistas da praxe confundem aspirações pessoais com realidade.”
O primeiro paragrafo mostra claramente qual é o primeiro desafio para evitar o fenómeno do norte da África.
No segundo, Elísio parece temer o ciclo vicioso do fenómeno pelo qual a liberdade é conquistada! Se é isso então, Elísio é tímido!!! Ehehehe... porque em África a vossa sugestão “a correcção e exploração das possibilidades Constitucionais ( ...)” antes: Como é que são adoptadas essas constituições? Depois, a sugestão é boa mas em mim peca por não dizer como? Porque manifestação é um acto que tem cobertura Constitucional pelo menos em Moçambique!!!
Porque como bem diz, cada caso é um caso a vossa sugestão será válida para que país? Angola? Moçambique? Ou Zimbabwe?
Quanto aos defensores do gradualismo e os únicos “pensadores com utilidade”... eheheheh... a pergunta é a seguinte:
Por que não podemos ser ousados? Qual é a possível “Democracia Africana”? (se é que existe), a de Angola? A de Moçambique? A do Zimbabwe? Ou mesmo da Líbia?
Quer dizer, para o Professor Elísio Macamo, se a luta dura muito tempo a solução é render-se! De facto estamos a lutar lá vão anos pela liberdade e democracia e depois? Enquanto não se alcançar, a luta continua este é o verdadeiro sentido de luta, a META.
Quando por exemplo uma pessoa critica directamente um partido no puder e como resposta perde oportunidade, onde está o sentido de Estado aí? Será que precisamos de ser oposição para opinar diferente? Se o nosso objectivo é construir a pátria, por que nunca aceitamos ceder sem usar violência?
Veja os Sindicatos em Moçambique professor, estão a ser humilhados sob pretexto de que estamos a construir o país e eles vão ostentando a custa do sacrifício do trabalhador é isso que consideramos construção ou sentido de responsabilidade? Algo tem de ser feito...
Quem quer ser identificado para ser excluído? Daí os levantes populares...
África é da Humanidade, é dos africanos não é património de um indivíduo...
22 fevereiro 2011
Prefirimos acabar todos no lugar de nos ter como vossa propriedade
O líder líbio Muhamar Kadhafi apareceu na televisão para desmentir rumores de que teria fugido para a Venezuela. Numa breve declaração á TV estatal, feita de dentro de um veículo, garantiu que estava em Tripoli e apelidou de “cães” os canais de notícias estrangeiros que divulgaram notícias da sua fuga.
Várias testemunhas garantem que aviões militares dispararam sobre manifestantes em Tripoli e que terão sido mortas dezenas de pessoas. Estas afirmações foram corroboradas por diplomatas líbios no estrangeiro que se viraram contra o regime mas desmentidas pelo filho de Kadhafi Saif al-Islam. A RM as 7h falava de cerca de 103 pessoas mortas pelo bombardeamento;
A Soico as 13h fala de 3 centenas de mortos, fruto do uso da forca militar.
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31 janeiro 2011
“Moçambique está no bom caminho” (Guebuza in Estado da Nação 2010) Governador do BM concorda com a perda de todos nós nos acordos que isentam os mega-projectos das obrigações fiscais e diz ser possível renegociar os mesmos. Sergio viera está decidido a monstrar que nós que nos beneficiamos dos investimentos não somos os verdadeiros beneficiários desta riqueza! porque “Estamos numa situação em que, de algum modo, nos encontramos marginalizados nas decisões que são tomadas"
Estar-se a criar riqueza à margem dos moçambicanos dá o síndrome da Nigéria, em que eu vejo a minha terra ficar poluída pela indústria extractiva. Então, criam-se aqueles gangs que, raptando os trabalhadores estrangeiros das indústrias petrolíferas, beneficiam as populações. O que falamos quando abordamos a agricultura? Falamos da agricultura feita por empresas predominantemente moçambicanas ou pelas empresas estrangeiras sediadas em Moçambique? Aí podemos estar a falsificar. Nós temos que comer, a dívida da fome dá Tunísia dá motins em quase toda a parte do mundo. Alguém há-de pagar os 3.8 biliões de dólares à Rio Tinto. Eu creio que estamos no grupo dos que vão pagar. O que é que Inhambane e Moçambique ganham com o gás que sai de Inhambane”.
O PAÍS – 31.01.2011
27 janeiro 2011
Obama da B+a=Ba de governar sem usar forÇa.
O discurso do Estado da Nação, em Washington DC, perante o Congresso, teve início às 21 horas locais (4 horas desta Quartafeira em Maputo), mas cerca de duas horas antes a Casa Branca divulgou à Imprensa excertos da intervenção do Presidente norte-americano. “Novas leis só vão passar com o apoio de democratas e republicanos. Ou andamos para a frente juntos, ou não andamos - os desafios que enfrentamos são maiores do que partidos, maiores do que política”, defende Barack Obama.
O que está em causa não é quem vai ganhar as próximas eleições, mas “se novos empregos e indústrias se enraízam” no país. “É se o trabalho duro e engenho do nosso povo é recompensado. É se mantemos a liderança que fez da América não apenas um lugar no mapa, mas uma luz para o mundo. Estamos fadados ao progresso”, acredita.
Dois anos depois da maior recessão desde a Grande Depressão, o mercado accionista está novamente em alta, os lucros das empresas subiram e a economia dá sinais de crescimento, indicadores que ainda assim não são suficientes para “medir o progresso”.
“Medimos o progresso pelo sucesso do nosso povo. Pelos empregos que pode encontrar e a qualidade de vida que esses empregos oferecem. Pelas perspectivas de um pequeno empresário que sonha em transformar uma boa ideia numa empresa vibrante, pelas oportunidades para uma vida melhor para os nossos filhos. Esse é o projecto em que o povo quer que trabalhemos. Juntos”, adianta. Em África não! Pelo numero de obras dos governantes, dos fungitivos da legalidade fiscal, dos assaltantes a mão armada e do número de mega-projectos que entrão nos nossos países mesmo que esses apenas sirvão para aumentar os números estatísticos!
No discurso, é ainda comparada a situação actual com a vivida há meio século, quando a União Soviética ultrapassou os Estados Unidos lançando o satélite Sputnik, numa altura em que a NASA ainda nem existia.
“Mas, depois de investir em melhor pesquisa e investigação, não apenas suplantámos os soviéticos; desencadeámos uma onda de inovação que criou novas indústrias e milhões de novos empregos”, recorda Obama. “Este é o nosso momento Sputnik”, sublinhou.
NOTA: Será que nós um dia chegaremos a este estremo de ultrapassar nossas diferenças sem usar forces muitas vezes violentas para intimidar!!! Sonho com uma África de concordia, onde percebemos que ela (a África) é dos africanos. Portanto todos temos o mesmo objectivo “o bem estar dos nossos povos e a elevação deste continente para a posição que merece” e isso só com a assunção cumplice de sair dos métodos primitivos de governação onde o diálogo prevalece, a concordia é a lanterna, a paz, aliberdade é a matéria prima para a prosperidade da mãe África.
Sim, é possível desde que assumamos que o que faz o desenvolvimento não é o tempo como muitos querem que esperemos 500 anos para saber que a causa nacional é luta de todos nós, isso esta acima de qualquer partido ou política!...
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