Em 2008 o presidente da Guiné Equatorial doou 3 milhões de dólares à UNESCO para instituir um prémio em seu nome. Contudo devido às violações dos direitos humanos permitidas pelo regime de Teodoro Obiang o prémio foi suspenso e sucederam-se as pressões internacionais para a sua abolição. Neste momento o conselho executivo da UNESCO está reunido em Paris para decidir o que fazer. Hoje, um grupo de proeminentes activistas internacionais, entre os quais Graça Machel e Desmond Tutu, subscreveram um apelo para acabar com o prémio Obiang.
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