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10 junho 2011

Lourenço do Rosário Diz que licenciados desempregados "são mais perigosos"

O reitor da Universidade Politécnica afirmou que em Moçambique há muitos desempregados não escolarizados, “que também são um perigo iminente”, só que os universitários “são mais perigosos”.

Na sua recente passagem por Portugal, onde esteve a participar no XXI encontro da Associação das Universidades da Língua Portuguesa, que ontem terminou, o reitor da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, concedeu uma entrevista à agência Lusa na qual falou do risco latente na sociedade moçambicana por conta do enorme exército de desempregados com formação superior que, anualmente, as universidades moçambicanas colocam no mercado.

Para Lourenço do Rosário, devido à situação económica do país, os desempregados licenciados podem ser um rastilho para algum descontentamento social. “Começam a aparecer alguns alertas”, afirma Lourenço do Rosário, referindo-se ao perigo de surgir um movimento social de descontentamento relacionado com a pobreza e o desemprego no país.

Sendo certo que muitas revoluções nascem no seio das universidades, onde há mais massa crítica, Lourenço do Rosário admite que no país começam a surgir alguns sinais: “Não se vive esta situação em termos concretos, mas começam a aparecer os alertas”. Ler mais

Nota Reflexiva: dentre outros comentários há uns que me preocupão: por exemplo dizer que são desempregados porque são pessoas que passaram anos no banco da universidade a copiarem ou a serem formatados em dogmas teorias atinquerimas.

A vida a cadémica igual qualquer outra deve obviamente possuir bases históricas por onde acenta. outro sim é que será que só quem é formado fora é que tem qualidade? Então, onde anda a obra deles? Moçambique é pobre essa é a razão de pouca produção "literária" poca investigação etc... vejam as instituições que se entregaram a investigão como o IESE, a CIP e outras, sem financiamento externo internamente nada fariam. querem saber todo o corpo desta instituições foi formada em Moçambique. portanto é falácia afirmar que só sabemos copiar há evidências de bons quadros formados no pais, falta é desafio para eles só.